<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613</id><updated>2012-02-16T11:38:28.220Z</updated><category term='arames'/><category term='#HSM'/><category term='Ronaldo'/><category term='#hospital santa maria'/><category term='#cardiologia'/><category term='Mundial'/><category term='Euro'/><category term='Santana'/><category term='Cavaco'/><category term='CR'/><category term='povo'/><category term='Queiroz'/><title type='text'>Ruben Barradas Blog</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>128</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3861592198534176300</id><published>2010-06-30T12:52:00.000+01:00</published><updated>2010-06-30T12:52:03.892+01:00</updated><title type='text'>A partir de hoje...</title><content type='html'>&lt;b&gt;A partir de hoje numa nova morada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://barradasruben.wordpress.com/"&gt;http://barradasruben.wordpress.com/&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Continuarei a postar aqui também durante algum tempo, mas passarei a usar o blog citado acima como o principal.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3861592198534176300?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3861592198534176300/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3861592198534176300&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3861592198534176300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3861592198534176300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/06/partir-de-hoje.html' title='A partir de hoje...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6329752489355424305</id><published>2010-06-30T11:34:00.000+01:00</published><updated>2010-06-30T11:34:03.616+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CR'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ronaldo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Queiroz'/><title type='text'>Desilusão Mundial</title><content type='html'>Conciso e directo. Cumprimos os serviços mínimos. E nada mais. Nem brilhantismo, nem mobilização da nação, nem excepcional superação dos jogadores. Empate com Costa do Marfim e Brasil, vitória a Coreia do Norte (o que era ‘obrigatório’), e derrota com Espanha, ou seja, apenas ganhámos aos ‘menos fortes’ de todos os adversários que defrontámos. Contra quem estava ao nosso nível não conseguimos mais que empates a 0. Parece-me pouco. Mas vamos por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundial não está a ser excitante, longe disso. Uma Alemanha que vai roçando o brilhante, uma Argentina que se vai valendo de ter 500 soluções no ataque, um Brasil chato e sensaborão, uma Holanda assim-assim, e pouco mais. Portugal sai deste mundial sem chama nem glória. Ninguém se lembrará de nada da nossa selecção, e é isso que me preocupa. Não fizemos nada que possa vir a ser lembrado, até porque depois dos 7 à Coreia, nos limitamos a 3 zeros contra os restantes adversários, o que é muito pouco para uma equipa que nos habituou a ver o jogo pela positiva (ataque) e a querer vencer o jogo desde o primeiro minuto (o que acontecia na era Scolari...). Desta vez fomos brindados com uma equipa defensiva, sem soluções atacantes, remetida à sua defesa em grande parte do tempo. Era necessário ter sido assim? Não, não era, pelo menos em todo o tempo. Eu sei que a Espanha e o Brasil são-nos superiores (só não vê quem não quer), mas jogar à equipa pequena, naquela táctica de ‘tudo à defesa e depois logo se vê se salta um coelho da cartola’ dificilmente produziria outro resultado. A derrota de ontem foi um bom exemplo. Portugal preparou bem o jogo, e excepção feita aos primeiros 10m, controlámos a Espanha com inteligência. Até àquela substituição do Hugo Almeida. Ao tirar o único ponta-de-lança, Queiróz cometeu dois erros, um táctico, e outro de mensagem. O erro táctico não sou competente para o discutir, mas parece-me óbvio pelo resultado que se seguiu. Mas o erro na mensagem foi o pior. Ao tirar o único ponta-de-lança, passou à sua equipa uma ideia defensiva que não se justificava na altura, e deu aos espanhóis a mensagem de que seriam eles a ter de assumir o jogo, e que nós lá estariamos na expectativa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Ronaldo? Vejo-o quase todas as semanas no Real e não parece o mesmo. Explicações? Joga mais atrás do que no clube (devido à táctica portuguesa), a atitude individualista é um facto, e parece-me que o vedetismo atinge na selecção proporções inimagináveis. Quatro jogos e zero Ronaldo foi o resultado CR deste mundial. E se Queiróz tivesse tido a coragem de o substituir? Faltou coragem? Sim, faltou. Mas faltou, acima de tudo, humildade e brilhantismo de Ronaldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Queiróz? Excessivamente defensivo desde o dia da convocatória. Muitos defesas e poucos atacantes. Ontem, de ataque, só tínhamos Liédson no banco...pouco, muito pouco. A convocatória anunciava uma equipa defensiva, de contenção, sem brilhantismo, mas com trabalho. Com Queiróz, a selecção vestiu o fato-macaco, mas despiu o smoking. Ganhou sentido colectivo (excepto Ronaldo), mas perdeu o brilhantismo que a caracteriza. Ganhou segurança defensiva, mas perdeu qualidade atacante. Esperemos que mude no próximo Euro, mas sinceramente, duvido. Queiróz é assim, defensivo, pouco dado a riscos, pouco interessado em assumir o jogo. Não creio que historicamente sejamos capazes de jogar assim. Fomos feitos para jogar para a frente, não em contenção, e sempre que o fizemos não tivemos sucesso. Esperemos que isto mude, e que da próxima, Queiróz nos leve à glória...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma palavra a Eduardo. Ganhou o lugar e é o guarda-redes de Portugal, sem dúvida. Excelente mundial, excelente atitude e dignidade na hora de sair. Temos guarda-redes até 2014/2016. Outra a Coentrão. Extraordinário, o melhor atacante português (o que, tendo em conta que foi o lateral-esquerdo, mostra o nível do ataque português...), tirou todas as dúvidas e devorou a clubite de alguns que o desprezavam enquanto defesa-esquerdo. Juntamente com Eduardo, o melhor português. Também palavra a Deco. Despediu-se da selecção com uma teimosia do sr. Queiróz, sem glória nem brilho. Durante 7 anos foi um dos abonos de família da selecção e teve sempre uma atitude digna, mesmo depois de um ou outro exagero. Merecia um final mais bonito. E agora quem o substitui? Palavra final a Raúl Meireles. Ontem esteve uns furos abaixo, mas foi um dos melhores, e mais raçudos da equipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos pelo Euro 2012. Que por essa altura já tenhamos mais opções e sejamos melhores do que fomos desta vez. Assim o espero eu e um país inteiro. E agora voltemos ao país real...&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6329752489355424305?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6329752489355424305/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6329752489355424305&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6329752489355424305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6329752489355424305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/06/desilusao-mundial.html' title='Desilusão Mundial'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2645043261784224492</id><published>2010-06-22T11:23:00.000+01:00</published><updated>2010-06-22T11:23:36.261+01:00</updated><title type='text'>Língua, linguagem e....como disse?</title><content type='html'>&lt;b&gt;A linguagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem a encare como um formalismo, um somenos quando comparada com o talento ou a capacidade. Há quem lhe reconheça a importância, mas lhe delegue um papel futuro secundário. Há quem diga que ela é tudo, que está em tudo, e que representa todas as coisas. Há quem não diga nada…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;…e a ignore por completo, como se ignorar não fosse também linguagem. E há quem diga mal de tudo o que ela é, só pelo que ela é, como se ela pudesse ser menos importante do que realmente é. Há quem não assuma o seu grau de indispensabilidade e há quem viva fixado por ela. Há de tudo, na linguagem…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linguagem. Porquê linguagem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que serve o que eu digo se ninguém me compreende? De que serve a mensagem que eu torno tangível em linguagem se dela não advém qualquer resultado concreto, vertido na compreensão alheia da minha expressão? De que serve ouvir se não compreendo? De que serve a mensagem que colocamos na linguagem se esta não é inteligível por parte de quem a recebe? De que serve? Que erro tremendo, meu Deus, que erro tremendo, falar sem saber se quem ouve percebe…que tempo perdido é escrever sem saber &lt;br /&gt;se quem lê percebe o que queremos dizer com cada caracter que usamos…que desperdício de raciocínio é formulá-lo e verbalizá-lo, sem que disso se traduza a compreensão por parte de uma segunda pessoa. Que desperdício…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes terei entrado, eu e tu, num sítio onde a linguagem parece saída de uma série de anime (desenhos animados) japoneses? Quantas vezes terei ouvido, eu e tu, um discurso imperceptível, cheio de expressões exclusivas a determinado tempo ou a determinado grupo, ou a determinado propósito? Quantas vezes terei, eu e tu, visto a desgraça em que se tornou a graça de um discurso sem nexo, impossível de assimilar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não me preocuparia se fosse mecânico, piloto de aviões ou economista. Mas preocupa-me porque um dos meus ‘trabalhos’ é que ‘pessoas entendam a mensagem’. Medina Carreira não se preocupará certamente que as pessoas entendam a diferença entre PIB real e PIB nominal. Carlos Sousa não terá no topo das suas preocupações esclarecer quem não sabe a diferença entre uma caixa manual e uma automática. José Mourinho não estará minimamente preocupado que os tiffosi (agora os madridistas) sejam capazes de distinguir entre um trinco e um armador de jogo. E eu? Estou preocupado na possibilidade de alguém não estar a perceber o que estou a dizer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro música e adoro falar em público. E por isso penso em linguagem. Já vi guitarristas que conseguem ‘falar’ mais do que oradores após 30 minutos de discurso. Considero estas actividades os pontos máximos que distinguem a importância da linguagem. Ambas são acerca da expressão, mas ambas são acerca do público. Nenhuma arte faz sentido sem público, pelo que nenhuma arte pode perder o sentido de linguagem e a possibilidade de esta ser perceptível pelo receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É trágico ver que tanta gente mata a mensagem, quando ela é tão boa. É trágico ver quando a mensagem é maltratada pela linguagem. É ainda mais trágico ver que dizemos uma coisa, mas falamos outra. Mas mais trágico do que tudo isto é ver quem não compreende este ‘fenómeno’ (uau, como se a história da humanidade não fosse toda acerca disto...), quem não compreende que linguagem é ‘só’ essencial, e que sem uma mensagem bem construída, coerente e capaz, é impossível passar qualquer ideia, por mais simples que seja. Pelo menos uma mensagem que as pessoas queiram ouvir. Da última vez que me lembro, era esse o ‘nosso’ objectivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Ninguém me compreende’ diz-me mais acerca do emissor do que do receptor. O ‘as pessoas não aceitam’ diz-me mais acerca da irrelevância da tua linguagem e da inteligência do teu receptor, do que da incredulidade das pessoas. Alguém me dizia há uns tempos que ‘se quero um bolo com uma forma diferente, tenho de usar outra forma’. Há quem tente mudar a forma do bolo mudando a farinha, mudando os ingredientes, mudando o tempo de cozedura, mudando tudo. Menos a forma. Se quero que o bolo não seja redondo, não posso usar uma forma redonda. La Palisse a trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos de linguagem incapaz, incorrecta, demasiado técnica e previsivelmente exclusiva. O que nos fecha a todos debaixo de uma espécie de redoma… triste história esta…&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2645043261784224492?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2645043261784224492/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2645043261784224492&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2645043261784224492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2645043261784224492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/06/lingua-linguagem-ecomo-disse.html' title='Língua, linguagem e....como disse?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6454501897129313213</id><published>2010-06-20T10:30:00.001+01:00</published><updated>2010-06-25T09:48:47.492+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#hospital santa maria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#HSM'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#cardiologia'/><title type='text'>Reflexões de Hospital</title><content type='html'>&lt;b&gt;Sinto o Santa Maria como se fosse parte da minha vida. Escrevo isto ao 10º dia de estada na ala de Cardiologia, Piso 8, cama 15, do Hospital de Santa Maria. Noutro lugar qualquer, 10 dias seriam um somenos na minha vida, mas não o são certamente aqui. E desde essas terríveis dores no peito que me assolaram na madrugada do dia 11 e que me trouxeram aqui até ao dia de hoje, muita coisa se passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci o Sr. António, o Sr. Agostinho e o Sr. Eusébio. O Sr. António é uma cópia quase estranha do meu avô materno, na medida em que passa todo o tempo a meter-se comigo e eu a meter-me com ele. Com ele o tempo ficou mais leve, certamente, e penso que ele dirá o mesmo da minha companhia. Os seus 81 anos bem-dispostos e de uma vida que muito tem para contar aconselhavam talvez um homem mais grave, mais triste, menos divertido...mas não. Mesmo com uma hérnia de 7 kg que o acompanha...mesmo depois de a sua esposa ter morrido de cancro há 30 anos...mesmo depois de ter sido internado com problemas cardíacos...uma bela lição de vida para alguns dos maricas que aí andam (eu!) e que se queixam porque chove, porque faz sol, porque está vento, porque, porque, porque...Ficou prometido um almoço nas Caldas da Rainha, lugar onde mora. E irei com o maior dos gostos ter com este caríssimo amigo que me tornou os dias mais leves. O Sr. António deverá sair amanhã. Eu talvez 3ª ou 4ª. Mas fico com uma bela recordação destes tempos por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci esta equipa da ala de Cardiologia do Hospital de Santa Maria. E fiquei abismado com o profissionalismo, a capacidade e o amor que esta gente dedica ao que faz. Saio daqui com maior respeito pelos médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar. Trabalham desalmadamente, muitas vezes em turnos de 24h ininterruptos, e ainda têm tempo para servir (é mesmo essa a palavra de ordem aqui, servir...) os doentes. Eles também tornaram a minha estada aqui bem mais leve, e bem mais fácil de levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci ‘A Cabana’, que finalmente consegui ler com calma. E fiquei de tal forma estarrecido com esta história que a ela voltarei certamente. Não pensei que outro livro além da Bíblia conseguisse definir alguns pontos da natureza de Deus de forma tão bela, e simultaneamente tão clara e tão real. Ao ler, senti-me imbuído de uma necessidade de me aproximar d’Ele, de uma certeza de que mais do que ter de, eu quero participar daquele relacionamento que ‘A Cabana’ mostra. À pergunta ‘será que não sabia eu que Deus é assim?’, a resposta é sim. Mas vê-lo escrito e descrito daquela forma tão bela dá-nos um bálsamo extra para nos achegarmos a Ele mais confiantemente. E é sobre isso que trata o cristianismo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci-me quem me rodeia, os meus amigos, familiares e conhecidos. Mais uma vez percebi que a minha família é ‘à séria’. Tenho uma esposa ‘à séria’, uns pais ‘à séria’, uns irmãos ‘à séria’, uns tios ‘à séria’. Gente que tem o mesmo sangue que eu e que se preocupa comigo e não está descansado enquanto eu não estiver bem. Aos meus pais e esposa uma vénia. Estão sempre comigo e têm-me da do os mimos todos que pudesse imaginar... tive também mais uma prova de que tenho na minha igreja verdadeiros irmãos, que se preocupam comigo e me amparam nos momentos mais difíceis, em apoio e oração. Uma palavra à minha equipa de Artes, que faz a melhor homenagem que poderia fazer em continuando diligentemente com o seu trabalho semanal excelente e capaz. Sei que me têm nos seus pensamentos e orações, e isso é fantástico. Mas mais fantástico ainda é saber que continuam o trabalho de forma excelente. Esse é o maior gozo que me poderiam dar. Conheci também melhor os meus amigos e aqueles que estão comigo. Recebi dezenas, centenas de mensagens de força, e de ânimo. Agradeço-vos profundamente por cada uma delas, porque me ajudaram a olhar em frente sem desanimar nos momentos em que as coisas pareciam piorar um pouquinho mais. Desde as mensagens de amigos mais chegados, até aquelas de pessoas que não conheço, mas que por alguma razão souberam da minha situação e decidiram dar-me um pouco da sua força. Muito e muito obrigado. E a todas as igrejas, comunidades e grupos dos quais recebi relatos das suas orações por mim, muito obrigado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, posso dizer que me conheci a mim mesmo. Não sei porquê mas quando somos colocados perante uma situação destas a nossa cabeça dá muitas voltas. Estou certo de que algum propósito houve nisto, mas ainda estou a descobri-lo aos poucos. Apesar de ainda não conhecer esse propósito na totalidade, esta estada aqui deu-me a oportunidade de me conhecer melhor, de olhar para mim próprio e analisar-me naquilo que tenho sido, mais do que naquilo que tenho feito. E mais uma vez reparei que tenho deixado que o fazer se sobreponha ao ser. E senti uma chamada para ser mais verdadeiro. Não que seja mentiroso, mas no sentido da coerência, na medida em que devo ser o primeiro a ser, e não apenas o primeiro a fazer. Tenho de ir mais fundo nas minhas convicções. Tenho de ir mais fundo nas minhas motivações. Acima de tudo, tenho, eu e todos nós, de nos preocuparmos menos com o sentido estético do cristão e do cristianismo e mais com a clareza e objectividade da mensagem de Cristo. Daquele que era, que é que há-de vir. Daquele que ‘é o que é’.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6454501897129313213?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6454501897129313213/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6454501897129313213&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6454501897129313213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6454501897129313213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/06/reflexoes-de-hospital.html' title='Reflexões de Hospital'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7960987934162397441</id><published>2010-06-04T16:28:00.001+01:00</published><updated>2010-06-04T16:31:17.892+01:00</updated><title type='text'>Um (des)Governo merecido</title><content type='html'>&lt;b&gt;Nota prévia: perdoem-me a rispidez da escrita, mas aqui está um dos temas que me aflige verdadeiramente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um desígnio nacional. Fazemos pouco mas falamos muito. Afinal, falamos de um país onde péssimos políticos dão lugar excelentes comentadores, mas onde o contrário nunca foi visto. Porquê? Das duas uma: ou é cultural, ou fruto de alguma coisa que nos deitam na comida todo o santo dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma característica quase transversal à cultura portuguesa este fala que fala, mas nada faz. Falamos muito, faríamos muito melhor se estivessemos no lugar deste ou daquele, injuriamos dia sim dia sim quem nos lidera/governa/dirige. Já escrevi que cada um tem o (des)governo que merece. E cada vez mais creio nisso. A mudança de comportamentos tem de deixar de começar no outro, e tem de começar a ter início em mim. Problema 1: somos extraordinários a colocar nos ombros dos outros a responsabilidade pelos problemas que temos em mãos. Problema 2: enquanto não assumirmos pessoalmente os problemas que nos afligem, dificilmente poderemos resolver algum deles. Eu sei que a culpa é do governo (e depois deste será do próximo, e antes deste foi de todos os outros que o antecederam). Problema 3: o que criticamos é exactamente aquilo que faríamos (vai a aposta?), portanto sejamos mais francos e menos hipócritas (aquilo que acusamos toda a gente de ser). Problema 4: somos mestre no preso por ter cão e no preso por não ter...cortou-se 5% no salário dos políticos? Vergonha, deveria ser mais! Não se cortou? Vergonha, não são capazes de abdicar de um cêntimo que seja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto português compreendo o quão difícil é governar um país de descontentes compulsivos que, no entanto, pouco fazem na sua vida diária para resolver os descontentamentos próprios. Há sempre um desígnio qualquer que impediu, que não ajudou, mas nunca houve culpa própria. Creio que todos concordamos que são necessários menos paladinos da opinião, e mais gente na linha da frente a fazer algo de novo acontecer. A minha pergunta é em que linha estamos nós? Na primeira, dando a nossa opinião (que até pode ser relevante, mas que não passa de uma opinião) ou na linha frente dando o corpo às balas? Parece retórico este cenário, mas não o é. Estamos à espera do nosso vizinho para fazer o bem, ou fazêmo-lo apenas porque queremos fazer  o bem? Somos nós um polo de mudança, de melhoria do mundo que nos rodeia? Somos nós verdadeiramente algo de novo, ou apenas mais uns desencantados e rabugentos velhos do Restelo, infelizes com tudo o que se passa à nossa volta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a tua posição? Em que linha estás hoje?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7960987934162397441?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7960987934162397441/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7960987934162397441&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7960987934162397441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7960987934162397441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/06/um-desgoverno-merecido.html' title='Um (des)Governo merecido'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4422841125833594949</id><published>2010-05-31T16:53:00.003+01:00</published><updated>2010-05-31T17:45:31.053+01:00</updated><title type='text'>Crítica e Decepção</title><content type='html'>&lt;b&gt;Todos criticamos e todos somos criticados. Todos já ficámos decepcionados e todos já decepcionámos alguém. E era bom que não nos esquecessemos disso tão facilmente. Comecemos a reflexão pela crítica...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crítica é uma palavra que define duas coisas tão distantes quanto díspares: construção e destruição. Como é que uma palavra pode definir duas coisas tão distintas quanto estas? Não sei, talvez seja um qualquer erro linguístico ainda a ponto de ser corrigido, mas a verdade é que encaixamos na mesma expressão a palavra que destrói e a palavra que constrói. Pessoalmente, tenho por hábito o desprezo pela crítica destrutiva. E o meu pensamento é simples de resumir: tudo o que não seja contribuir para a solução não conta com um segundo sequer da minha atenção! Amiúde digo que não preciso que me apontem quais os problemas, porque muitos deles eu também já os vi. Do que preciso, eu e todos os líderes, colaboradores e construtores, é que seja trazida a solução. E é assim que lido com a crítica. É para deitar abaixo? Então falem sozinhos que eu tenho muito, mas muito mais que fazer...é para construir? Então vamos fazer melhor JUNTOS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se toda a gente compreendesse o verdadeiro sentido da crítica, talvez fosse mais inteligente na sua utilização. Perguntas como ‘será que saberia fazer melhor’ ou ‘ que contributo poderia eu dar para que isto corresse de outra forma’ são perguntas preliminares à crítica que devem ser feitas interiormente. Porque me dão náuseas verdadeiras aqueles que criticam aquilo que nunca sequer conseguiram ainda estar perto de fazer. Na outra mão, aqueles que criticam porque crêem que é possível fazer melhor (e como eu adoro essa crítica!), que é possível ir mais além, ser mais capaz, mais belo e mais incisivo. A sério, quereria eu que todos os que estão à minha volta me criticassem desta forma, porque quanto mais o fizerem construtivamente, mais potencial de crescimento seria concretizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E além da crítica há a decepção, que muitas vezes é resultado de uma auto-crítica que nos deixa a sensação de que poderíamos ter ido mais além. Talvez possamos colar este conceito ao de frustração. E continuo a acreditar que essa decepção, essa frustração é o teu e o meu melhor amigo, na medida em que são elas que nos vão relembrar que é preciso mudar, fazer melhor, pedalar mais. Custa muito a decepção. Deixa-nos aquela sensação de murro no estômago, muito difícil de digerir. Mas pode ser o nosso trampolim de sucesso para o futuro, para um melhor e mais belo e efectivo desempenho. É difícil lidar com a decepção? É, e muito! Mas tê-la é sinal de que estamos no caminho para fazer melhor acontecer. E isso é o que eu pretendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desiludo-me? Sim, muitas vezes. Frustro-me? Ui, nem imaginam o quanto. Mas enquanto me sentir assim e isso me fizer avançar em direcção a um melhor e mais radioso futuro, desculpem mas não me importo um milímetro que seja. E quem quiser ajudar a fazer melhor, junte-se ao clube. Tem aqui a oportunidade de mostrar que, mais do que partir pedra, pretende construir um Reino sempre crescente, inabalável, e contra o qual nada prevalecerá.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4422841125833594949?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4422841125833594949/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4422841125833594949&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4422841125833594949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4422841125833594949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/05/critica-e-decepcao.html' title='Crítica e Decepção'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4617224723652917024</id><published>2010-05-12T15:17:00.001+01:00</published><updated>2010-05-12T15:18:24.832+01:00</updated><title type='text'>Papa tudo, Ratzinger!</title><content type='html'>&lt;b&gt;Nada me move contra o Papa. Temos crenças distintas, discordo da sua actuação nalgumas áreas, não simpatizo especialmente com a sua postura tipicamente germânica, na qual os sorrisos são meros apêndices de imagem de difícil execução. Mas vejo em Bento XVI, embora menos do que no seu antecessor, uma pessoa honesta, verdadeira, digna do meu respeito, apesar do seu por vezes extremo conservadorismo. Até compreendo alguma da histeria dos fiéis, embora não partilhe dela, tendo em conta que as pessoas foram ensinadas que o Papa é uma embaixada de Cristo na Terra, uma espécie de divindidade terrena cuja duração foi 'esticada' desde os tempos de Cristo até hoje...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio disto tudo há algo que eu sinceramente não percebo. Como já disse, compreendo a emoção/histeria que percorre as vidas dos fiéis, daqueles para os quais o cristianismo visto pela lente católica é modo de vida. Mas não compreendo, aliás, repugna-me a histeria dos pseudo crentes católicos. Gente que não mete os pés numa igreja e que quando vem o Papa é do mais católico que há. Gente que não liga 'patavina' aos ensinamentos da religião que 'professa', mas que à vinda do Papa se torna católico de todos os costados. É desta hipocrisia que me queixo, não da sincera fé daqueles que a professam com ou sem Papa. E não, não concordo com a fé católica. Enquanto protestante, separam-nos n coisas que dificilmente algum dia nos poderão juntar. Mas concordo ainda menos com estes quantos hipócritas que agora gravitam à volta de Bento XVI e que na Sexta-Feira voltam à vilania e tiranagem do dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a visita do Papa lembra-me outras coisas. Lembra-me do tal problema de mediação que separa católicos e protestantes. O Papa é embaixador de Cristo, sem dúvida. Mas não é o único. Eu também o sou. Tu também o és. Há milhares de embaixadores de Cristo no mundo, o que significa que o Sr Bento XVI não tem o exclusivo. Aos olhos de Deus, Ratzinger e Ruben Barradas são dois indivíduos que precisam da mediação de Cristo para serem aceites na Presença de Deus, por intermédio da Sua graça. Embora elogie a dimensão moral do homem Ratzinger, recuso-me a olhar para o mesmo com os olhos de quem olha para uma divindade. Esse olhar guardo-o para Cristo, se me permitem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizo com uma crítica construtiva. O Papa é uma figura que merece uma recepção de excelência. Devemos recebê-lo, por isso, com o que de melhor temos, e da melhor maneira possível. Mas parece-me estranho que o Estado assuma tão grande percentagem dos gastos, independentemente dos tempos serem, ou não , de crise. O Papa é uma figura de Estado, fruto de ser o Chefe de Estado do Vaticano, mas vem a Portugal em clara missão religiosa. Logo, creio serem excessivos muitos dos gastos que o Estado português assumiu nesta visita, os quais deviam ser suportados pela Igreja. E a divisão até era simples. Nas acções enquanto chefe de estado (encontros com autoridades portuguesas, por exemplo) deveria ser o Estado a cobrir despesas. Em acções de cariz religioso (missas no Terreiro do Paço, Av. Aliados, deslocações, segurança nesses momentos, por exemplo) deveria ser a Igreja a suportar os mesmos custos. Porque o Estado é laico e não professa qualquer religião. Pelo menos no papel...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4617224723652917024?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4617224723652917024/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4617224723652917024&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4617224723652917024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4617224723652917024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/05/papa-tudo-ratzinger.html' title='Papa tudo, Ratzinger!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6130468146533359973</id><published>2010-05-04T01:03:00.002+01:00</published><updated>2010-05-04T01:05:26.242+01:00</updated><title type='text'>A Cabeça Vazia</title><content type='html'>&lt;b&gt;Entretidos. Andamos muito entretidos. Basta um Porto-Benfica e esquecemo-nos logo dos problemas e da crise e da falta de dinheiro e dos submarinos, etc, etc, etc. Andamos demasiado ocupados a tentar perceber se o Benfica é campeão neste ou no próximo fim-de-semana, andamos demasiado ocupados com os PC's, os Mac's, as Playstations, os 'talkshows', o futebol, as novelas, e esquecemo-nos que temos uma vida, uma família, uma cidade, um país e um mundo para criar. 'Eh, Ruben...que gravidade vai para aí!' dirão alguns...será? Estarei assim tão enganado? Não estará na altura de devolvermos o entretenimento ao sítio onde ele merece estar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adoro entretenimento. Adoro ser entretido. Sim, gosto do Jay Leno e do Conan. Sim, também sou apaixonado pela bola e ninguém me tira o Benfica ou a selecção. Sim, gosto disso tudo e ainda de mais algumas coisas. E é exactamente isso que me está a tirar do sério. Não é o gostar delas, entenda-se, mas é a importância que lhes dou, eu e meio mundo. Afinal, serão as 3 pedras no autocarro do Benfica são mais importantes que o empréstimo à Grécia? Será a próxima piada do Ricardo Araújo Pereira (por muito boa que seja...) mais importante do que descobrir o que se passou com os submarinos? Será o campeonato do mundo mais importante do que o tamanho da dívida externa portuguesa? A resposta é não! Então, porque nos esquecemos tão rapidamente do que é preciso fazer quando estamos entretidos. Porque continuamos a cair no 'Futebol, Fátima e Fado'? Porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto do excesso de importância do entretenimento é fácil de explicar. Estamos tão embrenhados nos problemas do dia-a-dia, que a última coisa que queremos é pensar nos problemas dos outros e do próprio país quando chegamos a casa. O problema 1 disto é que nos limitamos a empurrar os problemas com a barriga enquanto assim for. O problema 2 é que lá se vai a participação cívica e a contribuição activa para mudar o actual estado de coisas. O problema 3 chama-se ópio e deriva do estado de euforia generalizada em que muitas vezes se vive durante determinados períodos de tempo. É o que acontecerá no Mundial. Durante um mês vai parecer que não temos problemas. Afinal, estamos ali, no meio dos melhores do mundo. Ricardo Araújo Pereira dizia que 'se o Governo prometesse que o Benfica seria campeão, desde que eu andasse descalço por cima de vidros, então nem pensava duas vezes...venham de lá esses vidros!'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cabeça vazia é o objectivo do entretenimento. O mesmo tem substituído a instrução e a valorização cultural do indivíduo. É possível aprender-se no entretenimento, mas não é a mesma coisa. Há que devolver o equilíbrio a tudo isto. Eu quero ser entretido. Sabe-me bem e ajuda a não entrar em paranóia. Mas eu também preciso de me alimentar culturalmente e não apenas ser um burro entretido. Porque, se não pusermos 'a pau', é para aí que caminhamos...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6130468146533359973?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6130468146533359973/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6130468146533359973&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6130468146533359973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6130468146533359973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/05/cabeca-vazia.html' title='A Cabeça Vazia'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5371139737264973879</id><published>2010-04-29T16:59:00.000Z</published><updated>2010-04-29T16:59:48.824Z</updated><title type='text'>Pedem-se soluções</title><content type='html'>&lt;b&gt;Mais do que procurar, pedem-se soluções! Ao longo destas últimas semanas fui escrevendo e falando (no '3 minutos da UCB Portugal) sobre os defeitos e as qualidades do povo deste país à beira-mar plantado. Muita coisa poderia ter escrito mais, mas decidi cingir-me ao essencial, na minha singela e modesta opinião. Mas a crise, a cujo agravameto temos assistido nos últimos dias, pede que se tomem medidas, que se encontrem soluções, que haja o contributo de todos. Que medidas? Que soluções? Tentemos encontrá-las, então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solução 1 - A verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que ser verdadeiro. Chega de promessas vãs e pouco claras. É preciso que saibamos o quão funda vai esta crise. É preciso que a nossa preocupação nãos esteja nas TVI's ou nos Rui Pedro Rocha's ou nos Paulo Penedos desta vida. A nossa concentração deve estar centrada em saber como vai verdadeiramente este país. Quanto devemos, de quanto precisamos, o que é necessário fazer, quais os sacrifícios. É clareza neste discurso que é necessária. A primeira forma de sair de um problema é reconhecê-lo e avançar na sua direcção para o resolver. E para isso é preciso ver o problema sem nevoeiro, sem filtros nem distorções da realidade. É preciso vê-lo com olhos seriamente orientados e sem pré-concepções. É preciso ver a verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solução 2 - Colaboração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem foi dado um bom passo. Gostei de Passos Coelho quando disse que o maior partido da oposição estava ali para ajudar a encontrar soluções, e quando garatiu que não contassem com o seu partido para uma crise política. É precisa colaboração, disponibilidade para fazer em conjunto aquilo que, separados, teremos muito mais dificuldade em alcançar. São precisos cortes? Comecemos pela classe política, cortando nas despesas supérfluas massivas que ocorrem na administraçao central! É precisa colaboração de todos? Então que comecemos pela classe política, que em vez e apontar problemas, deve começar a apontar soluções! É preciso mais esforço? Comecemos então todos nós a dar o exemplo, concentrando os nossos esforços em comportamentos que ajudem o nosso país, consumindo produtos nacionais, gastando menos em bens de necessidade duvidosa, e ajudando quem mais precisa de forma activa e regular. É precisa a colaboração de todos! E todos significa todos mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solução 3 - Olhar para lá da nuvem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nuvem é densa e a tendência é focarmo-nos dela. É preciso olhar para lá da nuvem, para lá dos problemas, para lá das dificuldades. É preciso olhar, planear, pensar como pdoeremos sair e o como podemos sair daqui. É altura de, tal como J.F.Kennedy afirmou nos anos 60, perguntar ao nosso país o que podemos fazer por ele, em vez de perguntarmoso que pode ele fazer por nós. É tempo de sermos rigorosos para com quem vive na base da desnestidade e da mentira. É tempo de dar a quem precisa e tirar a quem vive em preguiça. É preciso olhar o futuro, não apenas a nuvem, mas o futuro brilhante e radioso que nos espera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solução 4 - Um espírito de Inter Milão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana o Inter jogou no campo do Barcelona. Basicamente, e trocando isto por miúdos, o Barcelona é uma equipa magnífica, talvez a melhor do mundo. O Inter treinado por Mourinho, sabia que tinha pela frente uma tarefa hercúlea, e montou uma estratégia para ultrapassar o seu adversário. Viu-se confrontado com a lesão de um dos seus melhores jogadores no aquecimento. Viu-se confrontado com a expulsão de um seu jogador ainda antes da meia-hora. Decidiu jogar feio e sem grande magia. Sem floreados nem coisinhas bonitas. E passou à final! É altura de deixarmos para trás os floreados, as bonitas coisas como estádios, estradas e aeroportos, tudo coisas muito charmosas e megalómanas. É preciso jogarmos feio em direcção aos resultados de que precisamos, ficarmos cientes de que temos um objectivo pela frente, que é levantar o nosso país do marasmo em que se encontra e devolver-lhe uma esperança que parece estar perdida. É preciso compreendermos que vão ter de ser tomadas decisões pouco belas, mas indispensáveis se queremos existir daqui a 10, 20 ou 50 anos. É preciso jogar à Inter. Bonito? Que interessa o bonito se não existirmos daqui a 10 anos?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5371139737264973879?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5371139737264973879/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5371139737264973879&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5371139737264973879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5371139737264973879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/04/pedem-se-solucoes.html' title='Pedem-se soluções'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8874845690830805855</id><published>2010-04-21T15:23:00.002Z</published><updated>2010-04-21T15:24:52.478Z</updated><title type='text'>O Mariquismo Cristão</title><content type='html'>&lt;i&gt;Nota prévia:  As expressões 'mariquismo' e 'mariquinhas', utilizadas várias vezes neste artigo, não têm por base qualquer referência a questões de orientação sexual. As mesmas são utilizadas num contexto que evoca a linguagem infantil, designando uma acção que deixa de ser feita por medo das consequências imediatas ou posteriores.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Somos uns mariquinhas. Pé de salsa, acrescentaria nos meus tempos de escola. Não aguentamos nada, somos incapazes de lidar com a decepção, pensamos que tudo se faz em 21, 6 e até em 3 passos, e esquecemo-nos que a graça da vida está na jornada e não no alcançar dos objectivos. Se os pudéssemos alcançar assim, de mão beijada, deixariam de ter todo o seu sabor. Mas não, continuamos e estamos cada vez piores na nossa intolerância ao fracasso, à dor e à desilusão. Volto a afirmá-lo: estamos feitos uns mariquinhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Ai, Rúben, estás tão azedo!’ Não, não estou. Estou até bastante bem-disposto. Mas começa a causar-me urticária extrema este mariquismo. Dei por mim um dia destes a perguntar-me a mim mesmo: ‘estás um bocadinho maricas, a queixares-te de tudo e de nada, não estás?’ E a resposta foi um sim. Oh meu Deus! Também tu, Rúben?!?! É verdade, ou era porque tinha muito trabalho, ou porque tinha pouco tempo livre, ou porque isto ou porque aquilo. ‘Vamos lá parar com isto!’ pensei eu. Afinal, quero ou não quero crescer? Afinal, quero ou não quero fazer coisas maiores que eu próprio? Afinal, aceitei ou não entregar-me a uma causa de coração, independentemente do preço a pagar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte de nós precisa de trabalhar a sua capacidade de sofrimento e aprender a carregar os diversos pesos que a vida nos vai colocando aos ombros aqui e ali. Temos de deixar de ser crianças que choram desesperadamente à primeira queda e joelho esfolado, e temos de ser mais duros, mais, desculpem a expressão, homenzinhos. Capazes de suportar tempos de abundância e de falta, tempos de sol e de chuva, tempos de vitória e tempos de tremenda dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se esqueçam que, para a maior parte de nós, já lá vai a fase de meninice relativamente à vida. Já sabemos que nem sempre teremos sacos de algodão para transportar, e que muitas vezes teremos de transportar gigantescas barras de aço durante períodos de tempo bem razoáveis. É estranho quando os mesmos desafios nos colocam os mesmo problemas. Era suposto crescermos com eles, e não apenas encararmos os mesmos desafios continuamente. É essa fase de meninice mariquinhas que precisamos de ultrapassar. É verdade que as quedas esfolam os joelhos, os cotovelos, às vezes até partimos a cabeça ou algum osso, mas nada disso  deixa de ter remédio. Há que levantar a cabeça, levantar o corpo do chão, levantar a moral das tropas, e prosseguir, prosseguir em direcção ao rumo. É verdade que as recuperações muitas vezes diferem do tamanho da queda e das repercussões da mesma,  mas ficar sentado no chão a chorar pelo braço partido não o vai curar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha pergunta é: e se Jesus se tivesse regido pelas nossas típicas acções ‘mariquinhas’? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito provavelmente, quando confrontado com a mágoa, que é das primeiras atitudes de ‘mariquinhas’ que revelamos, Ele teria fugido aquando da entrada triunfal em Jerusalém, dizendo alguma coisa como: ‘então vocês que estão aqui tão contentes comigo, a saudar-me triunfalmente, são os mesmos que me vão crucificar daqui a uma semana? Epá, então desculpem lá mas a vossa atitude magoa-me de sobremaneira. É por isso que renuncio à minha qualidade de Salvador do mundo, devido à muita dor que me causaram a hipocrisia dos habitantes de Jerusalém.’ Muitas vezes agarramo-nos à mágoa que outros nos causaram, às más atitudes de x ou y. Não me vou agarrar ao argumento de que todos nós magoamos alguém durante a nossa vida, embora ele seja verdade. Mas vale a pena pensar no que Jesus fez, apesar da atitude hipócrita daquela gente. Será que Jesus não estava magoado com a situação? Certamente...mas os mesmos que o saudaram vitoriosamente, que eram os mesmos que o crucificaram uma semana depois, esses mesmos que o magoaram, foram também os mesmos a quem Jesus trouxe a possibilidade de perdão e arrependimento. Jesus não refugiou na sua mágoa profunda para com aquela gente, nem sequer lhe dedicou grane atenção. Limitou-se a relatar o que haveria de acontecer, nada mais. Não havia mágoa que o parasse, ele sabia que estava prestes a escrever história!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se Jesus tivesse feito aquilo que muitas vezes fazemos, usar o argumento do peso excessivo? O ‘isto é demasiado pesado’ ou o ‘eu não aguento’. Só um aparte para dizer que há, de facto, momentos em que isso é verdade. Mas já repararam que, quem sua esse tipo de argumento, usa-o numa base constante? Estão sempre ‘cheios de trabalho, estão sempre cheios de dificuldade em gerir porque é tudo em demasia. Jesus passou por um momento, apenas um momento similar: pediu a Deus para ‘afastar de mim este cálice’. Jesus sabia que aquilo era demasiado pesado e que implicava grande sofrimento. Mas ele estava disposto a ir ate ao fim, como se viu no que resta da História. Será que ele não poderia, depois de ter pedido a Deus para afastar toda aquela dor, ter dito algo como: ‘Oh Deus, desculpa lá, mas isto é demasiado duro. Conta comigo para pregar em tudo quanto é sítio, ir aqui e acolá, fazer discípulos, deixar a cabeça dos fariseus em água, epá mas para ser crucificado como se fosse um criminoso, isso não! O que quiseres menos isso, porque eu não aguento!’ Apesar de tudo, Ele aguentou até ao fim. Ele sabia que era uma situação passageira, cujos proveitos seriam muito maiores que o seu esforço, que, embora sobre humano, era apenas momentâneo. E foi com os olhos postos num futuro radioso que Ele se predispôs a tudo isto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez falte aqui a cobardia. O seu contrário, a valentia, não a considero a ausência de medo, mas sim o avançar apesar do mesmo. A cobardia é olhar demasiado para o medo e de menos para o que o futuro nos reserva. Coisas novas implicam processos novos, caminhos desconhecidos, e problemas nunca antes solucionados. Mas será esta conjugação de factores que nos levará a lugares nunca antes alcançados. Se Jesus tivesse tido medo do desconhecido, hoje seríamos gente perdida no meio do falhanço do plano divino, vergados ao peso do mal e da culpa. Se Jesus se tivesse vergado perante o peso da cobardia, não teríamos visto a mudança da História que ainda hoje pode ser feita na vida de cada um. Se Jesus não tivesse avançado no meio do escuro desconhecido, hoje não teríamos a possibilidade de vermos este resultado: vidas transformada diariamente por um Deus pessoal, amoroso, gracioso e que está à disposição de todos aqueles que o quiserem receber.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8874845690830805855?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8874845690830805855/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8874845690830805855&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8874845690830805855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8874845690830805855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/04/o-mariquismo-cristao.html' title='O Mariquismo Cristão'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1059883297108918802</id><published>2010-04-16T15:44:00.000Z</published><updated>2010-04-16T15:44:24.481Z</updated><title type='text'>O que é nosso...</title><content type='html'>&lt;b&gt;Estranha mania a dos portugueses de desvalorizar o que é nosso. A nossa música é sempre a mais pirosa, os nossos políticos são sempre os mais horríveis e porcos corruptos, a nossa selecção devia jogar sempre mais, mesmo que tenha dado 5-0 ao Brasil...nunca estamos satisfeitos! 'Oh insaciável povo este', diria Camões da alto da sua pala de sapiência. Eu diria que é uma terrível insegurança que nos leva a este ponto...mas insegurança relativa a quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos inseguros quanto à nossa história - Síndrome da Ignorância Adquirida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um povo que não sabe de onde veio, dificlmente saberá para onde ir. Temos uma história rica mas infelizmente pouco valorizada. É claro que o nosso olhar não deve estar lá atrás, mas também há limites para tudo...Infante D.Henrique Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Luiz Vaz de Camões, são nome dos quais devemos saber a história de trás para a frente. Raios! Triste país em que as referência se chamam José Mourinho e Cristiano Ronaldo (com todo o respeito que me merecem...). Triste país em que há feriados religiosos por tudo e por nada e em que só há um feriado dedicado a uma figura da história portuguesa! Triste país que ignora de onde vem, porque isso é sinal que ignora para onde vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos inseguros quanto ao presente - Síndrome Velho do Restelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que ainda conhecem a História de Portugal sabem-no, mas talvez não consigam sempre enquadrar da melhor maneira (eu próprio a maior parte das vezes esqueço-me dele...). Falo da história do velho do restelo, imortalizado na expressão popular similar que define o pessimista exacerbado, aquele para quem o fim do mundo está mesmo aí há esquina há, pelo menos, 50 anos. Esquecemo-nos que essa figura pontua aquilo que é mais comum nos portugueses: a figura que rejeita o que é novo, a figura que não assume riscos, a figura que inflama meia dúzia de iluminados e os leva a rejeitar liminarmente qualquer ideia que venha romper com o pré-estabelecido. Para o velho do restelo o mundo era plano, e aqueles burros, em quem o Reino tinha gasto tanto dinheiro, iam morrer, porque iam cair na borda do mundo. Ainda hoje há uns quantos iluminados que continuam a dizer que devemo-nos manter tal como estamos, sem riscos, aqui fechadinhos na nossa casa. Relembremo-nos que Portugal foi grande quando se abriu ao mundo. Se calhar está na hora putra vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos inseguros nos conflitos - Síndrome de Pequenez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algures no tempo perdemos aquele espírito de padeira de Aljubarrota que nos trouxe até aqui e nos fez despachar castelhanos à velocidade da luz. É óbvio que o tom é de brincadeira, mas não o conteúdo. Portugal tornou-se um país de extremo politicamente correcto. Evitamos o confronto, o conflito. Muitos entendidos dizem que isso deve-se ao facto de sermos um país estável em termos de conflitos bélicos há muitos e muitos anos. Talvez seja. Mas precisamos de recuperar esse espírito 'padeira de Aljubarrota'! Precisamos de perder o medo de ir à guerra, de meter o pé, precisamos de deixar de ser o pequenino bem comportado. É essa pequenez estampada na tentativa de fazer tudo muito bem feitinho que nos tem causado tantos problemas e nos tem afundado cada vez mais no fundo dos fundos dos fundos da relevância a nível mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Significa isto que estamos feitos? Não, porque muitas outras coisas temos de extraordinário...falamos disso depois, ok?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1059883297108918802?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1059883297108918802/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1059883297108918802&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1059883297108918802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1059883297108918802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/04/o-que-e-nosso.html' title='O que é nosso...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3320984571823046313</id><published>2010-04-14T14:40:00.000Z</published><updated>2010-04-14T14:40:14.597Z</updated><title type='text'>A vã glória de corrigir sendo corrigido</title><content type='html'>&lt;b&gt;Titulo estranho e poético. Eu sei, foi essa a ideia. Ao mesmo tempo que fiz um título engraçado, consegi que ele tivesse sentido, isto tendo em conta aquilo que vou escrever a seguir...nada mau, nada mau, mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum de nós pode dar-se ao luxo de dizer que não precisa de ser corrigido. Mesmo orgulhosos, sabemos lá no fundo que temos que mudar uma ou outra coisa (mas alguns dizem logo 'não mais do que isso!) para que a nossa vida seja maior e para que o nosso futuro seja mais risonho. Ao mesmo tempo, a correcção é das coisas com que lidamos pior. Não seria estranho se a correcção não fosse o que é na realidade: a aceitação do que fizemos ou somos de menos bom, e o assumir como irremediável uma coisa chamada mudança...ouch!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que perceber que somos uma contante mutação, e que quem pára não morre, é um facto, mas torna-se um mero peão, sem infuência, sem capacidade de adaptação. sem capacidade de sobrevivênca no médio/longo prazo. É a aceitação da correcção e a consequente mudança que nos torna capazes de nos melhorarmos a nós próprios, regenerando a nossa maneira de pensar, de agir, de ver, de viver. Em suma, diz-me o quanto és capaz de ser corrigido, e eu dir-te-ei quão longe chegarás...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que encontrar o equilíbrio fundamental entre a firmeza e mudança. Muitos confundem a segunda com incapacidade de ser firmes numa determinada decisão. Costumo dizer que, se me provarem por a+b que a opção que me apresentam é melhor que a minha, então só se for burro é que não a levo em consideração. Por outro lado, mudar de decisão sem estar certo de que se muda para melhor, é, isso sim, falta de firmeza. Esta capacidade de reconhecer nos outros as ideias melhores que as nossas é das melhores coisas de um líder. É ele que decide, sim. Mas nada como termos uma liderança que decide o melhor, não olhando à(s)cara(s) ou ao(s) nome(s) por detrás de determinada ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos de ser mais inteligentes perante a correcção. Afinal, se for justa, ela vem para nosso bem e crescimento. Vem para que mudemos o nosso interior e as nossas acções para melhor. Só alguém muito inseguro é capaz de ver na correcção uma punição ou um castigo. Até o pode parecer à primeira vista. Mas se olharmos para lá do nevoeiro, obteremos, como sempre que vemos as coisas dessa maneira, a imagem fiel do que ela representa: uma oportunidade de crescimento e mudança para um futuro melhor e mais brilhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem corrige ama, e quem ama corrige, é uma frase que tem grande fundo de verdade. Mal de alguém que me seja próximo quando eu me torno indiferente aos seus erros, é sinal de indiferença. E sabem qual o contrário desse tal senhor que corrige? Pois, é isso mesmo...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3320984571823046313?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3320984571823046313/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3320984571823046313&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3320984571823046313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3320984571823046313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/04/va-gloria-de-corrigir-sendo-corrigido.html' title='A vã glória de corrigir sendo corrigido'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3420979615485774125</id><published>2010-04-06T14:54:00.004Z</published><updated>2010-04-06T15:11:46.829Z</updated><title type='text'>As voltas do criativo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Não importam as voltas que damos.  Não importa todo o trabalho em que estamos embrenhados, nem toda a bulícia do dia-a-dia. Não importa o quanto estamos ocupados, ou o quanto andamos cansados, ou o quanto queremos compor ou desenhar ou criar. O que importa é que recebemos uma chamada. E é da nossa casa! Quer que regressemos àquilo que realmente interessa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que interessa realmente? É o porquê. Quando perdermos a noção do porquê, perderemos tudo, porque sem o porquê, nada faz sentido. É demasiado fácil perdermos o porquê, a razão, o centro das coisas. O deslumbramento talvez seja o culpado, embora também seja fácil culpar o excessivo trabalho. Mas não, é o deslumbramento que se assume como o principal responsável pela perda da identidade central e fulcral do papel do criativo...porquê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque no dia em que criarmos algo do 'nosso tamanho', perdemos a magia da criatividade, do criar. A ambição de todo o criativo, é criar algo maior que ele próprio, que perdure, seja uma música, um filme ou uma obra de arte de outra estirpe. É essa a maior e mais bela ambição do criativo. E isso obriga-nos a procurar uma 'musa' maior do que nós mesmos, um ponto de inspiração que nos ultrapasse, e que permita que a criação seja maior e mais bela que o criador. Ora, só é possível tal desígnio se a nossa 'musa' for a fonte suprema de inspiração, infinito quer no flow in, quer no flow out, e que constantemente nos desafia e ultrapassa os limites da nossa imaginação, do nosso pensamento criativo. E por mais que tente dar voltas para encontrar a melhor e mais completa musa, eis que dou por mim a regressar ao mesmo ponto de inspiração...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque no dia em que formos incapazes de reflectir a essência da criatividade, seremos incapazes de criar. E o que é a essência da criatividade? Despirmo-nos do que já existe e reinventarmos aquilo que pensávamos já estar inventado. Parece difícil, e é-o, na realidade. Temos de nos desformatar daquilo que já há está formado na nossa cabeça, sob pena de sempre voltarmos à mesma forma. E sé é suposto voltarmos à mesma musa, é contra o voltarmos à mesma forma que os criativos lutam dia após dia. Há que desligar do como foi feito ontem, e do como é feito hoje, ser criativo é fazer a ligação com o como será feito amanhã. É reencontrar esta essência da criatividade, que nos faz desesperar por moldar o futuro. Isso é criatividade! É desfazer, desformatar, desmontar, para que seja possível criar, construir, consubstanciar o que ainda não foi feito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque criar é trazer o futuro para hoje. É isso que criamos, o futuro. É pegar naquilo que gostaríamos que fosse feito amanhã, e fazê-lo hoje, de uma maneira que nunca o mundo pôde antes ver. Isso é criatividade, mesmo que nos tentem enganar tantas vezes, oferecendo-nos vinho velho em odres novos. Os odres são bonitos, mas o conteúdo deles é o mesmo, vinho velho. A realidade é que as pessoas estão fartas do vinho que beberam ontem, elas querem um vinho novo, de aroma e gosto suave, mas intenso, que lhes provoque emoções, sensações, e não a indiferença do costume. É isso que é a criatividade, é tratar do odre e do vinho, é dar beleza, mas também dar conteúdo, é trazer o vinho bom para a frente. E por isso o criativo não é mais do que aquele que pinta de futuro o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque criar é ver com outros olhos, com outros óculos, ver o que poucos viram, ou o que muitos acharam inexequível. É ver para lá da névoa e da dúvida, e vislumbrar uma beleza nunca antes vista. É conseguir ver mais do que apenas o imediato, as dificuldades, as impossibilidades, e projectar, numa tela por vezes baça, uma imagem que vai para lá da mesma tela, e que consegue captar a essência do que há de vir. É por isso que não raras vezes quem cria é incompreendido, é-o porque vê o que mais ninguém vê, e isso é considerado louco. Cria aquilo que vê para lá do nevoeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sem voltar ao centro, à forma, à 'musa' inicial, tudo isto que escrevi há-de desvanecer-se. Porque até hoje ainda só conheci uma pessoa, capaz de ir para lá do razoável e do imaginável, só conheci uma pessoa que consegue ver todo o mundo com outros olhos, só conheci uma pessoa capaz de trazer constantemente o futuro para hoje, convidando-nos a entrar nele dia após dia, após dia, após dia. Amigos criativos, é exactamente para Ele que devemos voltar...&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3420979615485774125?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3420979615485774125/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3420979615485774125&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3420979615485774125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3420979615485774125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/04/as-voltas-do-criativo.html' title='As voltas do criativo'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5869827746387269947</id><published>2010-03-12T16:57:00.002Z</published><updated>2010-03-12T17:01:03.542Z</updated><title type='text'>I'm a Rock Star, Baby!</title><content type='html'>&lt;b&gt;Rock Star é um conceito na moda há décadas. É um conceito ilusório de estrelato, realização e glamour difícil de explicar. Um conceito perseguido por milhares, apesar das histórias trágico-glamorosas que pontuam as estrelas que conhecemos. A realidade é que a maior parte de nós vive com a ilusão de um dia atingir esse conceito de imortalidade que caracteriza o estrelato. Uma imortalidade que nos leva a vivermos para lá da nossa existência terrena, mas que também nos leva a um sítio onde a nossa própria vivência terrestre se torna quase que intocável - ninguém nos 'toca', ninguém consegue chegar até nós. O porquê disto é uma pergunta a que poucos conseguiriam responder. Fama, dinheiro, sexo ou exposição mediática poderiam ser razões aparentes, mas não estou convencido que sejam a explicação de tudo. Por isso, entremos no mundo rock star...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Que desejo secreto é este?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Em primeiro lugar é um desejo de reconhecimento. Faz parte da nossa natureza. Nós, seres humanos, lutamos para sermos reconhecidos naquilo que fazemos, atingimos o ponto máximo da nossa existência quando alguém nos aponta como 'bons, excelentes, ou fantásticos' a fazer isto ou aquilo. O homem é um animal que precisa de reconhecimento, e precisa dele como se de pão para a boca se tratasse. Se eu faço x, então espero o reconhecimento y. Se eu faço bem, espero que haja reconhecimento nisso, e se for reconhecimento público, tanto melhor. E isso leva-nos ao segundo ponto...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É o nosso desejo de sermos superiores que vem ao de cima. Ao sermos reconhecidos publicamente, estamos a ser elevados sobre alguém, estamos a ser colocados em posição superior a a, b ou c. E isso faz-nos sentir tão bem...faz-nos sentir tão superiores. E vicia-nos. Após sermos reconhecidos publicamente, passamos a esperar secretamente que, sempre que há um reconhecimento, ele seja direccionado a nós, mesmo que até saibamos que houve quem fizesse mais que nós. Estranho? Nem por isso...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E a estranheza disto dilui-se numa simples razão: nós somos competitivos! Por mais que neguemos esse facto, só estamos bem em competição. Pela melhor piada, pelo melhor carro, pela melhor casa, pelo melhor emprego, pelo melhor ordenado. E pensamos que quem não pensa assim deve ser atrasado ou coisa que o valha! Gostamos de competição. Mais! Nós precisamos de competição! É por isso que produzimos mais e melhor quando temos quem esteja a fazer o mesmo trabalho. É o desejo secreto de batermos o nosso concorrente a trabalhar...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E a culpa talvez seja das luzes, essas marotas que nos fazem pensar que somos mais importantes do que o que somos na realidade, essas luzes que nos enganam e fazem de nós as rock stars que nunca fomos. E é essa ambição descarada de nos tornamos imortais, não no que fazemos, mas no nosso nome, que nos impele de forma tão gananciosa a procurar tal desiderato. Que fique claro: cada um de nós deve deixar uma marca que perdure, pelo bem, para lá da nossa vida. Mas que o que perdure seja a nossa obra e não o nosso nome. Se este perdurar no tempo, então que seja pela nossa obra, nada mais. Não deixemos que a 'bebedeira' de luzes nos encha o ego, sob pena de a 'ressaca' da nossa pseudo exposição (que, na maior parte das vezes, é irrelevante, convenhamos...) seja terrívelmente dolorosa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E a culpa é (deixemos o talvez de lado) dessa ideia miticamente mística de que quanto mais inatingíveis estivermos, melhores somos, de que quanto menos do 'povo', mais importantes nos tornamos. &lt;i&gt;Au contraire&lt;/i&gt;. Quanto mais próximos, chegados e dados às pessoas estivermos, mais perto dos seus problemas, anseios e motivações estaremos. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Quanto mais próximos, chegados e dados às pessoas estivermos, mais próximos estaremos da solução. E todos sabemos que o mundo anda à procura de solução desde que se inventou.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por isso, políticos, líderes, responsáveis, chefes e afins...próximos das 'gentes', do 'povo', das pessoas...ok?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5869827746387269947?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5869827746387269947/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5869827746387269947&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5869827746387269947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5869827746387269947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/03/sermos-palpaveis.html' title='I&apos;m a Rock Star, Baby!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6997449584168764715</id><published>2010-02-12T16:42:00.002Z</published><updated>2010-02-12T16:42:54.816Z</updated><title type='text'>Mais Que Música 2010! Muito boas notícias...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/S3WFAxgCCLI/AAAAAAAAAFc/A816zAZQx-A/s1600-h/MQM+2010_Cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/S3WFAxgCCLI/AAAAAAAAAFc/A816zAZQx-A/s320/MQM+2010_Cartaz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6997449584168764715?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6997449584168764715/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6997449584168764715&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6997449584168764715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6997449584168764715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/02/mais-que-musica-2010-muito-boas.html' title='Mais Que Música 2010! Muito boas notícias...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/S3WFAxgCCLI/AAAAAAAAAFc/A816zAZQx-A/s72-c/MQM+2010_Cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6251530786166488230</id><published>2010-02-01T22:00:00.004Z</published><updated>2010-02-01T22:01:45.188Z</updated><title type='text'>Os cristianizadores morais compulsivos</title><content type='html'>&lt;b&gt;É bonito e quase comovente. Reproduzem-se como se não houvesse amanhã. São o contrário da gente relevante acerca da qual ainda ontem falou o meu ‘patrão’ e amigo Mário Rui Boto. Chamar-lhes cristãos é elogioso, atendendo à sua conduta de comportamento. Não, não estou a falar dos homicidas, nem dos homossexuais, nem dos ateus. Estou a falar de uma raça crescente e assustadora. Há quem lhes chame fariseus. Há quem lhes chame moralizadores. Há quem lhes chame falsos. Há quem diga que são necessários. Eu prefiro chamar-lhes os cristianizadores morais compulsivos da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialistas na análise de tudo o que se passa à volta, sabem ler e compreender todas as atitudes dos outros, fazendo sempre a sua crítica ‘construtiva’, fruto de uma leitura cristã ‘séria e independente’. Vêem tudo e todos como ninguém, lendo todos os sinais de decadência moral em que este mundo está a entrar. São particularmente especialistas nas questões morais do indivíduo, comentando cada acção menos feliz com uma superiodade própria de alguém a quem a santidade assenta que nem uma luva. Tudo é vergonha. Tudo é desgraça. Tudo é decadência moral. Nada é óptimo. Caminhamos decisivamente para o maior dos males.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes moralizadores gostam especialmente de sangue. Tudo o que soe a queda, tudo o que soe a erro crasso de alguém, tudo o que soe a ‘derramamento de sangue’ (sempre ‘espiritualmente falando’) tem a sua atenção e a sua intervenção. Comparo-as àquela malta que aparece nos acidentes de viação, aqueles grandes. Há pessoas a morrer ali naquela altura, mas a sua preocupação está virada para quem teve a culpa, quem errou, quem falhou, como se os paramédicos tivessem isso em consideração aquando do tratamento dos feridos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes moralizadores tendem a transformar a igreja em não, tendem a levar a igreja para um ponto de isolamento da sociedade, porque consideram a mesma demasiado impura para poder albergar a mesma. Estes moralizadores apenas se contentam quando a igreja se torna um clube de seres moralmente superiores, deslocados da sociedade por evidente capacidade superior. O seu sonho é quase o mesma da maçonaria: um circuito fechado e iluminado de gente acima de toda a suspeita. Uau!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tempo de aqueles que são cristãos (seguidores de Cristo) se levantarem, não contra estes moralizadores, mas a favor de uma sociedade que precisa do Evangelho hoje mais do que ontem, e amanhã mais do que hoje. A última coisa de que precisamos é de quem aponta os problemas, as falhas, os erros. Precisamos de mãos que levantem a mulher adúltera, precisamos de palavra para falar com a mulher samaritana, precisamos de braços que abracem o filho pródigo, precisamos da atenção do bom samaritano para com o próximo. Não precisamos de quem diga que eles estão mal. Disso eles sabem. Todos sabem. Do que precisamos é de mais de Cristo e menos desta amálgama pseudo-moralizadora em que muito querem tornar a Igreja.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6251530786166488230?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6251530786166488230/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6251530786166488230&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6251530786166488230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6251530786166488230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/02/os-cristianizadores-morais-compulsivos.html' title='Os cristianizadores morais compulsivos'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5583103079100485998</id><published>2010-01-25T17:08:00.004Z</published><updated>2010-01-25T17:15:06.549Z</updated><title type='text'>São três dias</title><content type='html'>&lt;b&gt;‘São só três dias, senhor!’, exclamava aquele homem, num tom esbaforido e quase sem fôlego. Eu olhava para ele e pensava no quão irreal era aquela previsão. Afinal, quais seriam as hipóteses de, daqui a três dias, tal acontecimento de dimensão superior, acontecer? Poucas, pensava eu, mas o homem teimava, ‘três dias, senhor, três dias! Espere só mais três dias…’&lt;br /&gt;Eu continuava a pensar que três dias era muito tempo. Tudo o que ultrapassa as três horas causa-me logo náuseas, quanto mais três dias. Raios! E logo agora que estava tudo tão bem encaminhado. Disse-lhe um ‘já volto’ frio e evasivo, na esperança de que ele próprio se deixasse daquela gritaria e daquela ideia. Tinha mais que fazer (frase que norteia toda a minha vida) e aquilo já se inseria no que eu habitualmente designaria de ‘palhaçada’.&lt;br /&gt;Esperar três dias por uma coisa que nem sei se viria a acontecer, nem que hipotéticos resultados teria? ‘Não, nem pensar’, era o que me passava pela cabeça. Afinal, 'tenho dinheiro, estou bem na vida, gosto de tudo JÁ, e esperar nunca foi o meu forte. A minha assitente já sabe como é. É tudo hoje, agora, e às vezes, ontem! Não tenho tempo, nem paciência, nem quero esperar nem um, nem dois, quanto mais três dias! Isto comigo é tudo a andar e sem paragens, é a aviar cartucho’ pensava eu, como que a relembrar-me a mim mesmo como funciono.&lt;br /&gt;Estava eu no meio do meu brainstorming de auto-elevação, quando um pequeno calafrio, pequeno mesmo, me passou pela área a que carinhosamente chamamos ‘espinha’. Corrente de ar? Ar condicionado? Olhei à volta e nada disso. Já sabia o que era. E quase que me chateei com isso. Era ‘aquela’ sensação que me ia obrigar a ir contra o que tinha acabado de pensar, a seguir o chamado ‘feeling’. ‘Raios!’ exclamei, como se estivesse destinado e automaticamente obrigado a ler e a cumprir aquilo que o tal de ‘feeling’ me tinha designado.&lt;br /&gt;Virei a esquina e lá estava o tal homem. Antes que aquela cantilena começasse outra vez (o facto de eu lhe dar os três dias não significava que eu o quisesse ouvir de novo…) levantei o braço direito no ar, num sinal de ‘pare’, e avancei para ele, decidido e seguro. ‘Três dias, nem mais um’, disse-lhe eu com aquela voz de mau que tão bem sei fazer, ‘nem mais um’. O homem disse-me, então, um feliz mas tímido ‘não se vai arrepender, senhor’ que eu só dias depois compreenderia.&lt;br /&gt;Mal sabia eu que, aos três dias, a minha vida iria mudar. Para sempre…&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5583103079100485998?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5583103079100485998/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5583103079100485998&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5583103079100485998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5583103079100485998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/01/sao-tres-dias.html' title='São três dias'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2286112868929702909</id><published>2010-01-21T15:19:00.001Z</published><updated>2010-01-21T15:20:43.512Z</updated><title type='text'>Reescrevendo 'Os que da lei da morte se libertam'</title><content type='html'>&lt;b&gt;Reescrevo porque repensei e reflecti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O post 'Os que da lei da morte se libertam' foi escrito tendo como ponto de partida o falecimento da minha avô Luísa. Alguns saberão que ela passou os últimos 28 anos num estado provocado por acidente grave de viação, que a atirou para uma cadeira de rodas, ao mesmo tempo que toldou boa parte das suas capacidade mentais. Com base nisso escrevi (e pensei!) que a grande mágoa que teria era de não a poder ter conhecido verdadeiramente, antes desse acidente. Mas hoje escrevo diferente, e passo a explicar porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde miúdo que me habituei a ouvir relatos da vida da minha avóantes do acidente, contados por gente que ela conhecia, amava ou, de alguma outra forma, influenciou. Ouvi n relatos diferentes, de gente diferente, que conviveu com ela em momentos diferentes. Todos esses relatos convergem num ponto-chave comum. A minha avó amava as pessoas, amava estar com elas, preocupava-se com elas e queria estar no meio delas. Ajudava, acompanhava, aconselhava, dava a mão, levantava, mobilizava. Tinha tempo para a Igreja, para a família, e para as pessoas, nunca descurando nenhuma destas áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que eu reescrevo. Guardei da minha avó uma coisa simples, mas de importância incalculável. O amor pelas pessoas. O interesse pelas pessoas. O foco nas pessoas. As pessoas é o que de mais importante há neste mundo. Cristo veio pelas pessoas. E eu gostaria de também ser reconhecido por essa característica. E é por isso que reescrevo. Porque, sem que provavelmente ela tenha tido consciência disto, a minha avó ensinou-me o quão importantes são as pessoas. Sem elas, nem correrias, nem edifícios, nem projectos, nem reuniões importam. Importam, isso sim, as pessoas. E é por elas que sigo o exemplo da avó que eu não conheci, mas da qual ouvi falar. Porque as tuas obras continuaram e continuarão a falar mesmo depois da tua morte...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2286112868929702909?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2286112868929702909/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2286112868929702909&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2286112868929702909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2286112868929702909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/01/reescrevendo-os-que-da-lei-da-morte-se.html' title='Reescrevendo &apos;Os que da lei da morte se libertam&apos;'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6043204109567301016</id><published>2010-01-19T02:35:00.004Z</published><updated>2010-01-19T02:43:25.779Z</updated><title type='text'>Os que da lei da morte se libertam</title><content type='html'>&lt;b&gt;Sobre aqueles que 'se vão da lei da morte libertando’, escreveu Camões, até talvez pouco confiante na grandiosa verdade que acabara de escrever. Olhar para a morte como o derradeiro lugar de oportunidade, pode ser estranho, mas talvez não seja assim tão incorrecto. Mas não é uma dissertação sobre a morte que me traz aqui. É uma dissertação sobre a vida…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perdemos alguém, por muito difícil que nos seja encarar tal facto, guardamos as recordações e os momentos que nos marcaram de alguma forma. Podemos dizer que a força da recordação é a força que mantém determinadas pessoas ‘vivas’ em cada um de nós. Eu próprio já o escrevi. São essas pequenas lembranças que nos engancham à memória deste ou daquele momento, desta ou daquela pessoa, deste ou daquele dia. É tal como acontece com o povo. Se estudarmos Relações Internacionais (e todas as suas ‘afiliadas’) aprendemos que só há povo quando há memória colectiva. Histórias, dias, sucesso, vitórias, derrotas e fracassos comuns, celebrados e chorados em conjunto. Aplicando isto ao indivíduo, diria que uma das piores tragédias do ser humano seria a de perder a capacidade de guardar as suas memórias, quer as boas (por razões óbvias), quer as más (porque nos ajudam a lembrar o quão boas são as boas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modernidade tem-se esforçado por deixar de viver amarrada ao passado. E tem-no feito bem. Mas não pode cair no erro de esquecer a sua memória. Nem revivalistas, nem desconhecedores do passado. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Sejamos equilibrados, porque sem este equilíbrio, perderemos grande parte daquilo que somos. Há que estabelecer a diferença entre revivalismo fundamentalista, que deifica tudo o que é passado, e o apagar da memória colectiva, que nos trouxe até aqui, que fez de nós aquilo que somos, com todos os defeitos e virtudes que isso acarreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez me perguntem porque escrevo sobre memória sendo tão novo. Eu explico. 25 anos é a minha idade. Hoje, vi falecer a minha avó Maria Luísa, a quem um acidente grave de viação retirou grande parte das faculdades físicas e mentais que tinha. Esse acidente ocorreu em Outubro de 82. Isto significa que vi partir alguém que, na realidade, nunca conheci. O único gancho que me segura à sua história são as histórias e as narrativas de quem conviveu com ela antes daquele dia. E se perder alguém cuja história nos marca directamente é doloroso, não pensei que lembrar-me que nunca conheci a minha avó, aquela avó dinâmica e cuidadosa, decidida e meiga, pastora e amiga, fosse tão difícil. Faltam-me palavras para expressar o vazio. A pena de não ter como recordar aquilo que a Maria Luísa Barradas foi verdadeiramente. Apenas ouvi falar dela…e isso não me chega…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é tarde para ganhar a memória. Vou agarrar no meu avô João (o único vivo agora) e vou escrever um livro com ele. Não é um livro de memórias, mas um livro de sabedoria, da sabedoria que emana de cada vez que ele fala. Quero que todos conheçam o homem que, de cada vez que abre a boca, me ‘mostra’ qualquer coisa nova sobre a Bíblia. E quero ter essa memória…&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6043204109567301016?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6043204109567301016/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6043204109567301016&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6043204109567301016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6043204109567301016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/01/os-que-da-lei-da-morte-se-libertam.html' title='Os que da lei da morte se libertam'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4629144169975270622</id><published>2010-01-05T15:36:00.007Z</published><updated>2010-01-05T16:34:10.419Z</updated><title type='text'>O Fundamentalismo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Ninguém me tira da cabeça que o homem não é um ser democrático. O que torna ainda mais espantoso como é que a democracia conseguiu evoluir (pelo menos no Ocidente) até aquilo que hoje é. Mas o ser humano não é democrático. Isso vê-se pelo seu comportamento, e acima de tudo, pela fraca qualidade que evidencia na hora de aceitar as opiniões divergentes da nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundamentalismo é associdado quase que em regime de exclusividade aos muçulmanos extremistas. E isso é tudo menos verdadeiro. Tenho-me dedicado a observar debates, entrevistas, intervenções e um sem número de outros derivados destas, e tenho, invariavelmente, chegado à mesma conclusão: democratas? Só quando é para pôr a cruzinha no boletim…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje de manhã, de forma casual, ouvi o presidente da Opus Gay em entrevista na SIC Notícias. Não concordando com a generalidade dos pontos de vista que defendem, sempre primo por tentar perceber (embora confesse que nem sempre consigo) os pontos de vista em questão. Foi com surpresa e desagrado que ouvi da boca deste senhor, António Serzedelo de seu nome, a destilar disparates odiosos contra tudo o que é contra a legalização dos casamentos entre homossexuais, dizendo que a recolha das 90 mil assinaturas que hoje foi apresentada no Parlamento tinha sido obra de ‘párocos que haviam incentivado os fiéis a assinarem no final das homílias’(uau, grande problema...) e que ‘até os evangelistas tinham feito publicidade a esse facto numa conferência no Algarve’ (nem eu, que estive nessa tal conferência de evangelistas, sabia que a conferência tinha sido assim tão importante para a Opus Gay…). Deixando de lado a ignorância da expressão ‘evangelistas’ (como diria Ricardo Araújo Pereira, já que é para injuriar, ao menos que o façam acertadamente…), espantou-me o tom do discurso e a dureza arrogante do mesmo. Eu sou o primeiro a afirmar que os homossexuais foram, ao longo dos tempos, perseguidos e alvos de injustiças sociais gigantescas. Mas isto só vem confirmar os meus receios: o ser humano só suspira pela democracia quando está na mó de baixo, quando aparece como ‘parte dominante’ rapidamente se esquece dessa mesma democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É deste fundamentalismo que falo e contra o qual me pronuncio. Então de que vale a nosso opinião? É certo que a arma da opinião tem sido mal usada n vezes, por gente que não percebe que a opinião vale a pena quando é para agir. Costumo dizer que não precisamos de alguém que aponte os problemas, porque esses já conhecemos. Precisamos é de quem trabalhe nas soluções. Mas a má utilização da opinião não justifica isto. Será que a minha opinião vale menos ou mais que a de alguém? Será que o meu ponto de visto é melhor ou pior do que um qualquer outro? Será que podemos passar a vida a julgar as pessoas, tendência particularmente óbvia quando os julgados deixam a sua posição e passam a julgadores? Será? Então de que democracia somos nós apoiantes? Slazar, Hitler e Mussolini também se diziam democratas. Em Portugal haviam eleições, com o ‘pequeno’ pormenor de ganahr sempre o mesmo. Hitler ganhou o poder democraticamente, mas no que toca a democracia, ficámos por aí. Porque a grande conquista da democracia não foi a cruz no boletim. A grande conquista da democracia é que eu gtenho direito a ter a minha visão, a minha opinião, e tenho direito a fazer algo por isso. Na democracia, a única coisa que não se deveria admitir é a superioridade de julgamento de pensamento ou de opinião. E eu ainda hei-de ver isso a acontecer…&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4629144169975270622?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4629144169975270622/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4629144169975270622&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4629144169975270622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4629144169975270622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2010/01/o-fundamentalismo.html' title='O Fundamentalismo'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2290437097120951192</id><published>2009-12-30T18:20:00.000Z</published><updated>2009-12-30T18:20:20.009Z</updated><title type='text'>Sobre os casamentos entre pessoas do mesmo sexo + adopção, parte III</title><content type='html'>&lt;b&gt;A discussão no Facebook já vai longa, portanto vamos lá recentrar a questão, se me é permitido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Não sou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que não quer dizer que tenha de os perseguir impiedosamente com uma cruz na mão gritando 'vai de retro, Satanás', nada disso.&lt;br /&gt;2.Não sou a favor da adopção de crianças por casais homossexuais. A questão que levantei tinha um único propósito: descobrir o contrasenso da argumentação dos que defendem o casamento, mas que não vão legalizar a adopção, apenas e só isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a minha posição tem uma lógica. Não sou acusador nem moralizador da sociedade, pelo que nunca andarei por aí a levantar a alguém ou a alguma classe de pessoas, sejam eles quem forem. Isso não quer dizer que me coloco ao lado dos seus comportamentos. Por exemplo: quando alguém visita um assassino a uma cadeia, para o ajudar a encontrar o seu caminho em Deus, está a apoiar o assassinato que essa pessoa promoveu? Não, está, isso sim, a trazer uma nova esperança, e a fazer aquilo que Jesus sempre fez: dar uma oportunidade àqueles que a sociedade escorraçou. Não comparo um assassino a um homossexual, mas ao dizer que deveriamos ter as nossas portas abertas àqueles cuja sexualidade difere da nossa, apenas estou a dizer aquilo que creio que Jesus faria. Sim, eu creio que ele se daria com os homosseuxais, porque eles precisam tanto do amor de Deus como eu. O exemplo da mulher adúltera é taxativo. Quando Jesus disse 'aquele que nunca errou, que atire a primeira pedra' estava a declarar que o adultério já não era pecado? Não, estava sim a dar uma nova oportunidade àquela mulher, que de outra maneira teria sido morta naquele lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos homossexuais já não foram 'mortos' para um relacionamento com Deus porque a nossa atitude enquanto embaixadores é a que é? Quantos já não viram esfriar ou desaparecer um desejo de perceber quem Deus é, porque a Igreja não é capaz de responder, de os receber, de os ajudar, como fazemos com tantos outros tipos de pessoa? A igreja, que deve ser inclusiva, tornou-se um pólo de rejeição para estas pessoas? Será isto correcto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à adopção. Reafirmo que não sou a favor. Não devido à questão educativa, mas porque não acredito na homossexualidade como um estilo de vida, logo não acredito que daí possa surgir uma família no seu pleno direito. A única coisa que afirmei foi que acredito ser contrasenso propôr-se uma coisa sem se propor a outra. Se o grande argumento para se legalizar o casamento é o da igualdade de direitos, então também deveriamos permitir que essa igualdade incluisse a adopção. Também não sou hipócrita. Mesmo não acreditando na homossexualidade como estilo de vida, creio que muitas das crianças orfãs e rejeitadas que vivem nas instituições, viveriam melhor em lares, mesmo sendo estes de casal homossexual. Volta a dizer que com isto, não me declaro a favor. Apenas estou a explanar a fraca qualidade do argumento da igualdade de direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De resto, só a acrescentar o quão desastrosa é a nossa linguagem no que toca aos homossexuais. Se a única coisa que temos a responder-lhes é 'o teu estilo de vida é errado, vais arder no Inferno', então se calhar está na altura de nos calarmos. Ou talvez de adoptarmos uma nova linguagem. Sem nunca abdicarmos dos princípios que vêm escritos na Bíblia, obviamente&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2290437097120951192?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2290437097120951192/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2290437097120951192&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2290437097120951192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2290437097120951192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/12/sobre-os-casamentos-entre-pessoas-do.html' title='Sobre os casamentos entre pessoas do mesmo sexo + adopção, parte III'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8680272048178529815</id><published>2009-12-29T15:49:00.000Z</published><updated>2009-12-29T15:49:45.269Z</updated><title type='text'>Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, parte II</title><content type='html'>&lt;b&gt;Há um contrasenso tremendo no maior argumento a favor da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. O argumento em causa é o que diz que 'não devemos vedar a alguém um direito (neste caso o casamento) apenas porque a sua opção, seja ela sexual ou de outra ordem, é distinta. É um argumento que tem o seu quê de validade, embora possa ser perigoso se adoptado para todas as áreas, gostos e tendências que proliferam na sociedade. Mas não é por isso que deixa de ser um argumento lógico, se o restrigirmos, claro, apenas à perspectiva relativa à igualdade de direitos. Dizia eu que há um contrasenso. Qual é ele? É simples. Então se vamos legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porque não legalizamos a possibilidade de adopção de crianças por parte dessas mesmas pessoas? Ou será que vamos criar um casamento de primeira (o heterossexuaal) e um casamento de segunda (o homossexual)? E se sim, será que isto é a tal igualdade de direitos de que falávamos há pouco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixa de ser estranha esta opção. Não sou defensor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas tenho de reconhecer que deixar as coisas a 'meio caminho' não será uma grande solução. Dizem uns que 'até ao fim da legislatura a situação será aprovada'. Até ao fim da legislatura são, talvez, 4 anos. É o mesmo que rebentar um cano na minha rua, a companhia das águas ir lá resolver, instalando metade da canalização nova e deixando a outra metade por arranjar. Aquilo que hoje parece uma solução 'mais ou menos', amanhã pode dar origem a uma nova rotura...é isso que vai acontecer neste caso também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu entender, modesto diga-se, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma deficiente aplicação do conceito de igualdade de direitos. E a questão principal é que não podemos tratar duas coisas distintas (casamento hetero e homossexual) da mesma maneira. O casamento heterrossexual será sempre firmado no conceito de formação de família, o que, entenda-se, pressupõe filhos, algo que, como sabemos nunca poderá acontecer com os casais homossexuais, excepto situações de adopção e/ou fertilização in vitro (no caso das mulheres). Ora, ao vedar o acesso à adopção a estes casais, estamos a bloquear uma das 'coisas positivas' que estes casamentos poderiam trazer: um lar para crianças sem lar. Estranho...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse no post anterior, é altura de a Igreja deixar de ser contra e mostrar-se mais a favor. Estamos a falar de pessoas que, durante anos, décadas, séculos, foram mal tratadas pela Igreja, sobre o peso da espada da lei. É tempo da 'Graça' chegar a eles também. Será que o seu estilo de vida é o mais correcto aos olhos de Deus? Pelo que diz a Bíblia, não o será. Mas o meu também não é. Peco, tal e qual como eles. Mas Deus derramou a Sua Graça e o Seu favor, e isso para mim é mais do que suficiente, tal como será para as suas vidas. Assim queiramos nós ser a verdadeira embaixada de Cristo na Terra e assumirmos o nosso papel de facilitadores da comunicação entre Deus e o Homem, apresentado a sua mensagem sem condenação, antes com a certeza de que ela é poderosa, libertadora e a única capaz de devolver ao Homem a dignidade com que Deus nos criou.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8680272048178529815?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8680272048178529815/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8680272048178529815&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8680272048178529815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8680272048178529815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/12/sobre-o-casamento-entre-pessoas-do_29.html' title='Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, parte II'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6559319919504803032</id><published>2009-12-17T15:27:00.006Z</published><updated>2009-12-17T15:34:28.349Z</updated><title type='text'>Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Nota prévia: Separemos as águas. O Governo aprova o casamento entre homossexuais numa altura em que se sente ‘apertadinho’ de todos os lados’. Ou são os números da crise (especialmente o défice e o desemprego) que são absurdamente elevados, ou é o Presidente que não faz a vontade ao Governo, relembrando-o que tem de governar mais e queixar-se menos, ou é a oposição que faz contra-governo e aprova medidas contrárias à vontade do mesmo. Portanto, é óbvio que a pressa revelada nas últimas semanas tem como um dos objectivos descentrar a discussão política no país para um campo onde o Governo se sente à vontade. Passemos então àquilo que me levou a escrever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está preparado o caminho para a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por várias razões, não creio que este fosse o timing correcto. Em primeiro lugar, fazê-lo numa época como o Natal, pode ser encarado como uma provocação aos Cristãos (se bem que acredito que não fosse essa a intenção). Em segundo lugar, a pressa impediu que ocorrese o debate que a questão merecia. Tal como aconteceu com o aborto, esta questão merecia ser debatida na sociedade (com ou sem referendo), porque isso levaria a que aqueles que são contra não apenas se manifestassem, mas agissem em defesa da família, tal como aconteceu com o aborto, onde após o referendo surgiram inúmeras associações de ajuda e apoio a mães solteiras, adolescentes ou sem condições para terem uma criança. Creio que o debate teria novamente esse efeito. O resultado seria o mesmo (leia-se: a legalização dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, na mesma), mas com a vantagem de haver uma discussão clara e fundamental sobre a família, como a proteger e como conseguir que ela continue a ser o pilar que tem sido ao longo dos séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Àparte algum oportunismo do Governo, creio que a questão merece os nossos pensamentos sérios e despidos de preconceitos. É óbvio que todos os cristãos se colocam em posição contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas também é óbvio que a Igreja pouco tem feito para proteger o modelo de família como o conhecemos. Quantos espaços criámos nas nossas igrejas para casais com dificuldades? Quantas vezes ensinámos as pessoas sobre como gerir a sua família, quer no planeamento da mesma, quer na área financeira, quer na educação dos filhos? Quantas vezes nos levantámos contra a crescente desfamiliarização da sociedade, visível no número de horas (poucas!) de que alguém comum dispõe para passar com a sua família, ou nos sempre crescentes e sempre implacáveis impostos que teimam em sufocar milhares e milhares de orçamentos familiares? A resposta é poucas vezes. Nunca nos temos lembrado da família, ou quando o temos feito é apenas por uns instantes, mas agora aparecemos como paladinos da verdade sobre a mesma. Será que é esse o papel da Igreja, mera moralziadora da sociedade e anotadora dos seus defeitos e virtudes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas também não contam comigo para a ostracização dessas mesmas pessoas. O que faria eu quando um homossexual entrasse na minha Igreja? Será que ele não precisa tanto de Deus como eu? Então porque é que o haveria de ostracizar? Porque haveria de vedar o acesso de alguém à graça de Deus? É por isso que não me levanto. A Igreja tem sido omissa em tantas questões em que não o poderia ser. Na fome, na pobreza, na injusta e desproporcionada distribuição da riqueza, na falta de apoio àqueles que mais precisam, no apoio à família e na presença durante as crises familiares. Porém, essa mesma Igreja tem sido lesta na disciplina, na ostracização, no apontar o dedo, na regulamentação excessiva daquilo que eu posso e não posso, daquilo que eu devo e não devo, no amaldiçoar, no fechar as portas da Casa de Deus a gente que por causa disso NUNCA vai poder conhecê-Lo. Mas isso já não é grave, pois não? Isso já não é grave…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me levanto. E coloco-me a jeito para a crítica, eu sei. Não me levanto contra, mas levanto-me, isso sim, a favor. A favor de um Deus que derrama graça e justiça. A favor da família que Deus criou. A favor de uma Igreja que se levanta e actua. A favor de uma Igreja que inclui toda a gente e apresenta Deus tal e qual como Ele é: infinitamente bondoso, gracioso e amoroso. E é a favor desse Deus que eu me levantarei.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6559319919504803032?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6559319919504803032/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6559319919504803032&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6559319919504803032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6559319919504803032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/12/sobre-o-casamento-entre-pessoas-do.html' title='Sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6517652763905750485</id><published>2009-12-16T15:22:00.001Z</published><updated>2009-12-16T15:25:20.524Z</updated><title type='text'>Mais do que um 'Bom Natal'</title><content type='html'>&lt;b&gt;Mais do que o bacalhau, o perú, o polvo ou a carne à alentejana. Mais do que o beijinho ao pezinho do menino Jesus (interdito este ano de forma sábia...), que a missa do galo, que a procissão da terrinha ou os santinhos em fila indiana. Mais do que a família, o quentinho da lareira, o velhote de barbas que teima em aparecer em todo o lado (mas a que velocidade é que ele se reproduz?) ou mais que aquela música do Michael Bolton que é literalmente despejada em todos os sítios onde há uma aparelhagem e música ambiente. Mais do que as prendinhas no sapatinho, na árvore de Natal, à meia-noite ou de manhã, trocadas uns pelos outros ou dadas pelo tal velhote (olha, lá está ele outra vez!). Mais do que os pares de meias da avó, que a caixinha de bombons ranhosos da Tia de 90 anos da Beira, que as camisolas horipilantes da senhora do 3º esquerdo ou que o aquecedor de joelhos em dias de Verão. Mais do que a música do Kenny G, mais o seu saxofone que escorre azeite, que os dias de frio que enregela os ossos, as noites passadas agarrado ao aquecedor e a humidade que me faz espirrar a cada 3 segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que este circo em que transformámos o Natal, onde é mais importante a bem-parecença daquilo que eu dou do que aquilo que eu faço em prol de...mais do que apenas ser um solidário datado, tão amigo dos pobres e desfavorecidos nesta altura, mas tão amigo de mim mesmo nos outros dias todos...mais do que a incapacidade que eu sinto de mudar o mundo a cada vez que abro o jornal...mais do que tudo isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu espero, sinceramente, que cada um de nós se lembre do que é o Natal. E o Natal não é a tradição, nem a família, nem os presentes, nem o velhote de barbas (teimoso, lá está ele a aparecer outra vez), nem a Popota, nem a correria, nem as compras, nem a consoada, nem a manhã de 25. O Natal é Cristo. É a celebração de um acontecimento, um nascimento que não é apenas histórico, mas que é um potencial transformador da minha e da tua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que eu não desejo apenas um 'Bom Natal'. Desejo, isso sim, um Natal alegre, feliz, com aqueles que mais amamos e com todas aquelas boas de que todos gostamos. Mas, mais do que isso, desejo um Natal que recorde e honre o nascimento daquele que viria a dar a vida por nós. É isso que desejo. Que o teu e o meu Natal seja Cristo. E que tudo o resto seja um acrescento. Um belo, feliz e quente acrescento.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6517652763905750485?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6517652763905750485/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6517652763905750485&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6517652763905750485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6517652763905750485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/12/mais-do-que-um-bom-natal.html' title='Mais do que um &apos;Bom Natal&apos;'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3482366840321206000</id><published>2009-12-09T18:04:00.000Z</published><updated>2009-12-09T18:04:34.762Z</updated><title type='text'>A preguiça e os desafios</title><content type='html'>&lt;b&gt;Estou com preguiça de escrever. Tenho ideias, boas ideias, mas estou preguiçoso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem-me só dizer uma coisa, como que numa de dar a volta a esta preguicite aguda. Nunca virar a cara a um desafio é das coisas mais difíceis mas também das mais recompensadoras da nossa vida. Aprender a viver em permanente desafio é chave para o nosso crescimento. Por isso, tomem o vosso desafio, enfrentem-nos. Enfrentem os medos e as incapacidades. Enfrentem essa terrível maneira de estar que coloca o conforto acima de qualquer outra coisa. Enfretem as vossas frustrações ou medos de derrota. Peguem o desafio pelo mesmo sítio por onde se pegam os touros. E verão que, apesar das feridas e escoriações, vão acordar numa vida muito melhor do aquela que teriam no vosso sofá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um conselho de amigo...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3482366840321206000?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3482366840321206000/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3482366840321206000&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3482366840321206000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3482366840321206000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/12/preguica-e-os-desafios.html' title='A preguiça e os desafios'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8465908803110423012</id><published>2009-11-19T18:53:00.000Z</published><updated>2009-11-19T18:53:47.630Z</updated><title type='text'>Qual é o preço?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Fiz asneira. De imediato caí em mim e pensei 'Tenho de corrigir isto. Fiz mal, tenho de o reconhecer, tenho de fazer alguma coisa para compensar e desfazer o mal que fiz.' Cheguei a um qualquer sítio, de um qualquer lado, de uma qualquer aldeia. Olho à minha volta e procuro qualquer coisa que me ajude a desfazer o que fiz. Ah, a consciência mói-me porque sei que errei, o corpo começa a sentir os efeitos da culpa que me invade de maneira cada vez mais criteriosa, parece que tudo se conjuga para o desastre. Assinei a minha sentença de maldição para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que surge a luz, a luz em forma de homem. Uma luz que me diz 'faz'. E é isso que me preparo para fazer. Eis que ponho os pés ao caminho e penso, embrulhado no meu próprio peso lamacento. 'Ai, se pudesse voltar atrás', penso. Mas não posso, e é por isso mesmo que tenho de fazer algo, não posso ficar aqui parado, assim, à espera das consequências que nem sei se serão arcadas por mim ou por outro ou outros! E faço-me à estrada. A dor do arrependimento é mais forte que a dor do saber que tenho de sair do meu conforto para decidir reparar o que fiz de mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então surge a oportunidade. Alguém me oferece, sem nenhum esforço ou preço alto envolvido, a redenção da minha consciência. 'Uma oportunidade vestida a ouro', pensei eu. Seria? De que me serviria se o pagamento do meu erro se resumisse ao preço de um simples 'quero'? Aquela pessoa estava diante de mim, esticava a mão, repetidamente, oferecia-me aquilo que eu queria ouvir. E eu, de impulso, queria dizer que sim, que aceitava. Afinal, nada como não ter de me esforçar para corrigir a embrulhada em que me meti. Que oportunidade! Até estava capaz de agradecer a Deus pela divinamente comandada mão daquele homem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparava-me para aceitar quando, de repente, caí na realidade. E o estrondo foi maior do que pensava. Então, mas para que passei por tudo isto? Será que vou sair desta sem aprender uma única coisa? E então pensei. Logo verbalizei, 'não, não aceito. Antes quero pagar o preço justo do que me ofereces. Porque não quero que a minha vida seja a de um menino mimado que só viu facilidades. Quero aprender com aquilo que a vida tem para me dar. Não ma dês. Vende-ma!' O homem, por seu turno, absolutamente surpreendido com a minha proposta, insistia: 'toma, ofereço-ta. Porque havia de te vender algo que te quero oferecer?' Mas eu estava determinado nos meus objectivos. 'Vende-ma', dizia eu, 'e pelo seu preço justo'. Porque não quero passar a correr pela vida sem poder dizer que aprendi dela alguma coisa. Porque não quero poder dizer que vou de milagre em milagre todo o santo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem olhava para mim, quase que petrificado pela minha atitude. Apostava em como 'então mas isto cabe na cabeça de alguém' era a frase que lhe passava na cabeça repetidamente. 'Não me dês a solução. Antes vende-ma', repeti novamente. Até que ele me perguntou, numa mistura de incredulidade e dúvida, 'porque queres que ta venda?'. Respirei fundo, não tinha uma resposta imediata para aquilo, o que eu tinha feito era quase um acto reflexo. Até que senti alguma coisa cá dentro, que me fez perceber claramente o porquê. E disse-o ao homem que ali estava a minha frente: 'quero comprar-te isso, porque não quero chegar diante de Deus com uma vida que não me custou nada. Quero oferecer-lhe algo que me tenha saído do couro. Aquilo que Ele tinha para me oferecer já ofereceu. Agora é a minha vez de fazer algo. Aí tens a tua resposta.' E, num acto imediato, abri a carteira. Sem olhar para quanto lá tinha, peguei num molho de notas e passei-as para a mão deste homem. Ele continuava incrédulo. Eu também. Afinal, foi a única vez até hoje em que não perguntei 'qual é o preço?' E sei que nunca me arrenpenderei disso...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8465908803110423012?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8465908803110423012/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8465908803110423012&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8465908803110423012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8465908803110423012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/11/qual-e-o-preco.html' title='Qual é o preço?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8325235061264694295</id><published>2009-11-16T16:46:00.003Z</published><updated>2009-11-16T16:46:43.718Z</updated><title type='text'>O início de algo</title><content type='html'>&lt;b&gt;A maior parte das histórias começam com um erro. Alguém decide errar, por simples desobediência, por falta de coragem, por mero desconhecimento ou imprudência, ou até pelo sincero pensamento de que está a fazer o melhor. Raras vezes (ou talvez nunca!) as histórias começam com grandes actos heróicos. Tenho-me perguntado porquê. E talvez tenha encontrado uma resposta minimamente plausível para esse facto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto de a maior parte das histórias começarem com um erro não é mais  do que o assumir que o ser humano precisa da adversidade para se transformar. É a vantagem das crises, dão-nos a possibilidade de nos convencermos a nós próprios de que é preciso mudar, de que é preciso fazer alguma coisa. Geralmente uma boa história começa com um erro, e depois evolui para uma catadupa de acções redentoras levadas a cabo por uma espécie de 'messias'. É assim que se processa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre gostei da ideia de como começa uma árvore ou uma planta. Semente lançada à terra e por aí fora, bla, bla, bla. Esquecemo-nos que a semente que é lançada à Terra só produz depois de ter morrido. Isso não torna a semente desnecessária, pelo contrário sem semente e sem a sua morte, não há árvore, não há planta. Parece um contra senso? É capaz. Mas é mesmo assim que funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez alguns de nós devêssemos olhar para o errar com olhos mais optimistas. Errar pode ser, desculpem a expressão, 'tramado'. Mas também pode ser o início de uma bela história. O Filho pródigo começou com um erro. E o erro só potenciou a beleza do final da história. Moisés começou com um erro, ao matar um egípcio, mas isso só potenciou o seu destino. A própria humanidade começou com um erro, mas aquilo que Adão fez trouxe-nos até aqui, e esse 'aqui' deve ser menos desdenhado e mais apreciado por nós, meros seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meter a pata na poça é parte do encanto da vida. Errar faz parte de uma jornada que só termina quando expiramos pela última vez. Tudo para que o morrer seja lucro. Porque nada levaremos desta vida, nem nada nos valerá depois de fecharmos os olhos. Eu erro. Eu falho. Eu arrependo-me de muita coisa que fiz. Mas também sou mudado, moldado, transformado pelas dificuldades e pelos erros. Porque para o morrer ser lucro, o viver tem de ter algum propósito. E no meu dicionário só há espaço para um conceito sinónimo da palavra viver: Jesus. Porque é Ele que pode pegar numa história e mudar-lhe o rumo. Para sempre.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8325235061264694295?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8325235061264694295/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8325235061264694295&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8325235061264694295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8325235061264694295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/11/o-inicio-de-algo.html' title='O início de algo'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3867046364755231279</id><published>2009-11-09T16:31:00.000Z</published><updated>2009-11-09T16:31:27.321Z</updated><title type='text'>E o muro caiu...</title><content type='html'>&lt;b&gt;Faz hoje 20 anos que o Muro de Berlim caiu. Uma alegria para uns, um momento negro para outros. Não gosto de confundir comunismo com aquilo que se fez na União Soviética depois da morte de Lenine, apenas porque não tem nada a ver. Marx e Engels até voltas no caixão devem ter dado. De uma sociedade que visava defender a igualdade e combater as assimetrias que o capitalismo teimava em desenhar, passámos para uma outra em que a liberdade não passava de uma palavra irritante que feria os ouvidos de Estaline e de dos seus compinchas e sucessores. Não me lembro em qual dos livros e teorias de Marx isto viria escrito... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O muro e a sua queda não passarão do 'está consumado' do comunismo. Todos já se tinham apercebido do que ia acontecer, de que o comunismo como o conhecíamos tinha os dias contados e seguia pela via dolorosa até ao monte caveira. O muro foi o momento em que se marcou o final dessa viagem. Finito, acabou a cortina de ferro, acabou o Ocidente vs URSS, acabou a Guerra Fria...e o comunismo? Terá acabado também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou comunista, mas sempre tive uma boas relações de amizade com quem fosse. Sempre gostei de algumas das suas características pessoais. Os que conheço são pessoas cordiais, sérias e amigas do seu amigo. Talvez por isso tenha à vontade para falar disto. É que o grande problema do comunismo, no geral, não são as suas ideias (embora existam muitas com as quais não concorde), é a sua base. Será que há alguém que não ache que o mundo poderia ser melhor se fôssemos todos iguais, verdadeiramente? Será que alguém duvida que a boa distribuição dos recursos não era a resposta para tantos e tantos problemas que o mundo tem vivido? Claro que não. Creio que o conunismo tem muito de bom, embora a sua interpretação tenha sido distorcida vez após vez, da Coreia do Norte a Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base, voltemos à base. Nenhum dos problemas da Humanidade será resolvido se insistirmos em colocar o Homem e o humanismo no centro de tudo. Nem comunismo nem capitalismo poderão ser a resposta enquanto nós formos a questão central. O único resultado palpável será o contributo para o crescimento dos nossos egos, manias e desvarios, todos colocados num lugar bem mais acima do que deveriam estar. Não posso também deixar de assinalar que o comunismo veio trazer ao de cima alguns dos mais sanguinários, crueis e anti-democratas líderes mundiais. De Kim Jong-Il a Estaline a lista é longa e merece reflexão.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Posto isto, creio que a queda do muro ainda continua a ser a resposta. Muro de Berlim? Não, não é a queda do muro de Berlim...são outros muros...são outros muros...aqueles que temos construído entre o Homem e o seu Arquitecto. É preciso derrubar esses porque aquilo de que o Homem precisa é de uma renovação geral e global. E essa só esta ao alcance daquele que fez o projecto inicial...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3867046364755231279?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3867046364755231279/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3867046364755231279&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3867046364755231279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3867046364755231279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/11/e-o-muro-caiu.html' title='E o muro caiu...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-714281985215706510</id><published>2009-11-06T15:32:00.001Z</published><updated>2009-11-06T15:33:43.234Z</updated><title type='text'>Estive a mais</title><content type='html'>&lt;b&gt;Abro um parentesis para falar de futebol novamente, mas apenas para chegar a um ponto que nada tem a ver com futebol. Paulo Bento demitiu-se do comando técnico do Sporting. Na conferência de imprensa produziu a seguinte afirmação: «estive quatro meses a mais no Sporting.' É dela que faço o meu ponto de partida hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber fazer e saber estar são conjugações indispensáveis para qualquer um. A competência, o esforço e a dedicação são palavras básicas de importancia chave em qualquer coisa que façamos. Mas muitas das vezes esquecemo-nos que discernimento também o é. E discernimento é saber fazer o que deve ser feito, no tempo certo, no lugar certo. Ao proferir esta frase, Bento admitiu que faltou discernimento para ver que o seu tempo tinha terminado ali. Repara-se como isto afecta tudo e todos. Afectou a instituição, porque parece estar muito longe dos planos que tinha para esta temporada. Afecta Bento, que ficará ligado para sempre a este início de época sombrio e terrível. Afecta os adeptos, aqueles que veêm de fora, pela descrença e falta de fé e esperança (mesmo que seja numa coisa secundária como o futebol...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabermos qual é o tempo das coisas, o tempo de entrada, o tempo de saída, o tempo de colocar certas decisões em prática, é fundamental. O timing, como lhe chamam os ingleses, pode fazer de uma decisão certa uma atitude errada, quando tomada num momento inadequado. Discernirmos o quando é muitas vezes mais difícil do que discernirmos o como ou o porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo estas coisas porque enquanto povo, temos dificuldade nas 'saídas'. É raro ver alguém que consegue ser airoso na saída. É raro ver alguém que é capaz de discernir que o seu tempo, num determinado lugar, terminou. E é triste. É triste ver gente capaz, dedicada e competente, deitar tudo a perder porque não soube quando sair de cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Estive a mais' é uma frase que devemos evitar. E de evitar é também o pânico de sair de determinado lugar. Porque haverá sempre um novo desafio, uma nova luta, assim queiramos e saibamos nós encontrá-los. É porque eles estão aí à espreita a qualquer momento, basta estar atento.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-714281985215706510?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/714281985215706510/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=714281985215706510&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/714281985215706510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/714281985215706510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/11/estive-mais.html' title='Estive a mais'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1192274702330842446</id><published>2009-10-29T16:22:00.001Z</published><updated>2009-10-29T16:25:30.915Z</updated><title type='text'>Fair-Play</title><content type='html'>&lt;b&gt;A propósito do Saramgo e das suas afirmações, mais uma vez se veio provar que a Igreja (no geral) e os cristãos continuam a padecer de uma doença crónica, revelada de tempos a tempos: incapacidade de lidar com qualquer tipo de crítica ou ideia diferente. Falta-nos fair-play, falta-nos entrar na era da liberdade de expressão e opinião. Foi por isso que, da última vez que esteve em Portugal, na ocasião do lançamento do projecto 'Um Milhão de Líderes', Marcos Witt proferiu vezes sem conta a ideia de que a Igreja deveria ter mais pastores e líderes e menos ditadores. Há gente que ainda confunde capacidade de liderança com capacidade de manipulação e firmeza com teimosia e incapacidade de ouvir críticas ou opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me conhece ou lê este blog sabe que gosto de arrasar com a ideia da opinião pela opinião. No meu entender, a opinião deve ter em conta alguns factores: o factor oportunidade, o factor conhecimento, o factor construtivo e o factor humildade. O factor oportunidade porque devemos esperar pela hora certa para dar a nossa opinião. O factor capacidade porque nos devemos limitar a opinar sobre questões sobre as quais tenhamos conhecimento. O factor construtivo porque nos devemos limitar a opinar para construir e nunca para destruir. O factor humildade, porque devemos estar prontos para que a nossa opinião não seja reconhecida como válida. Ora, logo a Igreja, onde opinião é quase sagrada, é que havia de ser o sítio onde pior lidamos com a opinião dos outros. Saramago disse o que disse. Em última análise, é ele o responsável pelas afirmações que teve. Que temos nós que ver com isso? É triste, mas há mais gente a ler a Bíblia por causa de Saramago do que por causa de todos os líderes da igreja portuguesa juntos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando era miúdo era fã do Herman. Escapava-me à cama para ver os programas quando eram durante a semana. Achava um piadão aos skectches e ao humor corrosivo. Lembro-me de sketches polémicos, como a última ceia ou outros relativos a Fátima, entre outras coisas. Sempre achei estranho que fôssemos tão fãs do Herman quando ela fazia humor com a igreja católica, e tão contra o mesmo quando ele fazia sketches humorísticos com Deus. Então mas isto é que é Fair-Play? Lembro-me muito bem de um sketch em que Herman interpretava o papel de Deus, e alguém fazia de Baptista Bastos, um ateu convicto. Que grande sketche! Acho que o próprio Deus se terá rido à brava. Mas nós não. O Herman estava a 'gozar' com Deus! Ultraje! Blasfémia! Mas o delírio voltava com um Sketche sobre Fátima ou os católicos. Muito coerente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto a propósito do sabermos lidar com as críticas, as opiniões e o sabermos rir de nós próprios. Alguém critica a Bíblia? Preocupemo-nos mais em informar as pessoas e em responder às suas necessidades (através da Bíblia) do que em fazer grandes defesas teológicas. A Bíblia defende-se a ela própria. Alguém brinca com a Igreja ou com Deus? Tenhamos Fair-Play para perceber e até agradecer, porque só é trazido para o humor aquilo que é relevante. Alguém se levanta contra a Igreja? Antes de respondermos vejamos se não há razões para isso... às vezes, até eu próprio tenho vontade de me levantar contra a Igreja. Não contra a Igreja que Deus instituiu, mas a Igreja que os homens tornaram um antro de intolerância, de ilicitude, de interesses e de irrelevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantos erros históricos que já cometemos enquanto Igreja nos últimos (largos!) séculos, vamos evitar cometer mais um: virar as costas à sociedade só porque não gostamos do que ela diz de nós... até porque este seria o pior erro histórico de todos os tempos...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1192274702330842446?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1192274702330842446/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1192274702330842446&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1192274702330842446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1192274702330842446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/10/fair-play.html' title='Fair-Play'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4195316865245285157</id><published>2009-10-26T17:54:00.001Z</published><updated>2009-10-26T17:57:50.102Z</updated><title type='text'>Caim, Saramago e Deus</title><content type='html'>&lt;b&gt;Fruto do estudo que deu origem à palavra que partilhei ontem na minha igreja, cá está 'Caim, Saramago e Deus', tudo junto no mesmo saco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante situarmos esta discussão que se gerou na passada semana acerca das declarações de Saramago. Tudo isto surge porque Saramago vê na história de Abel e Caim traços de ruindade de Deus e alguma injustiça no comportamento de Deus para com Caim. Mas será que isto corresponde à verdade? Será que é exactamente assim? Será que Caim não fez nada para que Deus não aceitasse a sua oferta? Estaremos perante um mero capricho de Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu a Caim, importa dizê-lo, não foi fruto do destino, nem sequer das circunstâncias. Não é reportado que Abel e Caim tivessem tido quaisquer problemas anteriores a este. Não é reportado que Caim tivesse uma má natureza, por assim dizer. Até as actividades a que estes dois se dedicaram eram das mais nobres (pastorícia e agricultura) da época e sem grandes diferenças de estatuto entre si. Caim fez uma escolha e Abel fez outra. Essa foi a diferença, mas já lá vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude de Deus também foi inatacável. Limitou-se a responder à atitude de Caim. Colocar o ónus do que aconteceu nesta história em Deus é de uma injustiça tremenda. Abel trouxe o melhor do que tinha (as primícias, ou seja a primeira e mais importante parte do seu trabalho), enquanto Caim trouxe uma simples parte. A diferença da qualidade entre o que Caim e Abel trouxeram é feita biblicamente por omissão. Ao referir-se à oferta de Abel como 'primícias' e ao omitir a qualidade da oferta de Caim, é-nos dado a entender que Abel terá sido excelente, enquanto Caim apenas normal. E quanto ao que é a normalidade aos olhos de Deus, apenas refiro uma passagem: 'Mas visto que és apenas morno – nem quente nem frio – hei-de vomitar-te da minha boca!’ Está tudo dito, não está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que assinalar como Caim transformou uma questão que era sua e da sua atitude, ou, quando muito, uma questão entre ele próprio e Deus, numa questão pessoal entre ele e o irmão. Só assim se explica que tenha partido para o assassinato do seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar em Deus o ónus desta história é desonestidade e incapacidade de interpretação do que está escrito. Caim escolheu. Mesmo depois de Deus lhe ter aberto as portas ('se fizeres o que é bom serás aceite e feliz'), mesmo depois de Deus ter colocado as cartas em cima da mesa ao dizer-lhe quais seriam as consequências de se deixar dominar pela maldade. Caim escolheu. Escolheu a oferta que deu, a 'normal' oferta que deu. Escolheu assassinar o irmão, mesmo sabendo que isso teria tremendas consequências. Escolheu não ouvir Deus nem os seus conselhos. Seguiu um caminho que geralmente leva à ruína: o não sermos ensináveis. Escolheu a falsidade ('irmão, vamos dar uma volta?') e a mentira (Não sei onde ele está, Deus! Por acaso, serei eu guarda dele?'). Caim fez uma série de escolhas erradas, mas o mais interessante ainda nem sequer é isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus decidiu proteger Caim. Ao medo deste em ser atacado e morto por outros povos (pergunta do milhão de €: que outros povos seriam estes? Então afinal o mundo não era só habitado por Adão, Eva, Caim e Abel por esta altura?), Deus respondeu com a promessa de que quem atacasse Caim teria um castigo sete vezes superior ao seu. Incrível. Parece-me um pouco da demonstração 'antecipada' da graça e do amor que caracterizam a natureza divina. Apesar de Caim ter nitidamente errado de forma consciente e premeditada, Deus escolheu protegê-lo da maldade que o próprio Caim iniciara. Que tremendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa de que trata esta história é da atitude. Da de Abel e da de Caim. De um Abel que trouxe algo de muito bom, e de Caim que trouxe apenas algo. Esse é o nosso desafio. Normalidade ou excelência? Apenas o que é requerido ou milha extra? O que é pedido ou tudo o que há em nós? São dúvidas que se decidem nas coisas do dia-a-dia. E, já agora, deixem-me reescrever aquele dito português. «Dos extravagantes rezará a História.»&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4195316865245285157?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4195316865245285157/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4195316865245285157&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4195316865245285157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4195316865245285157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/10/caim-saramago-e-deus.html' title='Caim, Saramago e Deus'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4425049203234215588</id><published>2009-10-21T14:23:00.002Z</published><updated>2009-10-21T14:27:39.528Z</updated><title type='text'>À Procura do Entusiasmo Perdido</title><content type='html'>&lt;b&gt;Nesta frase se pode resumir uma boa parte da nossa vida. Andamos cerca de 20 anos a acumular sonhos, objectivos, projectos de realização pessoal, a estabalecer metas, umas mais realistas e outras menos, a projectar ilusões para o futuro, a pensar no sonho em que a nossa vida se tornará quando formos independentes, doutores ou engenheiros, chefes de família, felizes e realizados, tanto na área financeira, como na profissional, ou até mesmo na familiar. E depois andamos 60 anos à procura da fuga desses mesmos objectivos, porque nos queremos esquecer de todos eles...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando éramos novos (até parece que sou muito velho) a ilusão era o nosso nome do meio, mas a rotina bolorenta em que a nossa vida se tornou teve o condão de sugar toda a criatividade, toda a ilusão, todo o sonho, toda a vitalidade. Hoje, resumimos a vida à procura de darmos melhores condições aos nossos filhos, às nossas esposas, aos nossos maridos, ou ao conseguir pagar a gigantesca conta em que a nossa vida se tornou. E onde morreu o sonho? Onde morreu o entusiasmo? Onde morreu o ideal? Já essa 'grande' banda de seu nome BAN (mais conhecida por ter sido a banda de João Loureiro, filho de Valentim Loureiro e ex-presidente do Boavista) cantava um pedido simples, 'dá-me um ideal'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o mundo move-se com base no compromisso e no medo. No compromisso que assumimos de tentar dar o melhor àqueles que nos são queridos e no medo de que o contrário disso aconteça. Problema 1: o melhor que nos é apresentado, e que se resume a dinheiro para pagar faculdade aos filhos, boa casa, bom carro, roupa de marca, casa de férias, férias no estrangeiro, e tudo o que mais quiserem, não é, na realidade, o melhor da vida. Problema 2: quando descobrimos que abdicámos dos nossos sonhos, valores e princípios, já é tarde de mais e estamos prontos para uma única coisa: a reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não peço que me deêm um ideal, mas deêm-me o entusiasmo de fazer alguma coisa apenas porque existe um tremendo prazer nisso. Não me peço que devolvam todos os sonhos, mas que pelo menos me devolvam a ideia de que as oportunidades estão lá, basta agarrá-las e ser diligente com elas. Porque não é apenas o conhecimento que faz o mundo avançar. É a paixão , é o entusiasmo, é a garra. Por isso é tempo. É tempo de encontrar o entusiasmo perdido. É tempo de desfrutar do que, mesmo sendo pequeno, é tão fantástico! É tempo de desfrutar das nossas famílias e dar-lhes mais do que somos e não do que temos. É tempo de desfrutar dos nossos amigos e ser verdadeiramente ajuda nas suas vidas. É tempo de assumir que temos responsabildiade social, e de irmos pela rua dizer que a vida é entusiasmante, fantástica, e foi feita para ser vivida na sua plenitude. Porquê? Apenas porque temos a promessa de alguém que um dia disse que era possível viver, e não apenas de uma forma normal, mas de uma forma abundante...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4425049203234215588?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4425049203234215588/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4425049203234215588&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4425049203234215588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4425049203234215588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/10/procura-do-entusiasmo-perdido.html' title='À Procura do Entusiasmo Perdido'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2570629095432491452</id><published>2009-10-07T14:43:00.004Z</published><updated>2009-10-07T14:44:36.365Z</updated><title type='text'>Há coisas que nos ultrapassam</title><content type='html'>&lt;b&gt;Há coisas que nos ultrapassam. Certamente. Mas há coisas pelas quais somos ultrapasados. E isso dói mais do que a primeira, não dói?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisa que nos saem do alcance. Há coisas que nos fogem sem que possamos fazer algo para o evitar. Mas também há coisas que nos escapam por negligência, por incapacidade, ou porque as damos por garantidas. E é essa a destrinça que importa fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dias em que me apetece processar pessoas por estagnação por negligência. Tenho outros dias em que me apetece processar a mim mesmo pelas mesmas razões. Se Deus nos deu condições, se Deus nos deu talentos, se Deus nos deu um cérebro (e que cérebro!), se Deus nos deu tudo o que precisamos, de que estamos à espera para alcançar o que está proposto à nossa frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho a certeza que quem lê estes parágrafos estará a dizer ‘é certo, Ruben, tens toda a razão!’ Eu não quero ter razão! Eu quero é que nos deixemos de falinhas mansas e desculpas esfarrapadas. Eu quero é que sejamos homenzinhos e mulheres à séria, capazes de fazer tudo o que for preciso até não nos restar uma gotinha de sangue! Afinal, que tipo de gente é que somos? O que nos distingue? O que nos torna diferentes? O que apresentamos de forma viva à sociedade? Padrões de comportamente moral? Só? Que fraca ideia de Evangelho que andamos a ‘distribuir’ por onde passamos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de décadas, de séculos, alguém tentou e conseguiu reduzir cristianismo a um padrão de comportamento moralista e moralizador. E fê-lo com um tremendo sucesso. A Igreja é mais conhecida pelo não do que pelo sim. Não é isto triste? Mas onde é que se foi buscar esta ideia? Quem concebeu igreja como a moralizadora da sociedade perdida? Quem concebeu esta ideia peregrina? Não sei. Ou pelo menos acho que não sei. Mas sei que está na hora de a deixar de lado. Abram-se as portas e venham daí. Venham daí os mais desfavorecidos e os mais desgraçados, porque esses é que precisam do favor e da graça. Venham daí os famintos e os sem-abrigo, porque esses é que precisam de alimento e tecto. Venham daí os escorraçados e os oprimidos, porque esses é que precisam de apoio e liberdade. Venham daí, porque as portas estão abertas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas que nos ultrapassam? Há, certamente. Mas a negligência com que encaramos o Evangelho e a Sua causa palpável na terra tem de acabar! Há coisas que nos ultrapassam? Há, certamente. Mas não há coisas pelas quais sejamos ultrapassados, nomeadamente pela antiga, bolorenta, limitadora, tradicionalista e castradora maneira de pensar. Há coisas que nos ultrapassam? Há, certamente. Mas está na hora de rebentar com as paredes que se construiram durante anos, e que serviram para não contaminar gente que nem sonhava que já estava contaminada pela negligência com que tratou o Evanglho, ao falhar numa mensagem tão clara como central: que a graça e o perdão de Deus não conhecem limites ou fronteiras! Há coisas que nos ultrapassam? Há, certamente. Mas já chega! Porque aos mornos a História não fará jus, mas dos que, quentes ou frios, assumirem na plenitude o que são e para o que vão! Um NUNCA MAIS carimbado em cima da Igreja morna!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos duros. O Evangelho é demasiado importante, demasiado caro, demasiado bom para ser desperdiçado neste circo que montámos nestes últimos tempos. E Tu, Deus, perdoa-nos se errámos aqui e ali. Olha para nós e tem compaixão. Faz-nos UM, em relevância, sentido de responsabilidade e amor. É só isso que eu Te peço!&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2570629095432491452?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2570629095432491452/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2570629095432491452&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2570629095432491452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2570629095432491452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/10/ha-coisas-que-nos-ultrapassam.html' title='Há coisas que nos ultrapassam'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7163888942935658692</id><published>2009-09-23T15:34:00.003Z</published><updated>2009-09-23T15:36:32.473Z</updated><title type='text'>Um pedaço de liberdade (ou porque dos servos rezará a História)</title><content type='html'>&lt;b&gt;Falamos muito de liberdades. Como a sociedade portuguesa esteve tantos anos privada dela, adquiriu este hábito de falar dela a torto e a direito. Mas qual é, na verdade, o conceito de liberdade? Em que se traduz esta obsessão da nossa sociedade actual, hipervalorizado ao máximo, por vezes até ao extremo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos tipos de liberdade. Geralmente, todos eles entroncam em questões comuns. Por exemplo, é difícil que uma sociedade em que não haja liberadade de imprensa possa consagrar outras liberdades individuais. O contrário, então, é impossível. Porquê? Porque liberdade é um conceito aberto, transversal e multi disciplinar. Liberdade não é um exclusivo de um domínio, de uma corrente, ou de uma tendência cultural ou política. O conceito de liberdade ultrapassa todos estes paradigmas, pulverizando-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me cada vez mais contente por acordar todos os dias num país em que me posso exprimir livremente. Um país em que posso votar sem ser pressionado, nem ter que passar por colunas de bombas ou ver militares em tudo quanto é sítio em dia de eleições. Um país em que não sou obrigado a votar num partido único e dono da verdade, mas em que posso escolher entre 14 forças diferentes, desde um extremo ao outro. E liberdade é, e muito, isto. A liberdade de escolher aquilo que acredito ser o melhor, a liberdade de decidir, sem pressões externas, sem chantagens, sem dilemas que não os morais e interiores normais numa situação destas. Votar já é fantástico. Poder fazê-lo em consciência é dádiva que devíamos preservar com todas as forças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto a propósito da liberdades. Das liberdades. E do que ela é ou elas são. A individual termina onde começa a dos outros. A de imprensa termina na calúnia e na mentira. A de expressão termina na injúria. A de pensamento termina no meu próprio mal. A de votar termina quando não exerço o meu direito. Mas, acima de tudo, continuo a achar que a maior liberdade é a daquele que, sendo livre, escolhe ser servo. Porque dos que escolherem servir rezará a História.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7163888942935658692?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7163888942935658692/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7163888942935658692&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7163888942935658692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7163888942935658692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/um-pedaco-de-liberdade-ou-porque-dos.html' title='Um pedaço de liberdade (ou porque dos servos rezará a História)'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8047950808509576520</id><published>2009-09-18T23:37:00.001Z</published><updated>2009-09-18T23:39:00.102Z</updated><title type='text'>E nós, não estaremos a ser escutados?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Esta questão da escutas ao Presidente e à sua equipa levantou tremenda celeuma na sociedade portuguesa. Afinal, está em jogo a independência da Presidência, a seriedade do Governo e do PR, a cooperação estratégica, etc, etc, etc... mas a pergunta não deixou de ecoar na minha mente nas últimas horas... não estaremos todos a ser escutados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes não seria mau de todo que agissemos como se estivéssemos a ser escutados, vigiados. Cada vez que ficamos entregues a nós próprios, a tendência é a de fazermos, desculpem a expressão, porcaria. O mais interessante da questão é que, de facto, estamos a ser escutados, vigiados, vistos. Mas também não deixa de ser interessante que a vigilância a que estamos sujeitos não é de forma a sermos incriminados de algo, mas de forma a sermos libertos e salvos de muito do nosso próprio dia-a-dia. Aquele que nós 'vigia', não o faz por perversão ou para acusação de alguém. Fá-lo pela necessidade de nos mostrar o melhor caminho, a melhor maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não deixa de me fazer pensar na forma como nos comportamos quando estamos a ser vigiados e quando não o estamos a ser. Porque é que somos tão diferentes numa e noutra situação? Porque nos comportamos detestavelmente quando estamos sós e somos tão bonzinhos quando somos vigiados? Afinal, somos autênticos ou não? Seremos verdadeiros, reais? Ou seremos apenas parte de uma novela à escala mundial em que desempenhamos papéis conforme as situações, conforme as nossas necessidades e os nossos interesses?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá que pensar não dá? Ou será preciso que o SIS nos escute para mudarmos o nosso pada~ro de comportamento?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8047950808509576520?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8047950808509576520/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8047950808509576520&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8047950808509576520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8047950808509576520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/e-nos-nao-estaremos-ser-escutados.html' title='E nós, não estaremos a ser escutados?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6615677981850536912</id><published>2009-09-17T14:33:00.001Z</published><updated>2009-09-17T14:33:38.650Z</updated><title type='text'>As promessas da campanha eleitoral</title><content type='html'>&lt;b&gt;Amigos, esta é a minha estimativa de promessas a que vamos assitir na próxima campanha eleitoral, no desesperado 'apelo' ao voto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sócrates promete que, vencendo, amanhã será Sexta-Feira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por seu turno Manuela Ferreira Leite, prometerá que, se ganhar as eleições, todos os dias serão Segunda-Feira...afinal o país precisa de produzir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já Louça virá dizer, comentando as promessas dos outros candidatos, que vai nacionalizar quer a Segunda, quer a Sexta, dizendo também que num futuro próximo, toda a semana será nacionalizada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como resposta Jerónimo de Sousa dirá, com aquele ar 'autêntico', que, se a CDU fôr Governo, a Festa do Avante passará a ter início a 12 de Abril prolongando-se até 22 de Dezembro, todos os anos...farra da grossa, portanto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  E falta Portas...que virá a público defender os agricultores, as PME's, os professores, os médicos, os pensionistas, os retornados, os ex-combatentes, os trabalhadores, os desempregados, as velhotas que assistem ao programa do Goucha, os jovens que vêm o Curto Circuito, os micro, pequenos, pequenotes, pequenitos, médios-pequenos, médios-médios, médios-grandes, grandes-pequenos, grandes-médios e grandes-grandes empresários, os lavadouros públicos, a lavoura, os tractores SAME, a fábrica da Guloso de Benavente, os produtores de porquinhos da Índia, os visitantes do ZOO, os próprios animais do ZOO, o Carlos Azenha, a Manuela Moura Guedes, a fauna, a flora, a flora intestinal, o Bifidus Activo, o Becel Pró-Activ e as empresas de cablagem de routers wireless. Quando tiver acabado de defender tanta coisa, vai-se aperceber que já é dia 23 de Novembro e que toda a gente já votou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá ver se falho por muito...cheira-me que não...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6615677981850536912?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6615677981850536912/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6615677981850536912&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6615677981850536912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6615677981850536912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/as-promessas-da-campanha-eleitoral.html' title='As promessas da campanha eleitoral'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3273370486987254847</id><published>2009-09-16T15:35:00.004Z</published><updated>2009-09-16T15:53:56.534Z</updated><title type='text'>Que raio de conversa é essa?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Ricardo Araújo Pereira perguntou ontem a Manuela Ferreira Leite: 'Então a senhora anda a proclamar a antítese da política, dizendo que não promete nada que não possa cumprir? Mas que raio de brincadeira é esta?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava a ver o programa em directo e de imediato soltei uma gargalhada sonora. É pouco comum ver um plítico, especialmente um candidato a primeiro-ministro responder a uma pergunta iniciada com a expressão 'mas que raio'. Mas deixemos o conteúdo da pergunta e passemos ao que me leva a escrever: aquilo a que damos importância numa campanha eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao votar em eleições legislativas, estamos a escolher quem nos governa nos próximos 4 anos. Logo, estamos a falar daquelas que são, no meu entender, e em conjunto com as autárquicas, as eleições mais importantes do ponto de vista da construção do futuro do país. Sendo as mais importantes, exigiriam da parte de quem vota uma atitude responsável. Mas qual é a nossa aitude enquanto eleitores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, há sempre uma percentagem superior a 30% que nem sequer se dá ao trabalho de comparecer no dia das eleições. E eu percebo. É difícil votar quando somos ameaçados, quando não temos liberdade para o fazer, e quando é preciso ir para as mesas de voto 3 ou 4 horas antes para conseguir votar. É normal que tudo isto torne desencorajante o acto em si. Em seguida temos os qeu votam pela carinha dos candidatos. Não conhecem nada, não sabem de nada, mas acham o xôr Portas 'tão simpático', ou o xôr Louçã 'tão honesto, coitadinho'. Depois destes temos a maioria, os que votam basicamente porque sim ou porque não. Conhece o programa de Governo? 'Não. Mas gosto muito da D.Ferreira Leite. É séria e o país precisa de seriedade'. Ou então 'não gosto nada do Sócrates, por isso vou votar na Dra.' Propostas conhecidas? Talvez o TGV, mas na realidade nem sabem para que serve ou o que está em jogo. Por fim, a minoria. Aqueles que se dão ao trabalho de ler, de ouvir o que realmente importa. Depois disso dizer 'sim senhor, concordo com as propostas de x ou y, têm o meu voto'. Mas esta realidade que aqui descrevi, talvez com algum exagero, não é mais do que o que nós somos na realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos bem este facto. O que distingue melhor um político português? A sua obra? As suas propostas? Não, certamente que não. Um político em Portugal é mais conhecido pelo que não cumpriu do que pelo que fez, pelas gaffes e pequenas coisas do que pela obra. Sócrates será sempre lembrado pela promessa dos 150 mil empregos (que afinal foram perdidos, e não criados) e pelo caso da Universade Independente. Durão Barroso será sempre lembrado pelo choque fiscal, a maravilhosa transformação de descida em subida vertiginosa de impostos e pela saída para Bruxelas. Isto só para falar nos mais recentes. Mas não são só as promessas. Nós temos o país que merecemos. Um exemplo claro: talvez não nos lembremos de uma única medida dos 10 anos de governação cavaquista, mas lembramo-nos certamente do episódio 'bolo-rei', em que Cavaco degustava à grande e de boca aberta um enorme pedaço do dito cujo. A nós interessam-nos mais esta questiúnculas e pequenas coisas 'engraçadas' das campanhas e do exercício do poder, do que as verdadeiras questões de fundo. Estamos mais preocupados com o facto de Ferreira Leite dizer 'piquenas e médias empresas' do que com o que é proposto pelo seu partido. Estamos mais interessados na eleição de Sócrates como homem sexy platina na votação do Correio da Manhã, do que em ouvir o que ele pretende fazer durante mais 4 anos. Estamos mais interessados em ouvir Louça a falar da pseudo-moralização da política (naquele tom arrogante de dono da verdade...) e estamos pouco interessados em saber o que faria o BE se fosse Governo. Agora pergunto, o que é mais importante saber para votar: conhecer os programas e ideias ou saber o que veste, o que diz nas 'horas vagas', as gaffes, os gestos, a compra de pseudo-militantes para encher pavilhões e arruadas...afinal, o que interessa isso? Eu quero é saber quem governará melhor o país caso ganhe. Isso é um ponto de vista pessoal, que terei eu próprio de criar. Essa tomada de posição não tem paralelo nenhum com estas pequenitas coisas, que apenas nos distraem do essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho pena que demos tanta importância a estas coisas tão pequenas e insignificantes. Tenho pena que demos demasiada improtância ao que é acessório, e deixemos esquecido o que é essencial. Tenho pena que 95% dos eleitores que vão votar (estimativa minha) nem sequer leia os programas eleitorais de cada partido e escolha de acordo com eles...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim que somos. Logo, é normal que quem governa seja nem mais, nem menos, que o nosso fiel reflexo...&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3273370486987254847?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3273370486987254847/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3273370486987254847&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3273370486987254847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3273370486987254847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/que-raio-de-conversa-e-essa.html' title='Que raio de conversa é essa?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2573476405177075829</id><published>2009-09-10T15:52:00.003Z</published><updated>2009-09-10T15:57:24.684Z</updated><title type='text'>Irra, que é teimoso!</title><content type='html'>&lt;b&gt;É tiro e queda. À pergunta ‘qual o seu maior defeito?’, 95% dos portugueses pouco mais consegue responder que com um simples ‘teimosia’. O que me leva a pensar que, das duas, uma: ou somos demasiado bonzinhos no que toca a tudo o resto (ideia que, depois de 5 minutos numa estrada portuguesa, deixa de ser hipótese a considerar); ou então somos tão maus na nossa auto-avaliação como o somos a conduzir. Reparem também que este somos maus a conduzir nunca se aplica à primeira pessoa (nunca ouvi ninguém dizer que conduz mal, mas ouço toda a gente a dizer que em Portugal se conduz mal… como se nós conduzíssemos na Conchichina…), mas ao país em geral, exceptuando eu próprio, ou melhor, exceptuando a pessoa que diz a frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há mudança sem antes haver a percepção e o assumir de que precisamos dela. Há uma frase que eu simplesmente adoro e que diz que ‘somos capazes de ver o grão de areia no olho do nosso vizinho, mas somos incapazes de reparar na trave de madeira que está mesmo à frente dos nossos olhos.’ Poucas frases classificam tão bem o ser humano como esta. Muito perspicazes a apontar o que os outros devem fazer. Tranquilos, pacientes e, muitas vezes, insensíveis, na percepção das coisas que nós próprios temos de mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta incapacidade de nos avaliarmos correctamente tem um preço alto a pagar, chamado estagnação. Ninguém é mais velho do que aquela pessoa que está no mesmo sítio há anos e anos e anos consecutivos. É possível ser velho na idade e novo na vida, se soubermos ser os nossos primeiros críticos, os nossos primeiros comentadores, dos nossos hábitos e atitudes. Aposto que se projectássemos noutra pessoa algumas atitudes que por vezes temos, seríamos os primeiros a apontar e acusar. Então porque temos esta tendência de dar ou retirar importância às coisas, consoante elas são praticadas ou ditas por nós, ou por outros? Porque somos assim tão incapazes de ver que, muitas vezes, as acusações que nós fazemos também reportam a coisas que fazemos, sem que reparemos ou sem que consigamos dar importância a isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto a que propósito? É simples. Uma das leis mais fantásticas da humanidade, é aquela que nos diz que se queremos alguma coisa dos outros para nós, devemos ser os primeiros a libertá-la. Não gostas da maneira como o teu patrão te trata? Então não te queixes, antes trata o teu patrão de forma cordial, simpática e semeia a forma como queres ser tratado sem reinvindicar. Não gostas da maneira como o teu vizinho te olha? Então não vás para casa dizer mal dele. Da próxima vez que o encontrares fala com ele, pergunta-lhe como está, liberta a forma como gostavarias de ser tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não é apontando dedos que iremos ver mudança a acontecer à nossa volta. É sendo os primeiros a mudar e a agir no sentido de fazer de cada lugar, de cada ocasião, de cada oportunidade, algo melhor. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2573476405177075829?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2573476405177075829/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2573476405177075829&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2573476405177075829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2573476405177075829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/irra-que-e-teimoso.html' title='Irra, que é teimoso!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1478218092504723204</id><published>2009-09-07T13:56:00.001Z</published><updated>2009-09-07T14:04:32.473Z</updated><title type='text'>Férias de Deus...</title><content type='html'>&lt;b&gt;Ponto prévio: Este vai ser um post durinho, portanto se tiverem hiper-sensibilidade religiosa, isto é mesmo para vocês...leiam-no bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-me confusão. Na minha cabeça não entra o conceito, nem sequer o consigo perceber. Falo daquelas pessoas que conseguem tirar férias do trabalho, de casa, das preocupações, da família (por vezes), dos amigos (embora quase nunca o façam), e que, pelo caminho, tiram férias de Deus. Mas o que é tirar férias de Deus? Será possível tirar férias de Deus? Não, não é. Então as pessoas vingam-se naquilo em que é mais fácil tirar férias: o simples acto de ir à igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem, como eu, acredita na igreja, não como instituição, mas como o braço vivo e activo de Deus na Terra, em cada cidade, vila e aldeia, torna-se difícil olhar para esta questão de ânimo leve. Aliás, só de escrever sobre isto já estou a ficar irritado. Todos nós, frequentadores de igreja ou não, cristãos convictos ou não, temos as nossas férias, o nosso tempo de descanso. Eu também o tenho. É claro que me ausento de Lisboa algumas vezes, vezes essas em que deixo de frequentar a Igreja. Mas seria incapaz de estar em Lisboa, em casa, e deixar de ir à Casa de Deus, 'apenas porque estou de férias'. Afinal em que acreditamos? Afinal, o que é, para nós, a igreja? Um frete? Ou será um espaço de vida? Fazemos igreja porque amamos Deus e a sua obra na Terra acima de qualquer coisa? Ou fazemos porque 'fica bem'? Porque não concebo que alguém que ame esta causa, a deixe orfã e tire férias dela. Porque não consigo entender e me parece incompatível que alguém ame e ignore a causa simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós tem direito ao seu descanso, e não é isso que me faz saltar as veias do pescoço, pelo contrário. O que me incomoda realmente é a mentalidade que nos afasta da Casa e da causa vezes sem conta porque, e passo a citar, 'também precisamos de descansar'. A minha pergunta é o que seria de nós, se Jesus também tivesse decidido que precisava de um descansozinho quando estava a caminho da cruz (e, segundo parece, Ele estaria bem mais cansado do que algum de nós alguma vez esteve...). O que aconteceria se Jesus, quando a caminho da cruz, tivesse decidido 'bom, eu vou para o Algarve e chego a tempo da cruz, mas como preciso de dormir, porque venho cansado das férias, amanhã não ponho os pés na igreja...'. Teria sido muito bonito, mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiremos as nossas férias e o nosso tempo de recarregar de baterias. Aquando da criação, está escrito que Deus, ao sétimo dia, descansou. Para alguns de nós parece mais que, ao sétimo dia, Deus trabalhou. Os outros seis foram para ir para o Algarve, arrumar aquele quartinho malvado que está desarrumado desde que nos mudámos, fazer uma limpeza de lés a lés à casa, ir ao Planetário com o sobrinho da filha da nossa melhor amiga. E por causa disso deixamos a causa coxa e orfã semanas e semanas a fio durante um ano. Vamos mostrar que uma das diferenças que nos caracteriza é o amor e a paixão pelos outros. Porque se passamos a vida a 'descansar' de Deus e da igreja, é sinal que precisamos de refocar as nossas prioridades, já que nada nos distingue de um funcionário de uma qualquer empresa. E, que eu saiba, nenhum de nós quer ver a causa de Cristo transformada numa empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da próxima, tiremos férias para descansar, vamos duas semanas para o Algarve, sim senhora! Mas quando estivermos por cá, não vamos dormir até às 12h, ou apanhar o carrinho para a Costa. Vamos ser e fazer parte da causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ver se escapamos da letra de uma música com alguns anitos que dizia 'No Domingo, falo do quanto gostaria de ver um avivamento, mas na segunda-Feira nem sequer consigo encontrar a minha Bíblia.'&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1478218092504723204?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1478218092504723204/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1478218092504723204&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1478218092504723204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1478218092504723204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/ferias-de-deus.html' title='Férias de Deus...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1079613406795481897</id><published>2009-09-04T16:11:00.000Z</published><updated>2009-09-04T16:11:05.691Z</updated><title type='text'>Uma Cruz</title><content type='html'>&lt;b&gt;Só há uma cruz. Aquela que O levou até ao topo do monte, onde veio a morrer só porque eu quis. Aquela que foi carregada sem ajuda, sem brilho, sem glamour. Aquela que viu sangue, água, vinagre, injúrias, dor, morte. Aquela que se tornou o símbolo de uns tantos para a perdição de muitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há uma cruz. A que ainda não foi, nem é, nem será totalmente compreendida por nós. A que nós ainda não vimos, a que nós ainda não alcançámos na totalidade. A que pensamos ser o pior momento, a que pensamos ser a vergonha das vergonhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há uma cruz. Uma que não significa pregos e madeira. Uma onde não se ouve o barulho dos martelos a baterem no madeiro. Uma de onde não jorra morte, ou ódio, ou infâmia, ou culpa, ou maldição. Uma onde tudo o que fazia sentido deixou de fazer. Uma que usou as coisas estranhas para enganar as óbvias. Uma que veio baralhar as contas do senhores que ‘tudo’ sabiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há uma cruz. Não, não é a das mãos e pés pregados. Não, não é a da carinha infeliz e mísera de um corpo frágil e sem cor. Não, não é a do sofrimento, dor e súplica. Não, não é a do desafio do ‘salva-te a ti mesmo’. Não, não é da repetição exaustiva disto ou daquilo. Não, não é, definitivamente, a cruz da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há uma cruz. A do sangue que escorre vitoriosamente. A da dor redentora, do amor encarnado e vivido. A da pedra removida, do lugar vazio, da surpresa, do impensável. A da misericórdia de um ser que, sendo forte, poderoso, se fez fraco, se tornou como um dos tais que o desprezaram, e por eles mesmo decidiu carregar peso e mais peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há uma cruz. Aquela de onde vejo todo o mundo. Aquela de onde se vê o lado direito do Grande. Aquela onde a Humanidade decidiu firmar estacas. Aquela que não mostra um ser morto, mas alguém vivo. Aquela onde quem quiser pode beber, e fazê-lo de graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essa a cruz que eu conheço. Conheces outra?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1079613406795481897?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1079613406795481897/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1079613406795481897&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1079613406795481897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1079613406795481897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/uma-cruz.html' title='Uma Cruz'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6858016147755146727</id><published>2009-09-02T15:33:00.003Z</published><updated>2009-09-02T22:11:04.806Z</updated><title type='text'>A desgraça alhei(r)a</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Interessante este desporto nacional que faz da desgraça alheia o toque de inspiração para o dia. Confesso se ainda não percebi se é apenas uma característica tuga ou se é mesmo o ser humano que é assim. Tenho a sorte de todos os meus amigos estrangeiros (e tantos que elas são...upa, upa!) serem uns porreiraços, o que não dá para fazer uma avaliação global e planetária da coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas situações diferentes, duas marcas profundas da cultura portuguesa. Um acidente na estrada. Dois ou três carros completamente destruídos. A polícia a mandar avançar e nós a tentar ver o que nraio se passa ali. Curiosidade? Não. Gosto por perceber que tipo de desgraça alheia ali aconteceu. Por isso é que preferimos passar lá enquanto a polícia não chega, mesmo que nunca na vida paremos para chamar socorro numa situação dessas! Outra. O nosso vizinho, homem que até é simpático, passa pouco tempo em casa, porque se farta de trabalhar. Abre uma empresa, enriquece, embora continue simpático, sempre limitado pelo pouco tempo que passa em casa. Enriqueceu, ouvimos nós? Deve ter sido jogada, negócio escuro, droga, qualquer coisa. Porque enriquecer legitimamente é que nunca. Estranho que depois este mesmo povo vote em Isaltinos, Fátimas Felgueiras e Valentins Loureiros...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu confesso que de vez em quando sou acometido por este pensamento. Mas logo que me apercebo de tal facto, esbofeteio-me violentamente a ponto de nunca mais pensar na desgraça alheia como a minha alegria. Foi esta mentalidadezinha que nos tirou do topo do mundo e nos empurrou para o fundo da Europa. Foi esta maneira mesquinha e invejosa de ver as coisas que fez de nós os pequenotes que hoje somos. É por isso que eu prefiro a desgraça alheira. Aquela desgraça que vem em forma de colesterol quando me acometo a um prato da dita cuja como se não houvesse amanhã. É que a desgraça alheira não faz mal a ninguém a não ser a mim mesmo...e ainda me dá o belíssimo prazer de a poder saborear...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6858016147755146727?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6858016147755146727/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6858016147755146727&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6858016147755146727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6858016147755146727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/09/desgraca-alheira.html' title='A desgraça alhei(r)a'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2588958100537402912</id><published>2009-08-31T14:41:00.003Z</published><updated>2009-08-31T14:45:58.727Z</updated><title type='text'>Momentos de Decisão</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Existem momentos na nossa vida em que a pressão aumenta, o coração bate mais depressa, em que a adrenalina sobe até quase fazer disparar o coração. São normalmente momentos em que percebemos que algo está em jogo, momentos que percebemos que podem ser decisivos e que podem influenciar o nosso rumo daí por diante. É interessante ver como mudamos perante a possibilidade iminente de momentos de decisão, como a nossa atenção se redobra, como, de repente, nos tornamos atentos a todos os pormenores, todas as possibilidades, todas as potenciais movimentações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é feito dos outros momentos? O que é feito da esmagadora maioria dos momentos em que, à partida, não somos obrigados a atenção redobrada ou a um cérebro em permanente estado de alerta. São aquilo a que chamamos os ‘dias normais’, aqueles em que não temos nenhuma apresentação no trabalho ou na faculdade, aqueles em que não temos nenhum exame ou avaliação. Reparemos no exemplo dos atletas de alta competição. Eles não aparecem apenas nos dias dos Olímpicos ou dos Mundiais. Antes disso há toda uma preparação que lhes permite chegar aos momentos decisivos com todas as suas capacidades no topo, capazes de dar o melhor de si. De uma maneira simples, podemos dizer que a preparação de um atleta de alta competição tem dois momentos dstintos. Um primeiro momento, anterior ao sucesso, em que o atleta é preparado para melhorar os seus índices físicos gerais. Ao mesmo tempo, a sua exposição a um trabalho intenso e difícil de suportar molda a sua personalidade e capacidade de sofrimento. Num segundo momento, o atleta prepara-se especificamente para a sua disciplina, especialmente se falarmos de uma disciplina técnica. Ou seja, um saltador não treina apenas o salto em si, treina todos os aspectos relacionados com cada momento do salto, desde a velocidade, passando pelo acto da chamada, e terminando na maneira como ‘aterra’ na caixa de areia. Mas o verdadeiro momento decisivo não é quando se apresenta num Campeonato do Mundo ou nuns Jogos Olímpicos. O momento decisivo deu-se no primeiro dia de treino, quando decidiu que se iria esforçar e trabalhar para chegar a um determinado nível. Mais, os momentos decisivos foram todos aqueles em que decidiu ir correr em vez de ir beber uns copos com uns amigos (bem mais apelativo, não é?), ou todos aqueles em que decidiu ir saltar para a caixa de areia, em vez de ir ver o jogo de futebol, ou até todos aqueles momentos em que ficou horas a fio a melhorar a sua técnica de salto, em vez de ficar em casa, deitado a ver televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós temos dons, e isso é um facto. Mas ainda não conheci nenhum dom que se desenvolvesse enquanto estamos sentados no sofá a beber cerveja, a comer tremoços e a ver televisão. O momento em que decidirmos deixar de viver por essa bitola, saindo da nossa zona de conforto, esse será o momento de decisão da nossa vida.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2588958100537402912?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2588958100537402912/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2588958100537402912&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2588958100537402912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2588958100537402912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/existem-momentos-na-nossa-vida-em-que.html' title='Momentos de Decisão'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6075464501906330684</id><published>2009-08-26T16:41:00.003Z</published><updated>2009-08-26T16:53:16.183Z</updated><title type='text'>Esta coisa chamada Portugal</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;'Ora pois que aqui andamos.' Podia ser esta a frase que melhor definiria o actual momento do nosso país. Mas não. Com eleições à porta, a Silly Season a rebentar, parece que anda tudo esquizofrénico. Daí que a frase deveria ser algo como 'ora pois que aqui sobrevivemos, sabe Deus como.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutas na Casa da Presidência, recusas de debates, barulheira infernal a ocupar os telejornais das 20h às 21h, ininterruptamente. É esta a agenda política do país. E ainda nos vamos espantando com as incongruências deste pedaço de terra. Isto tudo porque amanhã vai faltar um mês para eleições legislativas. Portanto, se isto foi até aqui, imaginem como serão os próximos 30 dias. Alguém me traga um copinho de água com açucar, estou a desmaiar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Ora pois que aqui andamos', contentes e felizes, felizes com a relativamente aceitável mediocridade em que nos temos transformado. Apre (bela expressão)! Já fomos grandes e capazes, porque não o podemos ser agora? Porque temos de nos contentar  com esta madronha, com esta lenga-lenga que é a tentativa de sacudir a água do capote. O povo diz que é o governo, o governo diz que é o povo. Ficamos onde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto porque vêm aí eleições, e ou muito me engano, ou ficamos todos na mesma. Mas não porque vai ganhar x ou y. Apenas porque o povo é o mesmo, e os políticos também. Logo...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6075464501906330684?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6075464501906330684/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6075464501906330684&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6075464501906330684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6075464501906330684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/esta-coisa-chamada-portugal.html' title='Esta coisa chamada Portugal'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1184884290160810783</id><published>2009-08-24T13:51:00.004Z</published><updated>2009-08-24T14:08:46.948Z</updated><title type='text'>Num dia assim...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Num dia assim, em que a moleza decide aparecer sem pedir licença e instalar-se em todos os músculos do corpo, tornando o nosso próprio peso quase insustentável e insuportável, como se tivéssemos engordado 20 ou 30 quilos numa só noite. Num dia assim, em que o tempo se revelou híbrido, desgraçadamente virado do avesso e esquizofrénico, fazendo o que bem lhe apetece, sem tomar consciência dos prejuízos que causa em milhares de pessoas que precisam de e querem trabalhar. Num dia assim, em que ninguém sabe dizer com certeza o que vai na alma, porque, afinal, não são só os músculos que estão pesados, a cabeça também e as emoções ainda mais. Ninguém sabe porquê, até porque nada de especial se passou naquilo que, em teoria, seria apenas 'mais um dia'. Num dia assim, em que a palavra criatividade se tornou uma miragem distante e longíqua, em que a palavra produtividade é tabu e vergonha pessoal e nacional, em que a infame palavra preguiça reina sem dó nem piedade, num regime absoluto e tirano. Num dia assim em que escrevo o que me apetece, mas onde tenho de conviver com as cãibras das pontas dos dedos, porque a preguiça enviou emissários a esta zona do corpo também, para se certificarem diligentemente de que nada é feito. Será que há alguma coisa a fazer num dia assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dia assim talvez não dê para muito. Dá para usar os sentimentos em que a preguiça não interfere. Assim, as mãos, os pés e cabeça não vão longe, mas o meu amor por aqueles que me rodeiam pode perfeitamente rebentar com a escala. Porque a produtivdade não está apenas nas mãos e no cérebro. Afinal, também podemos ser produtivos com o coração. E hoje decidi fazer do meu um lugar produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham uma grande semana.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1184884290160810783?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1184884290160810783/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1184884290160810783&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1184884290160810783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1184884290160810783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/num-dia-assim.html' title='Num dia assim...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6097465812363666376</id><published>2009-08-20T17:55:00.003+01:00</published><updated>2009-08-20T18:10:36.940+01:00</updated><title type='text'>O Governo...sempre o Governo...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É automático. O 'Governo' (e vou colocar entre aspas porque não se refere a nenhum em especial, mas a todos em geral) consegue ser a resposta para todos os males deste mundo e do próximo. A culpa da saúde estar como está é do 'Governo'. A culpa da justiça estar como está é do 'Governo'. A culpa da criminalidade e falta de segurança é do 'Governo'. A culpa do Benfica não ser campeão é do 'Governo'. A culpa do Nélson Évora não ter conseguido o ouro no Triplo Salto é do 'Governo'. Já cansa e chateia. O Governo, ou os sucessivos governos, têm culpa (à excepção destes últimos dois...e mesmo assim...), como é óbvio. Mas serão eles os únicos e até os principais culpados? Receio que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, 'a culpa é do governo' é uma frase que indicia aquilo que nós, portugueses, somos. Coloca à mostra a facilidade com que não assumimos a responsabilidade que todos temos. Na saúde há milhares de médicos a quem deixam ser uma espécie de híbridos, fazendo uns trabalhinhos no público enquanto encaixam uma fortuna no privado. Na justiça, os juízes 'estremunham' porque lhes tiram 15 dias de férias. Tudo bem , caso os trinunais não estivessem 2 meses encerrados para férias! Será que a culpa é só do governo, ou será que há muita responsabilidade nossa que anda para aí perdida no ar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos damos conta, mas grande parte dos nossos problemas vêem da nossa própria condição de povo. Já ouvi dizer que o Governo não é mais do que o reflexo do povo que o escolhe. E é verdade. Nós, o povo, por exemplo, somos muito lestos a reclamar os nossos direitos, mas muito lentos a cumprir com os nossos deveres. É por isso que continuamos na cauda da produtividade. Continuamos a ser um país onde o chico-espertismo é assinalado com um 'aquele gajo é que é esperto. Se eu pudesse fazia o mesmo.' Continuamos a ser um país em que o vizinho não denuncia a tareia que o marido da vizinha lhe deu, porque 'não quer arranjar problemas na vizinhança.' Continuamos a ser um país onde a vigarice é um posto de estatuto elevado. Será isto concebível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre o governo. Tem as costas muito largas o senhor governo. Terá as suas culpas e não morrerá sem a consciência pesada aqui e ali. Mas também concordemos numa coisa: somos um povo tramado para governar. e enquanto assim for, até Obamas para aqui poderiam vir que pouco haveria a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vale é que está nas nossas mãos mudar isso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6097465812363666376?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6097465812363666376/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6097465812363666376&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6097465812363666376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6097465812363666376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/o-governosempre-o-governo.html' title='O Governo...sempre o Governo...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1132744534029649459</id><published>2009-08-19T15:36:00.004+01:00</published><updated>2009-08-19T15:41:26.969+01:00</updated><title type='text'>Vou falar de bola para outro sítio...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A partir de hoje decidi que este blog é demasiado sério para falar de futebol...mas não pensem que as minahs opiniões credíveis sobre o mundo futebolístico vão ficar sem tribuna. Nem pensar nisso. É por isso que decidi criar outro blog, este só para falar de futebol e afins (sim, porque muito do que se passa no futebol por cá, pouco ou nada tem a ver com futebol...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, e a partir de hoje, abro solene e oficialmente o novo blog leidabola.blogspot.com, onde explanarei toda a minha sapiência acerca deste tema central da sociedade portuguesa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz favor de visitar e escrever injúrias (afinal é ou não é um blog sobre futebol?)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo devolve-se alguma credibilidade a este espaço...já estava na hora...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1132744534029649459?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1132744534029649459/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1132744534029649459&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1132744534029649459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1132744534029649459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/vou-falar-de-bola-para-outro-sitio.html' title='Vou falar de bola para outro sítio...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2440676069343361640</id><published>2009-08-13T21:56:00.008+01:00</published><updated>2009-08-13T22:04:20.231+01:00</updated><title type='text'>Falemos de Futebol...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Está quase a começar a época desportiva a sério. Euforias e encontros particulares à parte (à excepção de Porto e Sporting), agora tudo começa a doer, as vitórias valem 3 pontos e as derrotas valem 3 pontos de atraso. Agora, terminam os estados de graça e começam os lenços brancos, terminam as desconfianças e começam as chicotadas psicológicas, terminam as declarações de intenções e começa a verdadeira luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante o fenómeno da 'bola' neste país. Talvez não seja só neste país, mas centremo-nos só por cá. Já sabemos que o Porto é a máquina do costume, trucida tudo o que mexe, com mais ou menos mérito. Já sabemos que o Sporting está mais interessado em sanear as finanças que parecem estar cada vez pior e colocar jogadores das escolas no mercado. Já sabemos também que o Benfica, pela 19ª temporada consecutiva, venceu o campeonato de pré-temporada, com milhares de pessoas nos jogos, milhares de pessoas nos treinos e milhares de pessoas com a ilusão do famoso' este ano é que é'. Depois temos mais 13 equipas que vão lutar por alcançarem protagonismo efémero (travando um dos grandes) ou mais constante (fazendo um campeonato na linha da frente). É um pouco o reflexo da nossa sociedade. Os grandes muito grandes e que absorvem quase tudo, os pequenos muito modestos, que a pouco mais aspiram que à efémera glória do 4º lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou arriscar e deixar algumas tentativas de predizer o que vai acontecer. Não, não vou dizer quem ganha (é desnecessário, não é? Faço parte dos 6 milhões de iludidos, eheheheh...), mas vou aqui lançar alguns nomes e tentar prever quem se vai destacar positiva e negativamente. No fim do ano estou  eu e estão vocês para ver se acertei ou não. Atenção! Isto é um mero exercício de análise, não pensem que andei a ver futuros em borras de café....eheheheh...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Jesus - Vai fazer um belo campeonato, mesmo que não o ganhe. Cumpre certamente o segundo ano de contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesualdo Ferreira - Campeonato mais difícil do que o ano passado, mas sempre lá em cima. Mantém-se no comando da equipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Bento - Ano muito difícil para o senhor do risco ao meio. Cheira-me que vai andar a apagar fogos no balneário durante todo o ano. Dificilmente chegará ao fim, sem ser por teimosia da direcção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nacional da Madeira - Novamente a surpresa da temporada, com excelente caminhada e lugar europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braga - Uma desilusão, provavelmente sem qualificação europeia. Dificilmente Domingos ficará até ao fim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhanense - Outra surpresa, com um campeonato tranquilo, a 'morder' os grandes nos jogos contra eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitória de Guimarães - Boa temporada, com lugar europeu, mas longe dos grandes. Vai praticar um bom futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio Ave - Boa temporada, tranquila e perto da Europa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naval - Época difícil, sempre lá por baixo, talvez até para a descida...a rever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Veloso - Apesar de apostar na má época do Sporting, Veloso vai fazer boa época. Um dos poucos que se salva, juntamente com Moutinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cardozo e Saviola - Vai haver molho nas defesas que joguem contra o Benfas...Cardozo melhor marcador e Saviola a regressar à selecção argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hulk - Vai continuar a partir loiça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moutinho - Vai perder-se nos equívocos tácticos de Paulo Bento, apesar de conseguir sempre dar a volta por cima. No final da época vai querer mudar de ares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raúl Meireles - Enorme figura do Porto, a equipa vai girar à volta do seu espírito guerreiro. Passa a capitão no fim da época, quando Bruno Alves sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falcão - Vai ser um dos flops da época. Vai jogar pouco e marcar ainda menos. Os benfiquistas vão agradecer ao Porto ter 'desviado' este jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yebda - Vai ficar nas boxes o ano inteiro, e sempre que entrar, vai meter 'o pé na argola'...sai no fim da tempoarada, ou até na reabertura do mercado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei porquê mas sinto-me bem a fazer isto...eheheheh...agora só espero não me enganar muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim da época conversamos....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. - Prometo solenemente que o próximo post não terá referências a futebol... ehehehehehehe&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2440676069343361640?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2440676069343361640/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2440676069343361640&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2440676069343361640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2440676069343361640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/falemos-de-futebol.html' title='Falemos de Futebol...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8612355791510101217</id><published>2009-08-05T15:53:00.002+01:00</published><updated>2009-08-05T15:57:40.029+01:00</updated><title type='text'>Agora também na 'Radiosfera'!</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estreou no passado Sábado o meu programa semanal de crónicas na Rádio UCB Portugal (que podem ouvir através do site ucbportugal.pt), ao qual decidi dar o nome sugestivo '3 Minutos'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um programa em que utilizarei muitas das coisas de que falo aqui no blog, e vice-versa, embora sempre com aquela magia radiofónica que os blogs ignoram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabem, todos os Sábados, às 10h20 e às 20h20, faz favor de colar esses ouvidinhos às colunas do PC e ouvir aqui as opiniões do Professor Marcelo da UCB, ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham um excelente dia!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8612355791510101217?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8612355791510101217/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8612355791510101217&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8612355791510101217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8612355791510101217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/agora-tambem-na-radiosfera.html' title='Agora também na &apos;Radiosfera&apos;!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-562589622801757610</id><published>2009-08-05T15:34:00.005+01:00</published><updated>2009-08-05T15:48:46.839+01:00</updated><title type='text'>O milagre das 9 e tal da noite...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Eram perto de 21h30...estava sentado no meu sofá ultra-confortável, ao telefone e a tentar manter uma conversa. Enervei-me, não com o meu interlocutor, mas com aquilo que estava a ver. Todos sabem do meu benfiquismo, mas 'aquele' Sporting enervou-me profundamente. Que raio, afinal sou português e chateia-me ver uma equipa portuguesa, nem que seja de corfebol, a levar da maneira que o Sporting ontem estava a levar. A querida esposa estava na cozinha a aquecer o jantar (eu sei que era tarde, mas lá em casa somos como os espanhõis e jantamos à hora da ceia...), enquanto eu gritava da sala frases como 'epá, estes gajos não estão a jogar nada' ou o também clássico 'epá, se era para isto, era preferível não estarem lá!' Nisto, último minuto, canto do lado direito, um guarda-redes meio atabalhoado a tentar cabecear uma bola, mas apenas a conseguir atrapalhar um defesa, confusão desgraçada e...GOLO! Eu não sei porque sou benfiquista, mas creio que está na hora de os sportinguistas erguerem um altar de sacrifíos entre Enschede e Alkmaar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas por incrível que pareça, não vim falar de futebol. Venho, isso sim, falar de duas atitudes distintas perante a vida. Utilizo o jogo de ontem como mero exemplo. Quantas vezes mais acontecerá aquilo que aconteceu ontem à noite? Quantas vezes mais cairá qualquer coisa do céu, livrando-nos da derrota mais que certa? Quantas vezes mais seremos salvos mesmo no segundinho antes do apito final?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece estranho, mas a maior parte de nós acaba por viver como o Sporting ontem. Não estamos inspirados, não estamos com grande vontade de estar ali, preferíamos estar no Liverpool ou no Real Madrid ou até no clube da esquina. Se trabalhamos na empresa x, preferiamos trabalhar na y. Se trabalhamos na y, preferiamos trabalhar na x. Falta-nos diariamente a atitude de guerreiros, porque afinal, a vida é 1% de inspiração e 99% de transpiração. É um facto que muitas vezes seremos salvos à beira do apito final, mas quantas vezes isso acontecerá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É altura de trabalharmos de forma mais afincada nos treinos, de levarmos uma vida mais 'profissional', porque nem sempre acontecem os milagres das 9 e tal da noite. É por isso que é preferível darmos tudo desde o primeiro minuto de jogo, independentemente do campo em que jogamos. A alternativa é vivermos de milagre em milagre, sob pena de ele, um dia, não aparecer. E aí, poderá ser tarde mais...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-562589622801757610?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/562589622801757610/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=562589622801757610&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/562589622801757610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/562589622801757610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/08/o-milagre-das-9-e-tal-da-noite.html' title='O milagre das 9 e tal da noite...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6460909721132862247</id><published>2009-07-30T16:54:00.003+01:00</published><updated>2009-07-30T17:09:35.034+01:00</updated><title type='text'>A Cidade de Deus...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Levanta os olhos e vê...vê a cidade onde o Sol não se põe e a lua não desaparece. Onde a luz de um povo brilha intensamente, à vista de todos. Onde os corações estremecem de emoção e os olhos cintilam, tal a alegria. Onde os rejeitados, odiados e desprezados por todos, se tornam os mais prestigiados e respeitados da Terra. Onde o cobre se faz ouro, onde o ferro se faz prata, onde a madeira se faz bronze, onde a pedra se faz ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta os olhos e vê...vê a cidade onde a justiça e a paz são a marca, os princípios fundamentais . Onde não há violência, onde não há guerra. Onde a tristeza desaparece para sempre, desvanecendo-se no caminho da eternidade. Onde o povo é gente de bem, gente, respeitadora da cidade, a qual guarda e da qual cuida com zelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta os olhos e vê...vê a cidade onde tudo é novo, onde o esplendor é um simples pleonasmo, e onde a vida adquire o final sentido. Onde não há lágrima, onde não há morte, ou choro, ou dor. Onde o passado é a última morada da nossa angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta-te e vê...vê a cidade onde uma voz ecoa dizendo 'estou a fazer tudo de novo'. Onde quem tem sede pode beber sem restrições nem pagamento, directamente da fonte. Onde a palavra ouro não passa de uma repetição constante. Onde tudo é cristalino e emana vida. Onde a presença é constante e omnipresente, está em todo o lugar e em todo o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta-te e vê...vê a cidade cuja luz ilumina o resto do mundo. A cidade cujas portas nunca se fecharão. A cidade cujo tempo não terminará. A cidade que será o centro do mundo, de onde todos vêm e para onde todos vão. A cidade para onde todos os caminhos procedem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta-te e vê...vê a cidade. Vê a cidade no topo do monte. Vê a cidade de Deus.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6460909721132862247?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6460909721132862247/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6460909721132862247&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6460909721132862247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6460909721132862247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/cidade-de-deus.html' title='A Cidade de Deus...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-780975974945437917</id><published>2009-07-22T16:25:00.006+01:00</published><updated>2009-07-22T16:47:40.411+01:00</updated><title type='text'>Faltam 2 meses para o caos!</title><content type='html'>Pois é amigos. Ainda nenhum de nós se aperecebeu, mas faltam sensivelmente 2 meses para o espectáculo do ano: as eleições legislativas! Isso é que vai ser bonito, ver os nossos políticos na estrada, de feira em feira, de evento em evento, de comício em comício. E atrás deles todo aquele corrupio de cartazes, de barulho, de megafones, de comitivas e por aí fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem diria há 3 meses que hoje estaríamos aqui a assistir a uma verdadeira luta entre Sócrates e Ferreira Leite? Quem diria que Ferreira Leite tem reais hipóteses de se tornar primeira-ministra? A verdade é que ninguém o diria. E com todos os defeitos que a senhora possa ter, numa coisa temos de concordar: ela é fixa de ideias, persistente e não desiste. É um bom começo. Mas Sócrates também começou assim e agora virou 'bicho manso'. Vamos lá ver se chega, de um lado e de outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me interessa verdadeiramente é ouvir quem propõe o quê. Confesso que me faz confusão quem esteve até agora no Governo vir prometer coisas que já podia (e algumas devia...) ter posto em prática antes. É o mesmo que dizer 'Eh pá, pessoal. A malta esqueceu-se de pôr isto em andamento, mas pronto, não fazemos agora, mas fazemos logo a seguir à eleições, ok?' Soa sempre a incompetência, não soa? O problema é que isto acontece sempre. Só abro excepções para casos de grandes reformas (que custam muito dinheiro e que, por isso, devem ser feitas uma de cada vez, ou pelo menos de forma controlada) a serem feitas nas segundas legislaturas. O resto, estas medidas avulsas que temos ouvido, ou muito me engano ou não passam de vãs promessas. E sabemos que nas campanhas eleitorais as promessas vãs parecem as ervas depois da chuva, aparecem em todo o lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caos está perto. Preparem-se para que a 'silly season' aterre em Portugal, com consequências desconhecidas, mas certamente devastadoras. Entre quem está em pânico pela possibilidade de perder o poder e quem está sedento dele, alguns hão-de morrer, outros hão-de sobreviver à pele, outros ainda emergirão como vitoriosos sobre tudo isto. É a consequência das guerras. O problema é que, no meio disto, matamos muitos que poderiam tornar-se bons, deixamos a respirar alguns que mais valia acabarmos com eles, e proclamamos vitoriosos alguns que de competência só lhe conhecem o nome, não o significado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termino com um belíssimo pensamento que li num artigo há meses. No fim de contas, quem manda no país é a malta do PS e do PSD. Eles é que escolhem quem é o candidato a Primeiro. A nós, resto do país, sobra-nos escolher um desses dois. E nisto cá vamos andando...&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-780975974945437917?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/780975974945437917/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=780975974945437917&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/780975974945437917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/780975974945437917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/faltam-2-meses-para-o-caos.html' title='Faltam 2 meses para o caos!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-196148064824764417</id><published>2009-07-20T17:58:00.003+01:00</published><updated>2009-07-20T17:59:45.603+01:00</updated><title type='text'>Talvez um dia...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;Talvez um dia vivamos num mundo de respeito, de igualdade e diversidade. Numa sociedade em que ninguém se possa considerar superior, mais esperto, mais astuto, mais capaz, mas onde apenas nos podemos considerar seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia não se gastem milhares de milhões em armas que nos obrigam a gastar milhares de milhões em ajuda humanitária, que nos obrigam a gastar milhares de milhões em saúde, que nos obrigam a gastar milhares de milhões em segurança, que nos obrigam a gastar milhares de milhões em diplomacia, que nos obrigam a gastar milhares de milhões em fundos de 'desenvolvimento', que nos obrigam a gastar milhares de milhões no combate à corrupção, que nos obrigam a gastar milhares de milhões em projectos e soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia não tenhamos de ficar envergonhados porque um homem vale 94 milhões de euros, ou porque vale 25 mil €/hora, ou porque é notícia se ele usa calções curtos ou longos, ou porque está na casa x ou y, ou porque passou uma noite com uma Paris, ou porque 'espatifou' um Ferrari, ou porque partiu um vidro de um carro, ou porque hoje treinou ao lado do Pepe, ou porque hoje treinou ao lado do Sneijder, ou porque autografou o seio de uma adolescente histérica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia não tenhamos vergonha de dizermos e assumirmos o que somos, de assumirmos que somos sim em vez de não, de sermos conhecidos pelo que fazemos em vez de pelo o que não fazemos, de sermos respeitados porque respeitamos, de sermos excelentes no que fazemos e dignos embaixadores, de conseguirmos fazer alguma coisa por alguém neste país, de sermos capazes de saltar fora das quatro paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia haja guerra, não 'aquela', mas uma outra. Uma guerra que mude a face daquilo que temos feito. Não sei como nem quando, mas talvez um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia deixemos de esperar tanto tempo por aquilo que é hoje. Talvez um dia deixemos de deixar de fazer isto, aquilo e aqueloutro. Talvez aquela canção do Variações perca o sentido e deixe de pairar no ar. Talvez um dia sejamos capazes disso, talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia eu ache que posso fazer isto tudo? Talvez um dia? Talvez amanhã? E porque não hoje?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-196148064824764417?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/196148064824764417/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=196148064824764417&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/196148064824764417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/196148064824764417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/talvez-um-dia.html' title='Talvez um dia...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6955849231768064958</id><published>2009-07-14T16:52:00.003+01:00</published><updated>2009-07-14T17:05:09.216+01:00</updated><title type='text'>Apenas...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Apenas gostaria de Te dizer que sem Ti não imagino a minha vida. Apenas gostaria de Te dizer que não imagino nada sem te imaginar a Ti primeiro. Apenas gostaria de te poder explicar que só Tu despertas estes sentimentos em mim, que não vejo nada sem os Teus óculos, sem a Tua vida, sem a Tua maneira de viver. Não me importo muito com o que outros dizem acerca de Ti. São como testemunhas de acusação que nunca Te viram (julgam eles...), que nunca Te tocaram, que nunca ouviram a Tua voz...que validade terá o seu testemunho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas queria ser capaz de Te compreender. Compreender como é que alguém ama tanto e de forma tão desinteressada, sem exigir nada a não ser eu tal como sou. Apenas queria ser capaz de compreender o que entendes por 'graça', por 'perdão', por 'amor', e porque é que essas definições são, para Ti, tão diferentes das minhas. Apenas queria perceber porque és tardio em irar-te, mas rápido em perdoar. Apenas queria perceber como é que podes transformar uma vida assim, num ápice, num piscar de olhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já percebi que és maior do que alguma vez poderei compreender. É por isso que me resumo à pequenez que me invade. Sei que me deste valor, sei que colocaste tudo em jogo por mim, sei que pagaste um preço bem alto para me ver outra vez. Mas mesmo assim não consigo fazer mais do que apenas adorar-Te. É a minha resposta, é aquilo que eu devolvo a Ti, por tudo aquilo que Tu és. É a única maneira de me sentir completo, saber que Te dou tudo o que tenho. Pode parecer minúsculo aos olhos dos Homens. Nós gostamos de actos mais heróicos, mais visíveis. Mas eu não quero isso hoje. Eu quero apenas adorar-Te. Só, no silêncio da minha própria existência, apenas apresentar-Te o que tenho cá dentro. Apenas... porque sei que é isso que queres...mais do que as luzes, a fama, o espectáculo...e é fora de tudo isso que eu Te dou tudo o que tenho, tudo o que sou. Porque Tu és pessoal mas trasmissível. Porque Tu és enorme mas vives bem dentro de mim. Porque Tu és princípio e fim. Porque Tu és.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6955849231768064958?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6955849231768064958/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6955849231768064958&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6955849231768064958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6955849231768064958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/apenas.html' title='Apenas...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5220195482952781721</id><published>2009-07-13T15:41:00.005+01:00</published><updated>2009-07-13T16:11:11.988+01:00</updated><title type='text'>Graça?!?!?</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;«Estavamos como que mortos por causa das nossas falhas, dos nossos erros. (...) Mas Deus, rico em misericórdia, rico em graça, em consequência do seu sublime amor por nós, e estando nós ainda mortos pelas nossas falhas, nos deu uma vida nova, ao trazer Cristo à vida. Foi somente pela graça de Deus que fomos salvos. Nós voltámos com Cristo, e foi-nos concedido por isso o direito de acesso espiritual, pela fé, ao mundo divino em que Cristo habita. A fim de que, para sempre, todos constatem como é rica e generosa essa sua graça, que ele revelou em tudo o que ele fez por nós através de Jesus Cristo. Porque pela sua graça é que somos salvos, por meio da fé que temos em Cristo.»&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A humanidade celebra a liberdade. Celebra a liberdade de expressão, celebra a liberdade de imprensa, celebra a liberdade de culto. A humanidade celebra a igualdade de oportunidades, celebra a igualdade entre sexos, celebra a igualdade entre os seres humanos. A humanidade celebra a liberdade historicamente adquirida, seja a nível nacional, celebrando independências ou revoluções, seja a nível global, celebrando o final de guerras que terminaram com a vitória 'dos bons'. A humanidade celebra a sua própria capacidade de criar acontecimentos ou eventos históricos, mesmo que, no caso de muitos deles, pouco tenham contribuído para a nossa felicidade enquanto humanidade. A humanidade leva muito a sério aquela máxima que nos diz para celebrarmos cada conquista, para que não a esqueçamos nem a desprezemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao mesmo tempo que celebramos tudo e mais alguma coisa, esquecemo-nos (ou fomo-nos esquecendo...) daquela que é a conquista mais importante da humanidade. A graça. O facto de uma nova porta de oportunidade ter sido aberta, e de não mais termos de sofrer pelos erros que cometemos. A possibilidade de, tendo uma compreensão, ainda que limitada, do conceito de graça divina, podermos usar dela para com aqueles que nos rodeiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suprema ironia esta. Ao mesmo tempo que fomos aprendendo a comerar tudo, fomos também retirando o significado real das coisas que comemoramos à séculos. Só assim se explica que natais e páscoas sejam, nos dias de hoje, mais uma oportunidade comercial do que uma celebração, mais uma oportunidade de férias e descanso do que uma oportunidade de reflexão e de devolução de sentido à vida. Estranho...no exacto momento em que a sociedade tem dificuldades prementes e crescentes em encontrar-se, nós retiramos-lhe todos os sinais de trânsito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graça. Favor imerecido. Perdão sem nada em troca. Graça sobre nós. Graça de nós para os outros. Seria um mundo bem melhor, não seria?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5220195482952781721?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5220195482952781721/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5220195482952781721&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5220195482952781721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5220195482952781721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/graca.html' title='Graça?!?!?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5122801580419205790</id><published>2009-07-10T16:34:00.003+01:00</published><updated>2009-07-10T16:50:32.259+01:00</updated><title type='text'>Armstrong...Lance Armstrong...</title><content type='html'>Que referência e exemplo. Podemos até nem ser amantes de ciclismo, ou do fenómeno desportivo, mas temos de reconhecer que ele é capaz de produzir fenómenos que se tornam referências positivas e inspiradoras. Lance Armstrong é uma dessas figuras. Não apenas pelo talento. Corrijo, não pelo talento. O título do seu livro (que, infelizmente, ainda não tive oportunidade de ler...) é sintomático e foi, para mim, de grande inspiração. 'O ciclismo  não é acerca da bicicleta' é um título que faz pensar sobre o que é a nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabemos que no ciclismo a bicicleta é importante, claro. É indispensável que ela esteja em condições, devidamente afinada e arranjada, sem problemas, de preferência. Mas, se formos analisar as razões por detrás do sucesso ou insucesso, vemos que a bicileta não assume lugar de preponderância. Sem as pernas do ciclista, sem o pulmão do ciclista, sem a capacidade de sofrimento do ciclista, sem a capacidade de superação do ciclista, sem a capacidade de recuperação do ciclista em momentos críticos, a bicicleta não é mais que um tremendo e terrível peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que é essa a mensagem da vida de Armstrong. A bicicleta da nossa vida é importante. As ferramentas que nos foram dadas são parte dela que não podemos nem devemos negligenciar. Sejam dons ou capacidades, essa ferramentas estão a nosso uso. Mas as nossas capacidades não chegam sozinhs a lado nenhum. Para que a 'bicicleta' ganhe sentido, é necessário que o ciclista a faça andar. Isso implica preparação, sob pena de sermos obrigados a desistir mais à frente. Isso implica capacidade de sofrimento, sob pena de não aguentarmos as 'etapas' de alta montanha. Isso implica capacidade de recuperação rápida, sob pena de não conseguirmos enfrentar um novo dia depois de termos feito um grande esforço. Isso implica que nós, ciclistas, sejamos capazes de pedalar forte, para não ficarmos para trás, dosear o nosso esforço, para que não nos cansemos em etapas que mal contam para a classificação geral, que sejamos capazes de andar na frente do pelotão, para não sermos apanhados por cortes inesperados que nos façam perder o contacto com a frente da corrida. E isso implica que sejamos corredores da 'geral'. Não sprinters, cuja vitória é efémera, mas ciclistas completos, que ambicionem chegar aos Campos Elísios e fazê-lo nos lugares da frente. Tal e qual como Armstrong...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida não é medida pelos dons. É medida por aquilo que faço&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt; com eles.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5122801580419205790?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5122801580419205790/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5122801580419205790&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5122801580419205790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5122801580419205790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/armstronglance-armstrong.html' title='Armstrong...Lance Armstrong...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4788734024279952986</id><published>2009-07-10T15:34:00.003+01:00</published><updated>2009-07-10T15:50:37.610+01:00</updated><title type='text'>Eleições no Benfica?!?!?!?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;As férias impediram-me de comentar um dos mais acidentados acontecimentos dos últimos tempos na sociedade portuguesa: as eleições no Benfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos sabem do meu benfiquismo. Em tempos de parvoíce chega a bater em níveis extraordinários. Por agora a coisa está controlada, fruto de vários comprimidos que tenho ingerido. A maior parte deles faz-me ignorar os Falcões, os Saviolas, os Reyes e ou outros 550 nomes que aparecem na imprensa desportiva. Ah, mas as eleições no Benfica...essas só as conseguiria ter ignorado se me tivessem dado uma anestesia geral que tivesse durado umas 2 ou 3 semanas...o que se calhar não tinha sido má ideia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade é que as eleições se fizeram, e, segundo parece, foram feitas de forma legal. A outra realidade é que alguém teve mais de 90% outra vez!?!? E ainda outra realidade diz-nos que os votos em branco foram o dobro do número de votos no outro senhor, aquele do Porto Canal. E a outra realidade ainda, diz-nos que foram as segundas eleições mais concorridas de sempre. Resultado:&lt;br /&gt;     1.As pessoas votaram porque quiseram, e fizeram-no em massa;&lt;br /&gt;     2.Não só votaram massivamente, como o fizeram NUM candidato;&lt;br /&gt;     3.Ao fim de semanas de poeira no ar e instabilidade, finalmente fala-se em futebol. Isto dá claramente razão a LFV para ter antecipado eleições...imaginam esta 'palhaçada' em pleno campeonato????&lt;br /&gt;     4.O Benfica, sem vitórias, sem taças, sem títulos, sem nada, ainda consegue mobilizar mais gente que os outros 'dois' juntos...é isto que provoca 'aquele' ódio de morte que se tem pelo Benfica. E é por isso que eu gosto do Benfica, quer ele ganhe, quer não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. - Vi a apresentação do Ronaldo. Imaginem isto: de férias, na cozinha, a fazer o jantar (sim, porque a esposa merece descanso...) e a ver aquele espectáculo. Foi impressionante, mas também aumentou de sobremaneira a responsabilidade daquele número 9. Porque já a Bíblia nos 'avisa': os mesmos que nos aplaudem efusivamente, daqui a uma semana podem estar a crucificar-nos...sem motivo nem razão aparente...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4788734024279952986?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4788734024279952986/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4788734024279952986&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4788734024279952986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4788734024279952986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/07/eleicoes-no-benfica.html' title='Eleições no Benfica?!?!?!?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7722540652853559463</id><published>2009-06-19T16:33:00.005+01:00</published><updated>2009-06-19T16:57:42.300+01:00</updated><title type='text'>O calor, o Irão, a morte, o Benfica e a semana</title><content type='html'>Título curioso este. Tentei colocar nele tudo o que me vai na cabeça neste exacto momento. É claro que entretanto já pensei em 350 coisas, mas este é o Top 5 dos pensamentos da semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O calor. Porque já não dá para aguentar. Imaginem um gabinete num primeiro e último andar de uma espécie de pavilhão. Agora imaginem que esse pavilhão se situa bem à torreira sol durante todo o dia. Agora imaginem que não haviam ar condicionados no mundo. É aí que estou agora mesmo. É para ficar maluco? Não chega. Mas para fritar o cérebro é mais que suficiente. Uma nota breve: não sou daqueles que nestes momentos pensa 'ao menos se eu estivesse na praia...'. Não o faço porque acontece-me sempre uma coisa muito estranha. Quando estou em casa está um calor que não se pode. Mas quando chego à praia há sempre qualquer coisa de mau. Ou é o vento, ou a temperatura que baixou bruscamente, sei lá...qualquer coisa...por isso já desisti de querer estar na praia. Preferia estar fresquinho a trabalhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Irão. Tenho a secreta esperança que os EUA tenham aprendido como se faz ou começa uma revolução num país muçulmano. É pelas faculdade senhores de Washington! Confesso que era daqueles países em que eu não imaginava ver isto acontecer. Boas notícias para o mundo ocidental. Enquanto tiver que lidar com estes 'energúmenos', o senhor Ahmadinejad vai estar demasiado ocupado para andar por aí a dizer os disparates que costuma atirar regularmente. Por outro lado, questões como o nuclear passarão certamente para segundo plano. E há ainda mais boas notícias: é que um dos países muçulmanos mais conservadores parece estar a querer sair desse conservadorismo. Vamos ver no que vai dar e como vai terminar esta questão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte. Voltou a assolar a minha família. Vim hoje do funeral da avó da minha esposa. A morte é um grande aliado do cérebro. É das poucas coisas que nos obriga, de facto, a pensar. Pelo menos assim é comigo. Pergunto-me sempre se o que estou a fazer é um bom investimento ou pura perda de tempo. Porque, afinal, o nosso tempo por estas bandas é limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Benfica. Já tinha saudades desta ebulição. É o entra não entra, o fica não fica, o candidata não candidata. A minha definição de Benfica é a mesma do anúncio da Zon. Se eu era capaz de viver sem o Benfica? Era. Mas não seria a mesma coisa... Sem ouvir os disparates e pontapés na gramática do LFV (agora acompanhado à guitarra por Jorge Jesus), sem ver os terríveis falhanços do Nuno Gomes, sem ver o melhor marcador da equipa ficar no banco meia temporada, sem ver os lenços brancos, sem ver o joelho do Mantorras a bambolear...não seria a mesma coisa. Além de que o futebol português acabava. Ficávamos todos sem clube. Os benfiquistas ficavam sem clube para apoiar. Os anti-benfiquistas ficavam sem clube para odiarem, coisa que eles fazem melhor do que apoiarem os próprios clubes. Era uma maçada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semana. Ufa. Dura e comprida e dura e cansativa e dura e mais um par de botas (que bela expressão, não é?). Mas tão produtiva. É bom ver que chegamos cansados mas felizes e realizados ao fim de uma semana. É bom vermos que o nosso esforço afinal sempre tem alguns resultados. É bom vermos aquilo de que gostamos a avançar, a andar para a frente...é ou não é? Pois é exactamente assim que estou. Esgotado mas contente. Exausto mas realizado. Antes assim do que abatido e derrotado....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, resta-me desejar um óptimo fim-de-semana, a vocês e a mim. See you monday!&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7722540652853559463?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7722540652853559463/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7722540652853559463&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7722540652853559463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7722540652853559463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/06/o-calor-o-irao-morte-o-benfica-e-semana.html' title='O calor, o Irão, a morte, o Benfica e a semana'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8615148679236078874</id><published>2009-06-17T15:35:00.004+01:00</published><updated>2009-06-17T15:56:08.791+01:00</updated><title type='text'>Sócrates e a humildade, a humildade e Sócrates</title><content type='html'>Estranha a capa de ontem do Público. Estranha a reunião da Comissão Política do PS. Dizia ela que a  palavra humildade entrou em definitivo no discurso do Primeiro-Ministro José Sócrates. Entrou? Mas já não devia estar no discurso desde que apareceu na vida política, e especialmente depois de ter sido eleito e nomeado Primeiro-Ministro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há aqui duas coisas a assinalar, todavia. Uma é a capacidade do povo português confundir firmeza com arrogância. Outra é a importância do que é, na realidade, a humildade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto portugueses, temos tendência a confundir conceitos diferentes...firmeza é necessária e até vital na tomada de decisões importantes. É importante que, ao decidirmos algo de difícil e polémico, sejamos firmes na decisão que tomamos. A humildade não se mede na firmeza com que tomamos a decisão. Mede-se, isso sim, na forma como tomámos a decisão. Será que ouvimos outras pessoas? Será que chamámos ao processo quem, de facto, percebe daquilo que estamos a falar? Será que demos oportunidade a outros de pensarem pela sua própria cabeça e apresentarem soluções? Será que demos alternativas às pessoas ou oportunidade para rebaterem as nossas ideias? Isso sim é humildade. É perceber que não sabemos tudo e que precisamos de nos rodear de quem percebe e nos pode ajudar para tomar determinada decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que importância tem a humildade? Toda. O nosso mundo encheu-se nas últimas gerações de egos monstruosos. A crise financeira/económica/social adveio de uma tremenda falta de humildade e escrúpulos de pessoas que apenas quiseram o seu bem. A crise de valores advém do facto de o homem pensar que já sabe tudo acerca de tudo. Porque na palavra humildade cabem as palavras altruísmo, espírito e trabalho de equipa e bem alheio. Mas cabe também outra coisa...Evangelho... «Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eng. José Sócrates, aplaudo a sua inflexão de discurso, mais vale tarde que nunca. Mas lembre-se: a humildade não serve apenas para ganhar eleições...&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8615148679236078874?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8615148679236078874/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8615148679236078874&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8615148679236078874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8615148679236078874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/06/socrates-e-humildade-humildade-e.html' title='Sócrates e a humildade, a humildade e Sócrates'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5512874423481444445</id><published>2009-06-15T15:37:00.005+01:00</published><updated>2009-06-16T16:58:58.615+01:00</updated><title type='text'>Eu acredito!</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não, não se trata de um slogan farsola com o objectivo de levar a nossa selecção ao Campeonato do Mundo de Futebol em 2010. Também não se trata de uma qualquer frase da já mais que quente campanha para as Legislativas que aí vêm. Aliás não se trata de nada que não tenha a ver comigo e contigo. É o assumir da minha decisão pessoal: Eu acredito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que a época não está para grandes optimismos nem para grandes festejos. Sei que as coisas estão bem difíceis um por pouco por todo o lado. Mas, apesar disso, deixem-me dizer-vos que eu acredito! Não me importa qual é o governo ou o executivo camarário. Não me importa o que vem nas notícias nem tão pouco o que dizem os comentadores. Não me importa que esta seja a pior crise desde os anos 30. Eu acredito! Acredito que o que eu vejo agora não tem de prejudicar toda a minha noção de médio e longo prazo. Acredito que o que eu vejo agora não tem de me tornar pessimista para sempre e até à morte. Acredito que é possível mais e melhor e que esse mais e melhor depende de duas pessoas: eu e tu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recuso-me a não acreditar. Porque podem roubar-me a capacidade de falar, de me mover, de ver, de emitir a minha opinião, podem roubar-me o que quiserem. Mas nunca me farão refém daquilo em que acredito. E aquilo em que acredito é, graças a Deus, bem maior do que aquilo que eu vejo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham uma fantástica semana!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5512874423481444445?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5512874423481444445/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5512874423481444445&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5512874423481444445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5512874423481444445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/06/eu-acredito.html' title='Eu acredito!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8738047564723714415</id><published>2009-06-01T15:56:00.004+01:00</published><updated>2009-06-01T16:16:33.605+01:00</updated><title type='text'>Perder é ganhar?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Venho de um fim-de-semana em que as coisas foram complicadas. No espaço de 2 dias perdi dois familiares, o que, como é óbvio, nos faz pensar na vida de forma mais crítica do que o usual. Afinal de contas, lidar com a sensação de que não voltaremos a ver alguém é das emoções com que maior dificuldade temos em lidar enquanto seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem foi o funeral de uma pessoa que me era (será que posso dizer que ainda é?) bastante querida: a minha avó materna. Quando era criança passei horas, dias, semanas e até meses na casa dos meus avós Marcolina e Manel Henriques. Devo-lhes tantas coisas. O meu avô partiu em 2003. A minha avô partiu na última sexta-feira. Mas há uma coisa que não parte. É que as lembranças que tenho deles são fantásticas. O meu avô, companheiro, que me levava para todo o lado, que, no meu quintal, fez centenas de remates que tentava defender o melhor que conseguia, que me enviava 'A Bola' todas as segundas-feiras para eu ver os resultados dos jogos do fim-de-semana, camarada de centenas de jogos de futebol, especialmente do nosso Benfica (foi ele que me introduziu a esta 'doença'), que agarrava em mim de manhã, me levava para a 'horta', onde, no caminho, fazia a paragem obrigatória no 'Nabiças' , onde me dava pacotes de amendoins e me dizia sempre que não dissesse nada à minha avó, até porque tinha acabado de comer uma pratada de Estrelitas ao pequeno-almoço. A minha avó, que me fazia sempre aquela carninha com batatas fritas aos cubos, que me levava ao parque mesmo tendo de se certificar que não estava mais ninguém nos baloiços (porque de outro modo, eu não andava neles...), que me fazia aquela 'Sopa de Entulho' deliciosa e a deitar por fora e que eu comia na sala porque queria ver televisão, que me comprava sempre uma caixinha de 'Carrossel' para eu comer ao jantar, e que me ia buscar ao infantário que estava por detrás de casa, isto porque eu chorava se a via passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de contas, eu sei que perdi a presença física, mas que ganhei a memória de alguém a quem devo tantas coisas. Ganhei a memória do carinho das pequenas coisas, que só se apagará quando eu me apagar também. Ganhei o carinho com  que sempre me lembrarei de ambos. Ganhei a certeza que um dia voltaremos a ver-nos. E essa é a melhor herança que me podiam ter deixado...e que eu agradeço do fundo do meu coração...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8738047564723714415?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8738047564723714415/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8738047564723714415&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8738047564723714415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8738047564723714415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/06/perder-e-ganhar.html' title='Perder é ganhar?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2755912641910448690</id><published>2009-05-27T15:57:00.005Z</published><updated>2009-05-27T16:11:32.456Z</updated><title type='text'>O Jogo da Década...</title><content type='html'>Daqui a pouco menos de 3 horas começará o jogo do ano e um dos mais aguardados da década, quando as duas melhores equipas de futebol da actualidade (e a grande distância das outras...) se defrontatem na final mais aguardada dos últimos tempos. Será uma tremenda luta entre estilos completamente diferentes, e uma prova de que diferentes formas de ver e trabalhar podem levar a um mesmo resultado: a excelência. Senão vejamos: enquanto que o Manchester é o exemplo máximo de clube-empresa, com lucros anuais que ultrapassam largamente o nosso entendimento, o Barcelona representa um clube mais preocupado com as causas sociais, como o prova o 'patrocínio' gratuito da Unicef nas suas camisolas. Representa o duelo entre dois treinadores em tudo diferentes, Alex Ferguson e Pep Guardiola. Um representa uma escola mais antiga, pouco baseada na imagem e mais baseada no trabalho (não esquecer que este senhor foi o único que, até agora, roubou um título nacional a José Mourinho...), enquanto Guardiola é filho de uma geração diferente, mais 'apresentável', mais direccionada para o espectáculo, com os resultados que vimos esta época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois há 'aquele' duelo. O duelo que levará tanta gente a prestar atenção ao jogo. Cristiano Ronaldo vs Messi. Os dois melhores jogadores da actualidade (a grande distância dos demais) e que vão dar toda uma dimensão extra ao encontro. O espectáculo puro de força e técnica (Ronaldo) contra a visão mais romântica e menos 'bruta' do futebol (que Messi representa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há algo que ainda queria focar mais na antecipação deste jogo. O respeito que toda a gente teve uns pelos outros. Desde Ronaldo (quem diria?) a Messi, passando por Ferguson e Guardiola, e estendendo-se a todos os jogadores. Messi disse que pagaria para ver Ronaldo jogar. Eu digo mais: pagaria para ver qualquer um destes 'senhores'. E logo à noite eles vão dar-me razão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a isso! Abram a porta aos gladiadores...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2755912641910448690?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2755912641910448690/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2755912641910448690&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2755912641910448690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2755912641910448690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/05/o-jogo-da-decada.html' title='O Jogo da Década...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7560773422029635834</id><published>2009-05-26T17:09:00.003Z</published><updated>2009-05-26T17:23:46.034Z</updated><title type='text'>Autêntico</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ser autêntico é uma necessidade no mundo actual. Estamos todos fartos de ser enganados e creio também não estar muito longe da verdade se disser que estamos todos fartos de ser enganadores. Portanto estamos todos ansiosos por ser autênticos e verdadeiros nas nossas reacções, comportamentos e decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é porque é que não o somos ainda? E porque provavelmente nunca o seremos totalmente? No meu entender a resposta é demasiado complexa. As noção de política e socialmente correcto, o medo das consequências, a incapacidade de assumir erros, fracassos e falhas, e por aí fora. Todos eles nos impedem de ser autênticos naquilo que fazemos e/ou dizemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surge isto porque esta semana decidi começar a 'reparar' no número de vezes que não sou autêntico, no número de vezes em que digo uma coisa e estou a pensar outra, só porque não quero ser incorrecto. No número de vezes em que não confrontei uma pessoa só porque não quis ser incorrecto, ou porque tive medo da sua reacção. No número de vezes que fiz uma coisa que não queria só porque quis 'ganhar uns pontos'. E arrepiei-me, confesso. Arrepiei-me porque chego à conclusão que, na maioria das vezes a autenticidade não é mais que uma pequena 'pedra de tropeço' no nosso caminho para o sucesso. Compreendam-me. Não quero aquela lógica em que eu digo as coisas porque tenho que as dizer e quem se 'lixa' é quem ouve, nada disso. Isso é de um egoísmo atroz.  Mas também não acredito que dissimularmos sentimentos e valores, escondendo-os atrás de acções, não é correcto, nem para nós, nem para quem nos rodeia. Afinal, a grande valia do ser humano é aquilo que ele é, e não aquilo que ele faz. E se nós dissimulamos aquilo que somos, o que restará de nós, pobres mortais? Apenas passaremos a valer por aquilo que fazemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que percebo melhor o porquê da direcção para onde o mundo caminha...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7560773422029635834?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7560773422029635834/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7560773422029635834&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7560773422029635834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7560773422029635834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/05/autentico.html' title='Autêntico'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1105589810001657411</id><published>2009-05-06T08:45:00.002Z</published><updated>2009-05-06T08:51:32.126Z</updated><title type='text'>E as Papas Maizena???</title><content type='html'>Frase do ano do mundo político...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Paulo Rangel tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate político em Portugal é mesmo de alto nível...&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1105589810001657411?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1105589810001657411/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1105589810001657411&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1105589810001657411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1105589810001657411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/05/e-as-papas-maizena.html' title='E as Papas Maizena???'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4460419925880833475</id><published>2009-05-04T15:00:00.003Z</published><updated>2009-05-04T15:29:27.875Z</updated><title type='text'>Quantos segundos de fama?</title><content type='html'>Afinal, o que é a fama? Acho que é justo sabermos responder a esta pergunta, tendo em conta que estamos a instruir a nossa sociedade, e especialmente os mais novos, a viverem para a alcançarem. Descobri que a resposta, ao contrário do que costumamos aceitar, não é assim tão simples. Bastou uma pequena pesquisa por esta maravilha que é a net para perceber que a questão tem vários equívocos à partida. O primeiro equívoco é que é bem mais antiga do que pensamos. Lord Byron, poeta romântico inglês do início do século XIX respondeu um dia à pergunta 'o que é a fama?', dizendo que 'é a vantagem de ser conhecido por pessoas acerca das quais nada sabes, e com as quais nem sequer te preocupas.' A 'idade' avançada desta questão também é perceptível noutra frase de Byron, 'a fama é a sede da juventude'. Estávamos no século XIX...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu entender o problema passa em grande parte pela mensagem que estamos a passar às mais novas gerações. Nunca tanto como hoje se confundiu sucesso, fama e felicidade. São três conceitos distintos, mas que infelizmente temos tendência a juntar. Isso leva a criarmos gente muito famosa, muito bem sucedida (dentro 'daqueles' parâmetros de sucesso pelos quais nos regemos) mas muito pouco feliz. Andamos a criar uma geração 'vaidosa' segundo aquilo que escreveu George Santayana, filósofo, poeta, e humanista espanhol que disse que 'a maior demonstração de vaidade é o amor pela fama'. Deixámos instalar no nosso meio uma mentalidade de fama. Não importa aquilo que venhas a fazer, desde que sejas famoso com isso. Já nem sequer se trata de ser excelente ou altamente capaz ou profissional, mas apenas de conseguir cumprir, no mínimo, os tais 15 segundos de fama a que tenho direito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henry Wadsworth Longfellow, poeta americano do século XIX tem aquela que eu considero a frase lapidar sobre a fama: 'O talento do sucesso não é mais do que fazer bem aquilo que está ao nosso alcance, e fazer bem tudo o que houver para fazer sem pensar em fama. Se ela vier, então será por mérito, nunca porque corremos atrás dela.' E além disso, faço minhas as palavras de outro poeta e ensaista norte-americano, Thoreau: 'Mais do que amor, dinheiro, ou fama, dêem-me a verdade.' Isto não vos faz lembrar 'conhecereis a verdade e verdade vos libertará'?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4460419925880833475?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4460419925880833475/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4460419925880833475&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4460419925880833475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4460419925880833475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/05/quantos-segundos-de-fama.html' title='Quantos segundos de fama?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5303837374267860006</id><published>2009-04-22T14:34:00.007Z</published><updated>2009-04-27T15:19:41.326Z</updated><title type='text'>Uma sociedade sem classes...um exclusivo comunista???</title><content type='html'>Será a 'utopia' de uma sociedade sem classes um exclusivo das crenças comunistas? Aliás, terá sido uma ideia peregrina de Marx e Engels? Tenho uma concepção pessoal de sociedade que me impede de ver como 'normal', ou pelo menos, desejável, a sociedade estratificada. Não acredito na diferenciação, seja ela por sexo, (in)capacidade, crenças, cor ou cultura. Acredito que somos iguais, porque assim fomos criados, iguais, sem diferença nem superioridade de uns sobre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desequilíbrio desta equação está assente na ambição humana. Um dos mais importantes motores da humanidade é também um dos maiores vírus que temos em mãos. Mas este não é um exclusivo da actualidade, nem o foi do século XIX. Infelizmente, há muitos séculos que assim é. Aliás, se calhar até é assim há bem mais tempo do que nós podemos imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que gosto de ver Jesus como um revolucionário. É por isso que até gosto quando Lhe chamam 'o primeiro comunista da História'. E digo-vos porquê...é que talvez essas duas descrições não sejam assim tão descabidas. Gosto imenso de uma história que o próprio contou sobre um banquete dado por um alguém proeminente. Convidou todos os seus amigos e conhecidos, que, à última hora e de forma educada, se escusaram, alegando razões mais que óbvias e convincentes. Quem não gostou foi o anfitrião do banquete, que ordenou que se convidassem aqueles que estavam na rua, perdidos, marginalizados, deixados de lado. E não descansou enquanto a sua casa não esteve cheia desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que esta história encerra a grande diferença do Cristianismo. O Evangelho é para todos, e isso é um facto. Mas tal como Cristo se concentrou naqueles que realmente dele necessitavam, como os oprimidos e fracos de então, também aqueles que o seguem devem ter o mesmo comportamento. E a razão é esta: é óbvio que um magnata precisa tanto de um relacionamento com Deus como dele precisa um sem-abrigo. Mas o sem-abrigo também precisa do que comer, do que vestir, algo de que o magnata não necessita urgentemente. E o Evangelho não são só palavras. Como Paulo diz, é alimentar o faminto, vestir aquele que não tem roupa e receber o que não tem lar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utopia? Talvez...mas vale bem a pena lutar por ela...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5303837374267860006?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5303837374267860006/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5303837374267860006&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5303837374267860006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5303837374267860006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/04/uma-sociedade-sem-classesum-exclusivo.html' title='Uma sociedade sem classes...um exclusivo comunista???'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2209153603922368644</id><published>2009-04-13T15:24:00.005Z</published><updated>2009-04-13T16:14:56.246Z</updated><title type='text'>A minha responsabilidade!</title><content type='html'>Se fossemos tão criativos no nosso dia-a-dia quanto o somos quando toca a desculpar a nossa própria incompetência ou negligência, o mundo seria um lugar melhor. Não sei onde terá começado a moda do 'porquê admitir que errei, quando posso invocar 3, 4 ou até 5 razões que justificam e até tornam normal o facto de eu não ter feito aquilo que era aceitável, razoável ou até indispensável'. Mas que ela faz parte do nosso dia, ai disso não tenho dúvidas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez isto não fosse grave, se uma das melhores maneiras de não cometer o mesmo erro não fosse o reconhecimento do mesmo logo na primeira 'escorregadela'. Insisto neste ponto: porque havemos de privilegiar e premiar o 'enguiismo' (expressão inventada por moi mêmê e que designa a capacidade daquele que consegue fugir às questões e problemas como uma enguia, ou seja com aquela capacidade inata de ser maleável e rápido na execução), se é óbvio que ele nos causa grandes problemas, sociais, pessoais e profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem isto a que propósito? Simples. Estou farto de ser enguia. Estou farto de ter sempre uma razão para falhar, para não fazer ou para fazer menos bem. Estou farto de conseguir sempre descobrir a desculpa perfeita para justificar o facto de 'isto' não ter acontecido. A partir de hoje EU ASSUMO A MINHA RESPONSABILIDADE. E tu? Assumes a tua?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2209153603922368644?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2209153603922368644/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2209153603922368644&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2209153603922368644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2209153603922368644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/04/minha-responsabilidade.html' title='A minha responsabilidade!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4090765389682063033</id><published>2009-04-09T16:11:00.004Z</published><updated>2009-04-09T16:20:39.861Z</updated><title type='text'>Cá estou eu outra vez...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;De volta caros amigos. Terminaram as férias 'forçadas' pelo casamento e o 'de volta' aplica-se a tudo, inclusivé ao blog. Não vou fazer grandes apreciações nem grandes descrições da lua-de-mel (afinal, tem de haver alguma aura de mistério nisto, certo?). Apenas digo que tudo correu bem (à excepção da maldita confusão intestinal que, a determinada altura, se instalou na minha barriga e naquela casa-de-banho!) e que estou de volta em força e melhor que nunca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas ideias a borbulhar nesta cabeça...vou finalmente terminar o meu estudo sobre 'Um novo socialismo' (que espero trazer à minha querida igreja no dia 19 de Abril...)...vou finalmente pôr de pé alguns projectos de recursos já merecem ver a luz do dia (nomeadamente o www.cccidade.org/artescriativas)...e posso finalmente fazer tudo isto sendo um homem casado e respeitável (sei que ainda o sou pouco...mas deixem-me trabalhar nisso, ok?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, estou de volta e isso é que interessa...contem comigo! (eu sei, agora pareço um político de 3ª...uns dias de rotina devem resolver esse problema...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4090765389682063033?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4090765389682063033/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4090765389682063033&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4090765389682063033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4090765389682063033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/04/ca-estou-eu-outra-vez.html' title='Cá estou eu outra vez...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5738102751481061339</id><published>2009-03-09T15:47:00.004Z</published><updated>2009-03-09T16:15:32.237Z</updated><title type='text'>Quase</title><content type='html'>Já repararam que a palavra 'quase' é uma das palavras mais utilizadas na nossa linguagem diária? Existe um número gigantesco de coisas que, no nosso dia-a-dia, passam pelo 'crivo do quase'. Quase vimos isto, quase ouvimos aquilo, quase fizemos aqueloutro, quase fomos não-sei-o-quê, quase tivemos a possibilidade de, quase éramos capazes de...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando aqueles que foram trocando o quase pelo quase (lá está...) socialmente aceite 'quaise', o quase ganhou hoje um lugar de quase (lá está ele outra vez...) preponderância no nosso dia-a-dia. Bom, mas não peguei neste tema (se lhe for possível chamar 'tema'...) para fazer umas piadinhas, até porque não é o meu 'ministério'. Deixando brincadeiras de parte, creio que muitas das vidas com que nos cruzamos no dia-a-dia também correm o risco de se ficarem pelo 'quase'. A barreira do quase serem felizes, do quase serem capazes, do quase terem uma família e um lar feliz e estável, do quase alcançarem as suas metas e sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tempo de arregaçar as mangas. O quase não chega. Chega de ficarmos perto, tão perto de fazer algo acontecer. Na nossa vida, na nossa família, no nosso trabalho, à nossa volta...vamos fazer algo de importante, algo de capaz, algo de histórico. Não vamos chegar 'quase lá'. Ninguém se lembrará esta geração no futuro...Por isso, vamos fazer acontecer.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5738102751481061339?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5738102751481061339/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5738102751481061339&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5738102751481061339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5738102751481061339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/03/quase.html' title='Quase'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-64276540930091944</id><published>2009-03-06T16:04:00.007Z</published><updated>2009-03-06T17:02:44.583Z</updated><title type='text'>Os partidos pequenos e a descredibilização dos gigantes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SbFKDhZQ3kI/AAAAAAAAAFQ/ae1T1okYCxo/s1600-h/Sondagem.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 71px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SbFKDhZQ3kI/AAAAAAAAAFQ/ae1T1okYCxo/s400/Sondagem.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310106860010921538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt; A imagem à direita mostra a tendência mais recente das sondagens no nosso país: a constante queda dos 'gigantes' PS e PSD e a subida acentuada dos pequenos partidos: Bloco, PCP e CDS (a quem já alguns 'entendidos' fizeram o funeral uma dúzia de vezes, mas que lá se vai mantendo nas contas...). Tendência estranha num país que, desde a consolidação da democracia, se habituou a ver no PS e no PSD as grandes forças políticas nacionais, enquanto todos os 'outros' eram relegados para uma posição de segundo plano. Mas o que motiva esta viragem para os pequenos? Porque é que, de um momento para o outro, os portugueses parecem ver alternativa nos partidos que, até agora, não eram de poder?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos 10/15 anos, os grandes partidos centralizaram mais que nunca as suas estratégias na pessoa do líder. Quero o PS, quer o PSD passaram a ter a sua estratégia assente no próprio líder e não no partido e na sua estrutura. Tudo isto provoca grande instabilidade nos próprios eleitores. Como é possível, por exemplo, que o PSD tenha, no espaço de 4 anos, líderes tão distintos e distantes, como Manuela Ferreira Leite e Santana Lopes? Que estabilidade mostra um partido assim ao eleitorado? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tammbém o último congresso do PS veio reforçar esta tese. Assistimos a um partido centrado em José Sócrates que, tal como aconteceu com o PSD quando Cavaco se retirou, muito sofrerá quando assistirmos à sua saída de cena. Afinal quem define as matrizes dos partidos? O líder ou as bases? E qual o papel das bases? Serão meros fantoches de massas, manipulados conforme o entendimento de quem lidera os partidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio desta indefinição levantam-se 3 partidos: BE, PCP e CDS. Os dois primeiros crescem por se afirmarem como alternativas. Propoem outros caminhos, outras formas de fazer as coisas. São coerentes nas suas lideranças e têm um caminho que, quer gostemos quer não, mantêm independentemente dos ventos políticos. O CDS cresce muito à base da descridibilização do PSD. O eleitorado de direita, aquele que se recusa a votar à esquerda do PSD, tem de votar nalgum lado, mesmo que não se reveja 'neste' PSD. Sobra Paulo Portas que, com maior ou menor dificuldade, lá vai mostrando ideias e fazendo alguma mossa no governo Sócrates...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande preocupação que emerge é se este crescimento não poderá fazer de Portugal um país ingovernável após as legislativas. O PS parece-me longe da maioria, o PSD parece-me longe de tudo, o PCP e o Bloco são partidos que vivem da sua condição anti-poder. Sobram três soluções: governo minoritário (que, no meu entender, não duraria os 4 anos...); CDS, em coligação com o PS (será isto possível? Que preço pagaria Sócrates?); e o Bloco Central. Dos três cenários, talvez o último seja o mal menor. Mas perante a inevitabilidade da derrota estrondosa do PSD, com quem iria Sócrates 'montar' este bloco central?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas perguntas para poucas respostas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-64276540930091944?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/64276540930091944/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=64276540930091944&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/64276540930091944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/64276540930091944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/03/os-partidos-pequenos-e.html' title='Os partidos pequenos e a descredibilização dos gigantes'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SbFKDhZQ3kI/AAAAAAAAAFQ/ae1T1okYCxo/s72-c/Sondagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2088294736662545873</id><published>2009-02-26T15:04:00.002Z</published><updated>2009-02-26T15:08:17.002Z</updated><title type='text'>Um Novo Socialismo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;Ao estudar a vida de Jesus deparei-me com esta expressão na minha mente: um novo socialismo. Já tinha ouvido, na brincadeira, muita gente dizer que Cristo teria sido o 'primeiro comunista', e confesso que, há dias, enquanto estudava a vida e obra de Cristo na Terra, fui percebendo que essa afirmação poderá não ser descabida de todo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fui tirando as minhas conclusões. Penso explorá-las aqui. Mas para já gostaria que pensassem até que ponto é que a vida de Jesus não trata de um 'novo socialismo', uma nova concepção da humanidade, baseada na igualdade, na inexistência de 'seres superiores' e 'seres inferiores', assente numa maior justiça e igualdade entre iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Cristo não representa um novo socialismo, superior àquele que politicamente nos é proposto? Pensem nisto...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2088294736662545873?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2088294736662545873/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2088294736662545873&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2088294736662545873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2088294736662545873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/02/um-novo-socialismo.html' title='Um Novo Socialismo'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3419843569036615440</id><published>2009-02-17T16:44:00.003Z</published><updated>2009-02-17T17:04:20.247Z</updated><title type='text'>O que fazer com a luz do dia?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A pergunta não é minha. Ouvi-a ou li-a num qualquer sítio. Sendo sincero, nem me lembro quem foi o autor da mesma, nem onde a vi, li ou ouvi. Mas, sem saber porquê, hoje lembrei-me dela. Afinal, o que fazer com a luz do dia? Creio que só perante a proximidade da sua perda nos apercebemos da sua importância. Não falo da luz do dia no seu sentido literal, mas num sentido figurado. Afinal, ver a luz do dia não é mais que uma representação da vida, o romper da manhã depois da noite. E que bela representação é essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma expressão preciosa na Bíblia. Diz ela que 'o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã'. Ou seja, pode o sofrimento, a dor, a dificuldade, a montanha ou a incapacidade durar um tempo, mas existirá sempre uma manhã para que alegria venha! Talvez seja esta a única resposta satisfatória que encontre em toda a minha vida para responder a esta pergunta. O que dura uma noite se desvanecerá perante a luz do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez precisemos de perceber o que fazer com a luz do dia, o que fazer com a vida, o que fazer com cada manhã, com cada raio de luz que nos possibilita essa 'simples' realidade que é viver. Talvez precisemos de ver uns míseros raios de sol a anunciar que a noite terminou e que está de volta a manhã em todo o seu esplendor. Talvez precisemos de nos perguntar mais vezes 'o que vou fazer com a luz deste dia?'. Talvez precisemos de ser diligentes com o que fazemos com essa luz, com o que fazemos com a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer com a luz do dia? E que tal viver...&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3419843569036615440?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3419843569036615440/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3419843569036615440&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3419843569036615440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3419843569036615440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/02/o-que-fazer-com-luz-do-dia.html' title='O que fazer com a luz do dia?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4681905729535779046</id><published>2009-02-06T16:58:00.006Z</published><updated>2009-02-06T18:05:12.490Z</updated><title type='text'>Eluana</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt; Cá está um daqueles casos que nos faz sentir pequeninos, pequeninos, pequeninos. A história de Eluana, uma italiana de 37 anos de idade e há 17 em coma devido a um acidente de viação deixa-nos assim. É uma das histórias que me faz pensar na questão da eutanásia e/ou da morte medicamente assistida. Percebo o que deva custar a uma família qualquer uma das decisões: manter viva uma pessoa que desde há 17 não é mais que um vegetal ou terminar com o sofrimento mútuo e provocar a sua morte. Não deixo de pensar nisto como uma questão complexa, bem mais profunda do que o simples 'não temos direito de matar ninguém'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendo o sofrimento da família, embora não o possa 'medir'. Não compreendo o sofrimento da Eluana, como é óbvio. Será que ela sente o que se passa à sua volta? Será que ela tem noção do que se passou ao longo destes 17 anos? Tudo isto são questões de profundidade assinalável e para as quais a ciência, mesmo que aqui e ali vá conseguido responder parcialmente, não dá respostas definitivas ou claras. Eu acredito piamente que não temos direito a terminar com a vida de ninguém. Mas estes casos são demasiados difíceis para serem encarados com esta argumentação. São casos que ultrapassam a equação vida/morte, extravasando para uma equação muito mais complexa e de difícil resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que, enquanto cristão convicto, creio na vida e na capacidade que Deus tem de fazer renascer/ressurgir qualquer um, mesmo nas mais difíceis condições. Mas este é um daqueles casos em que quase somos convidados a pensar com o intelecto e não com a fé. A minha fé diz-me que nunca se 'mata' ninguém. A minha razão diz-me para se dar a 'oportunidade' de te uma morte condigna a alguém. Difícil equação...muito difícil. Não venho aqui, ao contrário do que costumo fazer, dar a minha opinião em relação a esta questão. Deixem-me também adiantar que se falássemos de alguém consciente (como já aconteceu noutras ocasiões) nem sequer no racional apoiaria. Mas nestes casos muita coisa é diferente. Até interiormente sinto o dilema. Imagino pelo que passa aquela família há 17 anos. Ou se calhar tento fazê-lo, sem sucesso. Mais uma vez, razão para um lado, fé para o outro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cristão vejo a fé como o ponto mais importante da nossa vida. Por ela somos salvos e justificados. Aquele que crê jamais será rejeitado ou lançado fora. Por isso, que se sobreponha a fé à razão. Mas não o consigo fazer sem que haja esta luta interior...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4681905729535779046?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4681905729535779046/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4681905729535779046&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4681905729535779046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4681905729535779046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/02/eluana.html' title='Eluana'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4918665851069463631</id><published>2009-02-04T15:32:00.004Z</published><updated>2009-02-04T16:58:57.757Z</updated><title type='text'>Os Milhões Perdidos do BPN</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt; Indiana Jones não faria melhor. Em busca dos milhões perdidos do BPN dava um óptimo filme de aventura. Afinal, segundo o Público de hoje, o buraco não é de 'apenas' 700 milhões de euros, mas sim de uma módica quantia de 1800 milhões de euros! Mas não é isto que me deixa mais perplexo, há, por detrás disto algo que me deixa ainda mais surpreendido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, até Janeiro deste ano, a Caixa Geral de Depósitos (banco com capitais do Estado, logo, financiado por todos...) injectou no BPN qualquer coisa como 1400 milhões de euros. Segudno o Público de hoje 'para compensar uma eventual incorporação nas contas da CGD (leia-se Caixa Geral de Depósitos), o banco público poderá ter necessidade de recorrer de novo ao Estado para reforçar os capitais.' Vamos ver bem de que valores falamos. Estes tais 1800 milhões davam para mais de meio aeroporto de Alcochete, e cerca de um quarto do valor estimado para o TGV. É muito dinheiro, portanto, e não apenas um produto da crise dos mercados, como nos têm feito crer neste processo. Ainda por cima, e segundo o antigo vice-presidente do banco (que assumiu funções em Novembro) os salários terão conhecido acréscimo durante este período de crise e acentuar do tal 'buraco'. É isto que me indigna, esta incoerência de ter uma instituição/empresa a 'dar as últimas' e os seus admnistradores a, desculpem a expressão, 'encherem-se à grande...' isto é um acot criminoso caros amigos, e é pena que em Portugal passe incólume!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou de moralismos exacerbados, mas há coisas que, sinceramente, me custam a compreender. E a maneira como isto tem sido levado de maneira tão leve e descontraída faz-me náuseas. Como foi possível ninguém, nem a entidade fiscalizadora, de nome Banco de Portugal, ter conseguido enxergar, em devido tempo, todas as 'maroscas' que por aqui se passavam? Como é possível? Como é possível que um banco que tem nos seus quadros pessoas com nível de escolaridade superior em 8% à CGD ter chegado a este nível? Só por incompetência, caros amigos...e pior que a incompetência só mesmo a cegueira que parece ter atingido aqueles que deviam fiscalizar todo o sistema bancário português...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto continua a ser um país engraçado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4918665851069463631?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4918665851069463631/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4918665851069463631&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4918665851069463631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4918665851069463631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/02/os-milhoes-perdidos-do-bpn.html' title='Os Milhões Perdidos do BPN'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6670677361416633575</id><published>2009-01-30T17:23:00.007Z</published><updated>2009-01-30T17:54:38.480Z</updated><title type='text'>O Fórum de Davos</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Creio que tem passado despercebido ao comum dos mortais, mas está a decorrer a Cimeira de Davos, nome pelo qual também é conhecido o Fórum Económico Mundial. Todos os anos, especialistas mundiais em Economia reúnem-se para debater não só os problemas como as soluções para as questões que foram surgindo com o avançar do actual sistema económico mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano confesso que tenho acompanhado a cimeira com bastante atenção, ao contrário da comunicação social portuguesa (que preferiu dar mais tempo de antena a Lula da Silva aos berros e a Chávez a ter o seu mais pequeno discurso de sempre...). Entre disparates e ideias geniais, algumas coisas são bem interessantes e merecem a nossa reflexão. É verdade que alguns (ou muitos...) dos homens e mulheres que ali se encontram são os responsáveis pela forma como o mundo se encontra actualmente, a braços com uma crise económica sem precedentes e da qual ninguém parece conseguir prever como e quando acabará. Mas também é verdade que, entre coisas menos importantes, ali se têm discutido umas quantas soluções que podem ser importantes para o futuro da economia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é que coloco a minha atenção numa cimeira que é vista com tanta desconfiança por quase toda a gente, perguntam vocês? Simplesmente porque me recuso a enveredar pela fúria nacionalizadora e totalitária que alguns têm vindo a tentar trazer de volta ao Estado. Não é essa a solução. O que seria do mundo com 20 ou 30 Chávez? Ou com 15 Estalines? Ou sem liberdade ou iniciativa privada? Ninguém imagina, pois não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio de tantas frases, ouvi uma bem interessante, no debate sobre alterações climáticas onde participaram, entre outros, o bem conhecido Al Gore. Rasmussen, primeiro ministro dinamarquês disse uma frase bastante marcante e que marca, no meu entender, um possível virar de página nas relações que os Estados têm com o Ambiente, relacionamento esse tão difícil devido ao tão conhecido binómio Ambiente/Crescimento Económico. Uma frase simples que marca uma nova forma de pensar a que se deve tirar o chapéu. Disse Rasmussen que 'As políticas de que precisamos para ultrapassar a crise financeira são as mesmas que precisamos para combater as mudanças climáticas. Precisamos de um crescimento verde e sustentável. Eficiência verde é um assunto económico.' &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio disto tudo pergunto-me...será que ainda é esta crise que nos vai salvar da sepultura ambiental que nós próprios criámos? Seria uma enorme ironia que fosse a a crise a salvar-nos dos nossos erros, mas que seria fantástico, disso não duvido minimamente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um óptimo fim-de-semana a todos...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6670677361416633575?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6670677361416633575/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6670677361416633575&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6670677361416633575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6670677361416633575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/o-forum-de-davos.html' title='O Fórum de Davos'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2788081767070354601</id><published>2009-01-22T17:23:00.003Z</published><updated>2009-01-22T17:47:22.976Z</updated><title type='text'>Com ou sem Mundial...eis a questão!</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Mundial 2018...eis uma boa discussão!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;O país divide-se em dois. Aqueles que acham que o Mundial é um desperdício de dinheiro, que o nosso país só dá atenção a coisas supérfluas como a bola, que devíamo-nos era concentrar em sair desta crise, etc, etc. Do outro lado, aqueles que acham que poderá ser um bom investimento, atraindo mais turistas, logo mais dinheiro, eventualmente uma maior exposição de um pequeno país como o nosso, ao mesmo tempo que alegra o povo, já que um mundial é uma dose de ópio (eis como eu chamo o futebol...) capaz de dar para os próximos 9 anos, com pico lá para o Verão de 2018.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Bom, eu confesso que estou algures entre estas duas. Concordo que neste momento temos mais coisas em que pensar, temos um país para recolocar de pé, depois de crises e mais crises sucessivas.  Temos uma economia débil e demasiado dependente do Estado e do estrangeiro (qual deles o pior para depender...). Temos erros estruturais que têm décadas (ai a Admnistração Pública, sempre a Admnistração Pública). Temos educação, saúde e justiça e rever e a melhorar. Mas também temos uma imagem a defender, um país belo e único na Europa para promover. Temos um povo que se interessa por futebol e faz dele uma festa (quando é a selecção...). Temos sempre o ponto de vista do investimento e do crescimento que isso poderia trazer, além da promoção do país no estrangeiro, do número de turistas que por cá passariam, e do contributo que isso poderia dar em termos económicos, quer no imediato (ou, neste caso, em 2018), quer nos anos vindouros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;No caso de um país que, como o nosso, pouco investimento teria, à partida, de fazer, confesso que a ideia me parece boa. Percebo o que diz o Ministro das Finanças quando diz que 'não é uma prioridade', mas também percebo Madaíl. O homem teve, desta vez, uma boa ideia. Rentabilizar um investimento que já foi feito não é burrice nem desperdício. É ser inteligente. Ora, se nós já realizámos um investimento aquando do Euro, porque não rentabilizá-lo? Porque não reutilizar as infraestruturas desportivas (que não são só os estádios....) que já temos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;O meu único medo é o ópio. O povo parece que cega quando confrontado com estas coisas, mesmo que ainda apenas possibilidades. Ricardo Araújo Pereira disse, numa das suas crónicas que 'enquanto o Benfica estiver à frente do campeonato, o Governo pode aprovar uma lei que me obrigue a andar descalço sobre vidros partidos três vezes por semana, que por mim está aprovada.' É ridículo mas muitas vezes acontece, não nestes moldes. O que me preocupa é que aquilo que não deve ser priritário passe a ser o ópio da vida diária do povo. Política, economia e assuntos que convém saber, estando informados, secundados pelo Mundial até ao ano 2018. Eis aqui o que me faz pensar duas vezes. Mundial? Bom, como dizem os meus amigos Sebenta, a ver vamos....&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2788081767070354601?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2788081767070354601/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2788081767070354601&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2788081767070354601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2788081767070354601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/com-ou-sem-mundialeis-questo.html' title='Com ou sem Mundial...eis a questão!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5057889029670240047</id><published>2009-01-21T15:12:00.004Z</published><updated>2009-01-21T15:29:36.930Z</updated><title type='text'>Obama</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Foi ontem a tomada de posse de Barack Obama como 44º Presidente dos EUA. Poucas vezes terá havido o sentimento de euforia à escala mundial que se sentiu no dia de ontem. Já tive a oportunidade de o dizer uma vez e volto a repeti-lo: cuidado, as altíssimas expectativas que se colocam em Obama podem sair frustradas logo que este precisar de tomar algumas medidas um pouco mais 'chatas', digamos. Só espero que esta euforia não o deixe refém do próprio povo, que tantas vezes provou que não pode 'liderar' directamente um país, mas apenas escolher quem crê estar mais capaz de o fazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Grandes desafios se apresentam a Obama. Na diplomacia internacional, as questões do Médio Oriente, o lidar com a crise nuclear iraniana e norte-coreana (esta, no meu entender, mais grave e perigosa) e a recuperação da débil imagem norte-americana no exterior são os grandes desafios. Lidar com Hillary Clinton também poderá ser um problema, mas prefiro, honestamente, esperar para ver o que poderá esta equipa dar...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Na óptica da defesa, apresentam-se alguns desafios também eles de grau de dificuldade elevado. Retirada do Iraque, a situação afegã, ou o enfraquecimento da Al-Qaeda, são aspectos de importância extrema. Há que retirar ponderada e calmamente do Iraque, para que este não se torne um 'campo minado', há que perceber a opção 'Afeganistão' de Obama e há que enfraquecer Bin Laden e seus camaradas, sob pena de a história vir dar razão a Bush (e que grande golpe isso seria...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Internamente, a questão do sistema nacional de saúde poderá ser o mais difícil obstáculo, dada a pressão que a Admnistração sofrerá dos lobbys dos grandes grupos privados americanos que operam na área. Não deixa de ser estranho que nós, na Europa, andemos a ver como passar a saúde para os privados, enquanto na América eles tentam inverter o processo...dá que pensar... Mas além da saúde temos a tão badalada questão da crise económica mundial. Nada facéis se avizinham estes primeiros meses para Obama...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Vamos ver o que Obama poderá vir a representar para o mundo. Mas aconselho o resto do mundo, especialmente os europeus, a deixarem de olhar para Obama como o 'Salvador'. Poderá ser um bom político, um óptimo Presidente, até pode entrar para a História por outras razões que não apenas ser o primeiro Presidente negro da História dos EUA. Mas acho que já somos demasiado crescidinhos (por alguma razão nos chamam 'o Velho Continente') para acreditar em contos de fadas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5057889029670240047?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5057889029670240047/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5057889029670240047&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5057889029670240047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5057889029670240047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/obama.html' title='Obama'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2965476068579285216</id><published>2009-01-14T15:38:00.003Z</published><updated>2009-01-14T15:51:12.908Z</updated><title type='text'>Um Propósito...</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;É estranho, mas a maioria das pessoas vive sem um propósito, sem um objectivo de vida capaz de reger as suas decisões. É quase como conduzir sem destino traçado, ao sabor dos cruzamentos, das obras da estrada, do trânsito, virando sem saber para onde nos dirigimos. Às tantas, estamos perdidos no meio do nada, sem saber de onde viemos, e pior, sem saber para onde vamos. É possível alguém chegar a algum sítio desta maneira? Não creio. Quer dizer, a algum sítio chegamos sempre, mas será sempre uma escolha do 'destino' e não nossa, isto caso negligenciemos uma questão tão central como termos um propósito na nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é um propósito? Pode ser muita coisa. Eu vejo um propósito como o centro do alvo, ou seja, o lugar que almejamos alcançar. Muitos factores depois influenciarão se o atingimos ou não, mas o primeiro passo de atirar ao alvo é saber onde ele está, senão, em 360º, teremos 359º de outras possibilidades para atirar, e muitas possibilidades de falhanço pelo meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer caminhada começa com uma clara definição de onde queremos chegar. Essa clara definição leva-nos a tentar perceber como podemos lá chegar. O como podemos lá chegar ajuda-nos a tomar as decisões certas nos cruzamentos e decisões da vida. Erraremos ainda assim? Certamente! Escolheremos caminhos errados? Muito provavelmente. Mas aí, o nosso GPS dirá que precisamos de fazer inversão de marcha logo que possível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha pergunta é como poderemos fazer a viagem da nossa vida sem saber onde queremos chegar?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2965476068579285216?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2965476068579285216/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2965476068579285216&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2965476068579285216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2965476068579285216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/um-propsito.html' title='Um Propósito...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3924761355991529432</id><published>2009-01-13T14:38:00.004Z</published><updated>2009-01-13T15:06:08.431Z</updated><title type='text'>Cristiano Ronaldo, Claro!</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Gosto de futebol. Não me debruço mais vezes sobre o tema por opção, até porque creio que existem temas bem mais importantes, acerca dos quais se deve 'perder' tempo a falar. Mas não é todos os dias que alguém de um país tão pequeno em número de população é considerado o melhor jogador do mundo. Também não é todos os dias que podemos afirmar que temos o melhor do mundo numa actividade. Por isso, e pela importância que isso tem, dedico-me hoje ao fenómeno Cristiano Ronaldo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Deixem-me dizer, antes de mais, que o Cristiano Ronaldo não será nunca uma figura consensual. como foi Figo ou até alguns outros jogadores da sua geração. Não é discreto, não é humilde (pelo menos na definição portuguesa da palavra),  nem é de grandes causas sociais (pelo menos à primeira vista). Por outro lado, a sua vida social está longe de ser 'aconselhável', com inúmeras histórias de romances, carros 'espatifados', e muito, mesmo muito dinheiro à mistura. Mas permitam-me discordar de muitas destas avaliações. Confesso que faço uma avaliação bem diferente daquilo que é Cristiano Ronaldo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;No meu entender, Ronaldo percebeu que tinha talento inato para fazer algo. Agarrou nisso e trabalhou-o desde cedo (para isso basta ver os depoimentos dos seus primeiros treinadores, coisas que ontem não faltou na televisão...) de forma afincada. Foi inteligente porque percebeu que, tendo talento, de nada lhe valeria se não o trabalhasse. Entretanto alcançou o seu sucesso, e vai já na 5ª época ao mais alto nível no Manchester, num dos campeonatos mais exigentes física e psicologicamente falando. E o que faz ele? Encostou-se à sombra da 'bananeira'? Não. Segundo Queirós, no final do treino os colegas retiravam-se e ele ficava a treinar livres e remates. Segundo o fisioterapeuta que o recuperou de lesão recente, o problema não era se Ronaldo fazia os exercícios, mas sim se os fazia em demasia. Segundo a família, Ronaldo chega a casa e vai para o ginásio trabalhar o físico. Ronaldo é o melhor porque é trabalhador e percebeu que só assim poderia alcançar o seu objectivo: ser o melhor do mundo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Terá muitos defeitos, muita coisa a apontar. Mas, se na nossa vida diária conhecemos uma carpinteiro que anda constantemente a procurar melhorar na sua técnica e trabalho, consideramo-lo, 'um bom rapaz', honesto e trabalhador. Mas um futebolista já não o é? Eu sei que eles ganham milhões, mas não foram eles que criaram a 'indústria' tal como ela é hoje', mas sim os 'agentes' (dirigentes e agentes de jogadores, nomeadamente...) que gravitam à volta do mundo da bola.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;..esses é que tornaram o jogo imoral!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Bom, alegremo-nos portugueses! Pelo menos por agora temos o melhor jogador de futebol do mundo! Fosse assim em tantas outras áreas...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3924761355991529432?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3924761355991529432/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3924761355991529432&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3924761355991529432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3924761355991529432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/cristiano-ronaldo-claro.html' title='Cristiano Ronaldo, Claro!'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8302507199050118177</id><published>2009-01-08T17:00:00.002Z</published><updated>2009-01-08T17:13:47.414Z</updated><title type='text'>Ano Novo, Vida Velha?</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Todos os anos se repete esta imagem. Milhões de pessoas um pouco por todo o mundo aproveitam o início de um novo ano para se comprometerem a ser e fazer qualquer coisa que ambicionam. Gostava que um dia houvesse um estudo sério sobre isto. Gostava, a sério! Gostava que alguém pegasse num grupo de pessoas e controlasse qual a percentagem de resoluções de ano novo que são cumpridas. O número era capaz de ser assutador, mas poderia ser um sério aviso 'à navegação'. Quantas pessoas não prometeram que 'é este ano que deixo de fumar!' ou vieram dizer que era este ano que dedicariam mais atenção aos filhos, aos maridos, às mulheres...quantas pessoas não conhecemos nós que diziam que 'este ano é que é! Vou fazer exercício e perder 25 kg!' e no fim do ano têm exactamente a mesma figura redonda?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Não quero aqui ridicularizar as resoluções de ano novo. Quero é desmistificar aquilos que elas são. São um engodo que serve para nos enganar a nós próprios. As verdadeiras resoluções para a nossa vida não precisam de uma data para serem tomadas ou verem a luz do dia. Precisam é de uma verdadeira transformação interior que nos impele a dizer 'a partir de agora vou tratar da minha saúde! Vou deixar de fumar, vou fazer exercício, vou comer melhor...'Não é preciso ser 1 de Janeiro para decidir isto. Pode ser 25 Março, 11 de Junho ou 28 Setembro. Não importa! Importa é aquilo que ouvi há já algum tempo, numa frase que, no meu entender, deve pontuar todas as nossas decisões:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;'Uma boa decisão é aquela que eu tomo e da qual não me arrependo no futuro!'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;Tenham um fantástico 2009! E já agora, aquilo que tiverem a decidir decidam-no agora! Nunca haverá altura melhor que esta!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8302507199050118177?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8302507199050118177/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8302507199050118177&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8302507199050118177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8302507199050118177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2009/01/ano-novo-vida-velha.html' title='Ano Novo, Vida Velha?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3806189457514974502</id><published>2008-12-15T17:18:00.003Z</published><updated>2008-12-15T17:32:50.913Z</updated><title type='text'>O Que Constrói o Meu Futuro_Parte IV</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Humildade é uma palavra difícil. Talvez se tenha tornado pesada demais para a ouvirmos ou dizermos. Mas continua a ser um estilo de vida que, nada tendo a ver com pobreza ou necessidade, parte de alguém que reconhece que não é superior a ninguém, apenas 'companheiro' e 'camarada' de muitos neste circo que é vida...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Como sempre, a Bíblia dá-nos uma das mais fantásticas visões sobre o que é a humildade. Durante séculos confundimos humildade com pobreza material. Nada a ver. É possível ser pobre e soberbo simultaneamente, como é possível ser rico e humilde. David dá-nos um vislumbre da atitude humilde, conforme descrito em II Samuel 7. Um homem poderoso, capaz e extremamente popular. Facilmente ele se teria deixado dominar pela vaidade e soberba, e se calhar, até tinha razões para isso. Mas escolheu um outro caminho. Diz a determinada altura 'Quem sou eu e quem é a minha família para que me tenhas trazido até aqui?'. Creio que nesta frase &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;(e nas que se lhe seguem, que não transcrevo para remir o tempo) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;se contêm princípios de verdadeira humildade, que importa ver com atenção. Se calhar, podemos tirar esta lição com David, que assume a atitude humilde de:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;li&gt;Aceitar a gradiosidade de Deus;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Compreender que nada somos sem Ele;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Compreender que precisamos d'Ele;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Compreender que o nosso valor está n'Ele;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Humildade é uma decisão, viver debaixo dela é um estilo de vida. Não é acerca de sermos uns coitadinhos, mas sim de compreendermos o posicionamento de Deus e dos que nos rodeiam na nossa vida. Amando a Deus e servindo os outros, ora aqui está um belo caminho de humildade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3806189457514974502?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3806189457514974502/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3806189457514974502&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3806189457514974502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3806189457514974502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/12/o-que-constri-o-meu-futuroparte-iv.html' title='O Que Constrói o Meu Futuro_Parte IV'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-4436396223720953025</id><published>2008-12-12T18:10:00.003Z</published><updated>2008-12-12T18:33:02.017Z</updated><title type='text'>O Que Constrói o Meu Futuro_Parte III</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Pedir e aprender a pedir. Estabelecer prioridades naquilo que pedimos. Afinal esta é também uma decisão. Pedir aquilo que desejamos ou sonhamos pode ser uma ferramenta fantástica, até porque a Bíblia é clara quando diz que 'concederá os desejos do nosso coração'. Mas, como em tudo, acredito que pedir deve 'obedecer ' a alguns princípios básicos e libertadores, capazes de exponenciar o potencial dos nossos sonhos e desejos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;O primeiro princípio básico é a Sabedoria. Devemos pedir de acordo com um princípio de sabedoria. Sabedoria pode ser, e muitas vezes é, senso comum. Mas outras vezes será vermos mais do que o olho humano vê, para além dos problemas, circunstâncias ou dificuldades. Talvez por isso uma das primeiras coisas que devemos estabelecer como desejo do nosso coração seja a sabedoria para lidar com as mais diferentes situações, as nossas e as que acontecem à nossa volta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Depois encontraremos coisas que devemos mesmo pedir. Paciência, porque a vida é sobre levantarmos outros (e isso exige paciência...e não se queixem, alguém já fez esse trabalho connosco!); amor, porque a vida dar-nos-à pessoas para amarmos; força, porque a vida é acerca de constante edificação; ajuda, porque Deus irá dar-nos capacidade de superação nos mais difíceis momentos da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;A realidade é que o que pedimos é o reflexo do que somos, além de que aquilo que pedimos constrói o nosso futuro. É por isso que fiz este exercício, o qual vos convido a fazer também. Ora, será que peço mais...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;li&gt;...para mim do que para outros - egoísmo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...riquezas e bens do que sabedoria - materialismo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...do que aquilo que realmente recebo - inacção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...conforto que desafios - estagnação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...do que pedia há algum tempo atrás - crescimento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...do que acho que 'mereço' - ousadia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...do que penso que consigo aguentar - ampliar influência e capacidade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;...aquilo que posso colcoar ao serviço de outros - altruísmo;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Talvez seja o tempo de compreendermos que quando pedimos arriscamo-nos a receber. Por isso, toca a ter ousadia e 'ampliar as estacas da nossa tenda'! É tempo de pedir e crescer em direccção a um futuro brilhante!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-4436396223720953025?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/4436396223720953025/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=4436396223720953025&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4436396223720953025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/4436396223720953025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/12/o-que-constri-o-meu-futuroparte-iii.html' title='O Que Constrói o Meu Futuro_Parte III'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-9078025376453136405</id><published>2008-12-04T19:47:00.003Z</published><updated>2008-12-04T20:00:32.819Z</updated><title type='text'>O Que Constrói o Meu Futuro_Parte II</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Decisões. Elas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;constroem&lt;/span&gt; o nosso futuro. Hoje, dentro do tema da construção do nosso futuro, trago a primeira de 4 decisões fundamentais na construção do nosso futuro. Decisões que são mais do que traços de personalidade, mais do que coisas adquiridas naturalmente, decisão que são passos de cada um, decididos e tomados individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvir é um passo, uma decisão. Aprender a ouvir também. Ouvir os outros e ouvir Deus. E a realidade é que há muitas maneiras de ouvir. Não é preciso um trovão gigantesco e uma voz forte e colocada para percebermos se isto ou aquilo é algo divino ou não. Se me sinto em paz com uma decisão, então muito provavelmente isso é Deus a falar comigo. As oportunidades que aparecem são, muitas vezes, formas de Deus nos levar a determinados caminhos. A Bíblia e o aprender a ouvir com as experiências daquilo que lá vem escrito também são formas de ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema são muitas vezes, os 'bloqueadores' de ouvido que enchem a nossa vida. 'Demasiado barulho', fruto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;stress&lt;/span&gt;, desorientação, cansaço, desordem financeira/familiar, etc, tudo isto são coisas que fazem tanto barulho na nossa vida, que muitas vezes não conseguimos sequer discernir a voz do bom senso. Outras vezes, simplesmente desprezamos aquilo que ouvimos, talvez porque não nos interessa. Outras vezes passamos por descontrole emocional momentâneo que nos impede de discernir as coisas mais simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvir e aprender a ouvir. Muitas vezes esta é uma decisão fundamental e  a diferença entre outras decisões bem tomadas ou não. É uma decisão fundamental na construção do futuro de cada um.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-9078025376453136405?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/9078025376453136405/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=9078025376453136405&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/9078025376453136405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/9078025376453136405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/12/o-que-constri-o-meu-futuroparte-ii.html' title='O Que Constrói o Meu Futuro_Parte II'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5611683226399456623</id><published>2008-11-25T18:16:00.003Z</published><updated>2008-11-25T18:31:43.978Z</updated><title type='text'>O Que Constrói o Meu Futuro_Parte I</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;reio que todos temos um plano e um propósito a cumprir. Creio que podemos cumpri-lo ou deixá-lo por cumprir. É por isso que assumo que a construção do nosso futuro tem tanto de 'bonito' como de central. As decisões de construção do nosso futuro determinam se eu vou cumprir ou não o plano e propósito que Deus tem para a minha vida. E isso, na minha opinião, é fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso muito no futuro, talvez fruto da força dos meus 24 anos. Penso muito nas coisas que eu posso decidir hoje que me levam a um futuro melhor, meu e das pessoas que me rodeiam. Fruto dessa reflexão que tem sido constante nos últimos meses, surgem algumas destas ideias que vou partilhar convosco nos próximos posts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste contexto da construção do Futuro que trago para cima da mesa duas palavras bem importantes: restauração e renovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de restauração e renovação é interessante. É acerca de pegar naquilo que já existe e fazer melhor que isso - restauração - ou fazer de novo - renovar. Quando renovamos ou restauramos uma casa, fazêmo-lo por uma de duas razões: ou porque já não tem condições, ou porque calculamos que, num futuro próximo deixará de as ter. O desafio que se põe a nós, seres humanos, é percebermos quando temos de renovar e restaurar as coisas da nossa vida, antes que deixemos de ter condições. Ou seja, anteciparmos o que deve ser renovado ou restaurado na nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei muito nisto. Pensei muito na nossa rapidez de resposta à mudança. Será que demoramos muito tempo a responder à necessidade de mudança na nossa vida? Se sim, está na hora de agilizarmos o processo. O Apóstolo Paulo deixa implícito, quando fala na renovação da mente, que a renovação é parte da nossa própria transformação e que esta é um processo contínuo. Se formos lentos a mudar, na verdade, andaremos sempre 'atrás do tempo' e 'atrás no tempo'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=";font-family:Symbol;font-size:14;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5611683226399456623?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5611683226399456623/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5611683226399456623&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5611683226399456623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5611683226399456623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/o-que-constri-o-meu-futuroparte-i.html' title='O Que Constrói o Meu Futuro_Parte I'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5727831481192393202</id><published>2008-11-25T17:53:00.005Z</published><updated>2008-11-25T18:09:00.503Z</updated><title type='text'>É o fim, Casa Pia?</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;No 'Público' de hoje li a seguinte notícia:&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:11;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_txtTextos" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;«Entre o seu gabinete no tribunal da Boa Hora e o silêncio e tranquilidade da sua casa do Norte, o procurador João Aibéo analisou, nos últimos meses, as transcrições de parte substancial das declarações e depoimentos prestados ao tribunal ao longo de quatro anos de julgamento, registados em 12 cassetes de vídeo, 968 de áudio, 1052 CD e 314 DVD.»&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Sem perder mais tempo, só faço a mim mesmo uma pergunta...4 anos, 12 cassetes de vídeo, 968 de áudio, 1052 Cd's e 314 DVD's???????????????????????&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;A minha segunda pergunta também é simples...como é que isto é possível?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5727831481192393202?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5727831481192393202/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5727831481192393202&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5727831481192393202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5727831481192393202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/o-fim-casa-pia.html' title='É o fim, Casa Pia?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7393839168459187630</id><published>2008-11-13T16:04:00.003Z</published><updated>2008-11-25T18:10:10.460Z</updated><title type='text'>E agora, um registo mais descontraído...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Bom, nada como tratar de um problema sério recorrendo ao humor. O Procurador-Geral da República, o Dr. Pinto Monteiro ia-se tramando um destes dias à conta desta lógica, mas mesmo assim continuo a acreditar que vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Antes de mais convém dizer que Portugal, no meu entender, é um paraíso para os comediantes. Matéria prima não falta, disparates são mais que muitos, a risada, só de olhar para o dia a dia do nosso querido país, é garantida e vale bem a pena. Percebe-se o esforço dos políticos, dirigentes, titulares de cargos públicos, gestores de empresas. Percebe-se a sua preocupação em produzir humor. Afinal, a coisa é tão séria que só mesmo na base do ridículo é que vamos continuando a lidar com esta e aquela situação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Só ontem vi duas ou três coisas com as quais me fartei de rir. A trapalhada do Ministro Manuel Pinho, cujo antigo (ou ainda actual, confesso que acabei por não perceber) procurador foi nomeado agora para a Autoridade da Concorrência, isto depois de ter comprado ao BES, no tempo que Pinho era administrador deste banco, uma parcela de um edifício para o futuro ministro, coisa profundamente ilegal, já que os administradores de bancos estão proibidos de fazer negócios com os bancos que administram. Uma confusão que custa a desatar. Mas o Ministro diz que não vai ao Parlamento, nem vai falar mais acerca do assunto (como se já tivesse falado alguma coisa). Como se não bastasse, o Primeiro-Ministro diz que ouviu a notícia e que não ouviu nada de extraordinário ou fora dos parâmetros. Qual terá sido a parte do ilegal que não foi percebida pelo nosso Primeiro? (desculpem a contundência, mas estas coisas irritam-me profundamente) Se calhar foi por isso que ele fumou naquele célebre voo da TAP... &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Outra. Soubemos ontem que as alegações finais do processo Casa Pia serão, mais que provavelmente, mais uma vez adiadas. Mas a juíza ficou de tal forma perturbada com umas declarações claramente 'brincalhonas' do Procurador-Geral, que perguntava se as alegações iam ser nesse tal dia, mas do ano 2010 ou 2011. A muito perturbada Senhora Dona Juíza mandou informar o quão perturbada estava com o tipo de comentários proferidos, ao mesmo tempo que se levantava novamente a mais que provável hipótese de novo adiamento. Isto de facto tem que se lhe diga...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Outra. Hoje vi o senhor Primeiro a entegar mais não-se-quantos Magalhães a uma 'catrefada' de alunos. Já alguns dias antes, tínhamos visto alguns alunos a entregar uns Damasovos (eu sei que também dava um belo nome de um portátil de produção nacional, mas trata-se de uma marca de ovos, por sinal a única de que me lembrei agora...) à Senhora Dona Ministra. Esta reciprocidade tem tanto de belo como de emocionante. Quase tão emocionante como a maneira como se tenta, à força, impingir uma reforma contra a qual estão pais, alunos, professores, sindicatos e sociedade em geral. Em suma, é a Sra.D. Maria de Lurdes Rodrigues e o seu gabinete contra o Resto do Mundo. Que belo!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;E para terminar a risada ocorre-me agora um episódio nobre e de beleza inequívoca. Não julgavam que me ia esquecer do episódio da bandeira, da segurança privada e da Assembleia Regional encerrada, pois não? Claro que não me esqueci (embora só Deus saiba como o desejava esquecer rapidamente...). Vou limitar-me a narrar os factos. E digam-me se não parece saidinho de um episódio dos Simpsons... Então um deputado da Assembleia Regional da Madeira decide desfraldar uma bandeira nazi em plena hemiciclo (que ideia peregrina...). Em resposta, a sessão é interrompida. No dia seguinte, uma equipa de guardas de uma empresa de segurança privada impede o mesmo deputado de entrar nas instalações da Assembleia, isto depois de o PSD, sozinho, ter aprovado a suspensão de mandato do dito senhor (que confusão, já nem eu próprio entendo o que estou a escrever...). Após isto, todos os restantes partidos deixam a sala, deixando o PSD sozinho (ui,que diferença que isso fez...). Em resposta, o Presidente da AR Madeira decide suspender de vez os trabalhos da Assembleia enquanto decorrer o processo-crime contra o deputado do PND (à velocidade que decorrem os processos neste país, arricavamo-nos a não ter Assembleia Regional ate 2012..e daí talvez não fosse má ideia...). Enfim, parece que ontem lá retomaram os trabalhos (aviso: a palavra trabalhos aqui deve ser encarada enquanto forma de expressão, não devendo ser levada à letra) e deixaram entrar o tal deputado. Mas ainda não acabou. Parece que o tal deputado se recusou a entrar porque, e citando, o queriam fazer entrar 'pela porta do cavalo'. Hã?!?!?!? Mas a ideia não era entrar na Assembleia? Que raio de diferença faz a porta por onde se entra? Não é lá dentro que acontecem as (ah, como é que se diz? Ah, já sei...) coisas? Bom, amanhã devem haver grandes desenvolvimentos, portanto vejam se não perdem os Telejornais e Jornais da Noite...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;É ou não é engraçado? Desconfio que não há outro país com tanta e tão boa produção humorística em todo o mundo. E depois venham dizer que não estamos na vanguarda.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7393839168459187630?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7393839168459187630/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7393839168459187630&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7393839168459187630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7393839168459187630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/e-agora-um-registo-mais-descontrado.html' title='E agora, um registo mais descontraído...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-1602405486731334944</id><published>2008-11-11T17:49:00.004Z</published><updated>2008-11-11T18:29:49.257Z</updated><title type='text'>Moldado pelas Dificuldades</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Este título é um facto indesmentível. Mesmo que nós, no meio do pó, no meio da confusão, no meio de todos os 'mortos e feridos' não tenhamos a capacidade de o perceber na hora. Já todos experimentámos fases de grande dificuldade, onde nada parece correr conforme o planeado, em que vemos coisas a desmoronar naquilo onde menos esperávamos, como diz a canção, épocas em que 'parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar'.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Mas este título é mesmo verdade. As dificuldades moldam-nos. Fazem-nos crescer, fazem-nos enfrentar a vida de forma diferente e com uma outra perspectiva. Nunca mais me esqueço de uma manhã fria do último Inverno. Estava em grande dificuldade comigo mesmo, se é que posso usar esta expressão. Numa hora livre da faculdade (que acabou por se tornar numa manhã inteira...), guiei o carro até uma zona muito pouco movimentada de Lisboa. Estacionei-o, recostei-me no banco do condutor e abri a Bíblia, num impulso, sem nada pensado. Depois de ter percorrido 2 ou 3 das minhas passagens favoritas, achei vindo 'do nada', uma passsagem que me marcará até ao fim da minha vida. «Mas ele disse-me: a minha graça te basta, pois o meu poder aperfeiçoa-se na fraqueza». Confesso. Fiquei sem palavras. Naquele momento chorei compulsivamente. Nada se tinha alterado em relação à espiral de acontecimentos que teimava em empurrar-me para o fundo. Mas tinha compreendido o propósito. O poder que se aperfeiçoa quando estamos fracos. Tinha compreendido que a dificuldade é uma ferramenta para o nosso próprio bem e crescimento pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Até hoje recorro a este pensamento, a esta pequena frase, para me lembrar que a dificuldade pode ser uma via para o crescimento. É nela que posso que posso fazer investimentos que me levem a ser mais e melhor do que aquilo que sou hoje. E hoje sou assim, moldado pelas dificuldades. Não moldado nas convicções, nem na crença, mas sim moldado na experiência, no saber e na capacidade de lidar com aquilo para o qual não estamos preparados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Sei que este é um momento difícil. Basta ligar a televisão e 'apreciar' as notícias. Mas ficar a pensar numa esperança sebastianista que chegue por entre o nevoeiro é o suicídio. A crise está aí e quem quiser aprender é só olhar para ela. A experiência que este beco sem saída social em que nos metemos nos garante é a nossa maior ajuda. Saibamos nós retirar daí os devidos frutos...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-1602405486731334944?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/1602405486731334944/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=1602405486731334944&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1602405486731334944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/1602405486731334944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/moldado-pelas-dificuldades.html' title='Moldado pelas Dificuldades'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3406417602544930230</id><published>2008-11-07T16:35:00.004Z</published><updated>2008-11-07T17:03:33.111Z</updated><title type='text'>O Governo protege os banqueiros...e quem protege as pessoas?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Não sou de esquerda. Muito menos da extrema esquerda. Mas hoje, enquanto passava numa das artérias mais movimentadas da capital, um cartaz 'entrou-me pelos olhos dentro', se me é permitida a expressão. É o novo cartaz do Bloco de Esquerda e diz, muito simplesmente que 'o governo protege os banqueiros...e quem protege as pessoas?'&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Grande pergunta, pensei eu. Afinal há milhões disponíveis para os bancos, mas não há os mesmos milhões para os reformados, os trabalhadores, os estudantes e os doentes. Há dinheiro para 'tapar' os buracos provocados por anos e anos de gestões danosas e ruinosas, mas não há dinheiro para desafogar as famílias portuguesas, embrenhadas no meio de um mar de dívidas fruto da dificuldade em gerir as despesas correntes obrigatórias em qualquer casa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Afinal onde ficamos? Até eu, que não sou de esquerda, pergunto-me (e desculpem a expressão...) 'Mas que raio! Afinal há dinheiro ou não há dinheiro? E, se há dinheiro, porque é que se diz às pessoas que não há, e depois dizemos aos bancos que, sim senhor, cá têm a almofadinha de uns quantos de milhões, para cobrir os vossos erros de gestão, a vossa incompetência e o dinheiro que (como no caso &lt;em&gt;BPN&lt;/em&gt;) meteram ao bolso.'&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;A pergunta do Bloco faz sentido. 'Quem protege as pessoas?' Afinal quem nos protege? Quem protege os que precisam? Quem protege os doentes, os fracos, os rejeitados? Quem protege os desafortundados? Quem protege os pobres? Neste momento não tenho resposta para esta pergunta e isso pertuba-me...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;E depois digam-me se o Evangelho não está mais actual que nunca...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3406417602544930230?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3406417602544930230/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3406417602544930230&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3406417602544930230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3406417602544930230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/o-governo-protege-os-banqueirose-quem.html' title='O Governo protege os banqueiros...e quem protege as pessoas?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6375848768525705747</id><published>2008-11-05T16:22:00.003Z</published><updated>2008-11-05T16:37:46.063Z</updated><title type='text'>E agora, Obama?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Obama venceu. Não houve surpresa. Houve, isso sim, muita emoção, festa, dança e euforia, não só nos States como um pouco por todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Já em 2 posts anteriores afirmei que achava que, independentemente do candidato que ganhasse, ele teria de estar preparado depois de tanta dicussão, tanto debate, tanto estudo de dossiers, e por aí fora. Creio que Obama está preparado, como estaria McCain, ou como estaria Hillary Clinton, se tivesse vencido as primárias no lado democrata. Mas a verdade é que o grande desafio vem agora aí. A partir de 20 de Janeiro, Obama será o Presidente dos Estados Unidos. As expectativas são muito altas, não só na sociedade americana, como em todo o resto do mundo. Como lidará Obama com essas expectativas? Já foi possível ver o seu carisma e discurso motivador e mobilizador de massas, mas de que lhe valerá continuar a falar em esperança se não conseguir resolver, nos próximos meses a crise económica (ou pelo menos, atenuar-lhe os efeitos...)? E o que o livrará das críticas e acusações se não conseguir a retirada do Iraque em 18 meses, tal como prometido? Ou pior ainda, que dirão se os americanos retirarem do Iraque e o poder cair nas mãos de fundamentalistas apoiados por Ahmadinejad (que parece estar à espera disso..)?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Segundo ouvi alguns analistas ontem dizer, o mais difícil está feito, a ascensão à presidência. Não concordo. O mais difícil vem agora. Obama já teve de contornar adversários políticos, resistir aos ataques pessoais vindos dos republicanos, passar por 2 anos de debate intenso e fraticida no seio do seu próprio partido. Mas não tem experiência governativa, ainda por cima quando atravessamos um período de crise tão profunda. Vejo nele carisma e capacidade de fazer as pessoas olharem para o futuro. Que, enquanto o povo vê o futuro, ele consiga lidar com o presente. Porque por mais carisma que tenha, estou certo que não resistirá ao fracasso na gestão da expectiva que tantos nele depositam.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6375848768525705747?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6375848768525705747/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6375848768525705747&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6375848768525705747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6375848768525705747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/e-agora-obama.html' title='E agora, Obama?'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7256777975767765593</id><published>2008-11-03T15:18:00.003Z</published><updated>2008-11-03T15:37:08.768Z</updated><title type='text'>Obama vs McCain</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Faltam poucas horas para o momento mais aguardado do ano que corre: as eleições norte-americanas. Há várias semanas (ou melhor, meses!) que não se fala de outra coisa. Estas eleições, ainda mais 'apimentadas' pela crise económica internacional que, entretanto, se instalou, tendem a ser encaradas como um 'escape' a 8 anos de políticas incompreensíveis (para nós, europeus...) de George W. Bush. Creio claramente que as estas eleições não se esgotam nesta simples atitude 'escapista', antes podem ser, isso sim, um factor de devolução de confiança às pessoas, não só ao nível da realidade norte-americana, como também à escala global.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Confesso que tenho seguido com particular interesse esta disputa. Muitas coisas me têm impressionado, umas pela positiva, outras pela negativa. Conforme já escrevi, há alguns meses, neste espaço ''os Estados Unidos, no meu entender, continuam a dar um sinal de vitalidade democrática, que vulgariza, e chega, até, a ridicularizar a democracia europeia''. O nível de debate a que os candidatos são sujeitos, submetidos a um escrutínio diário desde há 2 anos a esta parte, faz com que a sua preparação seja de nível muito elevado, independentemente de estarmos a falar de Obama ou McCain.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Na Europa existe um claro apoio a Obama, um pouco motivado pelo cego apoio europeu a tudo o que não seja republicano. No meu entender, existe aqui deste lado do Atlântico uma incapacidade de leitura da realidade social e política norte americana. Tanto democratas como republicanos já tiveram bons e maus presidentes, escândalos e acusações, vitórias e problemas. Aquela ideia europeia que se formou nos últimos anos e que diz que só 'os pategos e patos-bravos do interior' votam republicano é descabida, errada e demonstra que nós, europeus, sofremos da mesma ignorância de que acusamos tantas vezes o norte-americano médio.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Não sou entusiasta de George W. No meu entender cometeu erros graves, e creio que, tanto ele, como o seu partido, sabem disso. Confesso que simpatizo com Obama e com McCain. Com o seu discurso, com a sua necessidade de mudança. Considero Obama um digno representante da nova fornada de líderes mundiais. Penso também que McCain é um 'avô moderno', competente e capaz. Por isso, seja qual for o resultado, a América sairá melhor e o resto do mundo agradece.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;É pena é que continuemos sem aprender esta lição democrática que a América nos dá. Debate de ideias, debate de ideiais, discurso de mudança. Enquanto nós por cá tentamos diferenciar aquilo que não tem diferenças...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7256777975767765593?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7256777975767765593/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7256777975767765593&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7256777975767765593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7256777975767765593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/11/obama-vs-mccain.html' title='Obama vs McCain'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2775685185210449655</id><published>2008-10-31T18:40:00.004Z</published><updated>2008-10-31T18:46:06.980Z</updated><title type='text'>Ilhazinhas de acordes...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Retirado do site leadworship.com, não pude deixar de colocar este excerto de um artigo de Paul Baloche...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;«Os rios adoram o mar. Movem-se constantemente, poucas coisas os poderão parar da persistente corrida até ao objectivo. Uma das poucas razões pelas quais o rio pára na sua jornada até ao mar é quando alguma coisa se atravessa no caminho. Quer seja um pedaço de tera, uma barragem feita por mãos humanas, ou uma alteração natural na paisagem, alguma coisa pára o fluir. A adoração de uma congregação pode ser comparada a um rio que se move em direcção a um mar chamado 'comunhão com Deus'. Quando as coisas fluem bem, a congregação poderá nem dar por nada. Mas quando as coisas não fluem, toda a gente percebe e pode sentir isso – a 'corrente' é aleatória, e as pessoas não sentem mais do que como se estivessem a ser lideradas de uma ilha de acordezinhos de guitarras e letrinhas de adoração para outra.»&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bem forte, não?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tenham um óptimo fim-de-semana...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2775685185210449655?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2775685185210449655/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2775685185210449655&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2775685185210449655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2775685185210449655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/10/ilhazinhas-de-acordes.html' title='Ilhazinhas de acordes...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-3708370891549588977</id><published>2008-10-31T15:21:00.008Z</published><updated>2008-10-31T18:30:56.258Z</updated><title type='text'>Incógnito</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Na última segunda-feira fui um dos sortudos que esteve no Casino de Lisboa a ouvir uma das bandas que me diz muito mesmo: Incógnito. E que bela escolha para a noite de segunda-feira! Foi absolutamente memorável, um concerto que me deixou completamente boquiaberto e extasiado. 10 músicos de excelência, donos de vozes e mãozinhas que valem ouro, mas que em momento algum deixaram que o indivíduo passasse à frente do colectivo. Ou seja, nunca se sacrificou o som colectivo, o som de banda pelo 'estrelato' deste ou daquele, troca que, infelizmente, vamos vendo com cada vez mais regularidade no meio da música. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De facto, foi um concerto memorável e de qualidade superior. A única coisa que lamento é que não haja espectáculos destes com maior regularidade, ainda por cima completamente abertos ao público, como foi o caso.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando cheguei a casa depois do concerto (já um pouco tarde para quem no dia a seguir se ia levantar cedo...), fiquei ainda a pé a pensar na maneira como as coisas andam pelo mundo musical português. Ao longo destes anos já tive oportunidade de, na igreja, trabalhar com alguns músicos profissionais de excelência. A convivência com eles vai-me fazendo compreender que temos gente muito capaz no meio, embora muitas vezes vergada ao peso da falta de oportunidades. Creio que a origem do problema está na falta de gosto musical do povo português. A maior parte das vezes, para viver o músico é obrigado a fazer montes de trabalho com o qual não se identifica minimamente. Porquê? Porque é o que vende. E o que vende é o que dá dinheiro. E o dinheiro é aquela coisa de que todos precisamos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vamos mais a fundo. A educação. Porque não há mais e melhor educação musical na escola? Pois se está provado que o desenvolvimento das capacidades e conhecimentos musicais é ferramenta no desevolvimento intelectual de qualquer indivíduo, porque é que se continua a fazer da Educação Musical um parente pobre da árvore educativa portuguesa? Estaremos ainda na fase em que pensamos que não se pode dar mais formação nessa área porque iríamos roubar tempo às 'verdadeiras' disciplinas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É esta a minha sugestão de hoje...porque não uma melhor e mais alargada educação musical nas escolas? E quem diz isso, fala também no uamento do tempo dedicado à Educação Física, aliado que poderá ser fudnamental para inverter a tendência de crianças e adolescentes cada vez mais obesos. Saibamos nós investir no futuro, e ele devolver-nos-à os seus frutos. A nós talvez já não nos devolva. Mas aos nossos filhos certamente.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-3708370891549588977?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/3708370891549588977/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=3708370891549588977&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3708370891549588977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/3708370891549588977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/10/incgnito.html' title='Incógnito'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2328952325430399081</id><published>2008-10-27T17:19:00.009Z</published><updated>2008-10-31T18:28:53.996Z</updated><title type='text'>Um país preso por arames II</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A 4 de Junho escrevi um post em que dizia aquilo que me ia na alma em relação a este país. Por achar que hoje tenho mais algumas coisas a dizer (desculpem se usar ironia em excesso, mas...é mais forte que eu...) decido pegar no mesmo tema, colocar o mesmo título, mas com aquele sinal de sequela. Ora então aqui vamos nós...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O tempo passa e parece que nós, portugueses, estamos cada vez mais estranhos, como que a acompanhar a estranheza em que o próprio vai crescendo. Agora estamos em crise. Acho que desde 2000/2001 que não ouvimos falar de outra palavra. Nos entrementes, o mundo já esteve em recessão, voltou a ser um lugar próspero, e mais uma vez tornou à sua forma recessiva. Nós por cá somos muito regulares e previsíveis. Crise, crise e mais crise. Por 3 a 4 vezes se anunciou com pompa que 'a crise acabou'. Lembro-me perfeitamente de 2 delas. Uma foi-nos proporcionada pela dupla Santana/Bagão (resultado: governo demitido, eleições antecipadas e....crise ainda mais profunda...). A segunda, mais recente, foi patrocinada pelo duo Sócrates/Teixeira dos Santos (resultado: desta vez não só ficámos nós em crise como arrastamos todo o restante mundo atrás de nós...só ao alcance dos bons, hein?). Antes que apareça a terceira dupla sebastianista, peço contenção e moderação, porque parece que a esta cadência, da próxima vez que se anunciar que o país, 'oficialmente', saiu da crise, vamos ter o fim do mundo ou coisa que o valha. Prudência, portanto...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agora mais a sério. É interessante olhar para trás e perceber que muitos dos problemas que nos assolavam se mantêm intactos. As famílias vivem em grandes dificuldades, especialmente ao nível da classe média/baixa. Por incrível que pareça, há gente a trabalhar todos os dias que ganha menos do que muitos que não trabalham. Não me parece concebível. E também não me parece minimamente lógico que existam 20 mil milhões de Euros para a banca dispôr quando necessitar, e não haja dinheiro para aumentos condignos, no ordenados, nas pensões, nas reformas e por aí fora. Vi no último Domingo uma reportagem na televisão que contava a história de uma mãe solteira que deixou de trabalhar para poder acompanhar a filha, portadora de uma deficiência rara incurável, nos muitos tratamentos a que é submetida. Sabem com quanto dinheiro vive esta família por mês? 300 euros... É normal? Não creio...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resta-nos a certeza que continuamos a ter um povo que, apesar dos seus muitos defeitos, continua a ser solidário. Resta-nos a tal 'alegria da pobreza', essa tal alegria que está na 'grande riqueza de dar e ficar contente'.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sei que este post é bem menos irónico que o outro. Também tenho noção que desta vez nomeei algumas pessoas. Não o faço para colocar nelas a total responsabilidade (alguma terão, como é óbvio...). Peço que não leiam este texto&lt;/em&gt;&lt;em&gt; como um ataque a este ou àquele, mas como um texto escrito por alguém que gostaria imenso de ver o país a seguir, definitivamente, em frente, não esquecendo quem para trás fica. Que assim seja.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2328952325430399081?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2328952325430399081/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2328952325430399081&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2328952325430399081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2328952325430399081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/10/um-pas-preso-por-arames-ii.html' title='Um país preso por arames II'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6974487210629735707</id><published>2008-10-23T15:42:00.004Z</published><updated>2008-10-31T18:29:14.970Z</updated><title type='text'>Igualdade</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Tudo começa nesta frase...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;«Faz mais falta (...) um intérprete a acompanhar um surdo numa estação dos CTT ou um guia turístico num museu nacional a guiar um estrangeiro?»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isto incomodou-me. E ainda bem. Incomodou-me que, até hoje, não tivesse olhado para a igualdade desta forma. Li esta frase quando dava mais uma vista de olhos (leia-se, lia!) o livro da minha querida Mafalda Ribeiro (Mafaldinha), o já bem conhecido do público 'Mafaldices'.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confesso que já há algum tempo que não lia nada que me fizesse 'saltar os olhos da órbita' e voltar atrás para pensar bem no que acabara de ler. Esta frase teve esse efeito em mim. Afinal de contas a igualdade é alguma coisa que todos reivindicamos esporadicamente, mas da qual nos esquecemos diariamente. Como sempre acontece, achamos ultrajante sermos considerados diferentes, mas esquecemo-nos desgraçadamente dos 'diferentes' quando estamos no 'topo da cadeia alimentar'. Estranho? Um pouco. Mas não deixa de ser revelador da natureza humana e da sociedade que NÓS próprios criamos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um guia num museu a falar inglês, alemão, italiano, espanhol e por aí fora. Se formos a um museu e virmos esta imagem nem lhe ligamos. Afinal de contas é normal. Mas um intérprete num serviço público, disponibilizando tradução a quem, por alguma razão, não pode ouvir talvez já fosse algo digno de nota, comentário, ou longa dissertação? Estranho? Não muito. Já fui compreendendo que, para lidar com a diferença, todos temos de perceber que somos diferentes. Afinal esta é uma das grandes riquezas da Humanidade. É que Deus criou-nos numa singularidade absolutamente notável. Cabe a cada um descobrir o quão notável é a singularidade do parceiro do lado. Seja ele quem for.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6974487210629735707?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6974487210629735707/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6974487210629735707&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6974487210629735707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6974487210629735707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/10/igualdade.html' title='Igualdade'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5076151481511965656</id><published>2008-10-01T21:45:00.007Z</published><updated>2008-10-31T18:29:35.003Z</updated><title type='text'>Em plena crise...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Sem portátil há já algumas semanas e com pouco tempo de internet por dia, confesso que gostaria de já ter comentado esta crise que vivemos. Mas como mais vale tarde (embora isto ainda vá dar pano para mangas...) que nunca, cá vai disto.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estamos consumidos. Pela crise, pelas preocupações que ela causa no seio famílias, pela aparente ( e talvez real...) incapacidade do mundo política para lidar com ela e com as suas repercussões, pelo pânico que, volta e meia, se gera em quase todos os sectores. Difícil é um adjectivo que se torna curto para nomear os dias que as famílias (creio que especialmente estas) vivem. Às vezes, mais lancinante que a dor da crise actual, é a incerteza daquilo que o amanhã pode ou não trazer. Vivemos exactamente neste ponto. Sentem-se os efeitos da crise económica/financeira, mas mais grave que isso é a incerteza e a falta de confiança em relação aos tempos que aí vêm.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No meu entender, um ponto é certo. O mundo económico terminou tal como o conhecemos. Não sei quanto mais tempo demorará o Estado a compreender que tem de assumir o papel de regulação forte e implacável, único forma de fazer sobrepor o bom senso à crescente ganância dos mercados e investidores. Mas talvez o Estado futuro não tenha apenas este papel regulador. Talvez lhe esteja destinado um papel importante na prestação dos serviços sociais básicos (educação, saúde, segurança social), embora a tendência europeia seja a de passar estas responsabilidades para os privados. Talvez lhe esteja destinado o voltar a tomar conta daquilo que são serviçoes prioritários de serviço ao cidadão, voltando a compreender que há responsabilidades que o Estado não pode entregar a outros, mas que têm de ser interpretadas e executadas pelo próprio.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E não esquecer que há famílias que sofrem com dificuldades crecentes desde há 7/8 anos a esta parte. É preciso que não aconteça o mesmo que tem acontecido durante este tempo, ou seja, que sejam estes, novamente, a pagar o preço da crise. Porque senão corremos um grande risco. É que em vez de estarmos a caminhar para a convergência europeia, às vezes parece que caminhamos para o modelo social sul-americano. Pouca gente muito rica, muita gente muito pobre. E classe média? Um mito...pouco mais que um mito...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5076151481511965656?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5076151481511965656/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5076151481511965656&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5076151481511965656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5076151481511965656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/10/em-plena-crise.html' title='Em plena crise...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-6472487283522027232</id><published>2008-09-04T16:46:00.006Z</published><updated>2008-10-31T18:30:01.852Z</updated><title type='text'>Espírito Olímpico</title><content type='html'>&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Foi a primeira vez que não consegui acompanhar em permanência e com cuidado uns Jogos Olímpicos desde Barcelona '92. Confesso que tive pena de não ter visto, ao vivo e a cores, as proezas de Phelps, Bolt e companhia. Ou até as desilusões da Naide ou da Telma. Os Jogos representam algo de quase místico e aprendi a conviver e respeitar isso desde criança.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A magia dos Jogos traz-me à memória momentos que creio nunca irei esquecer, como a flecha a ser lançada no acender da tocha em Barcelona, ou acender da tocha no meio de água em Sydney. Esssa magia possibilita aquilo que é a grande virtude dos JO's, que está no facto de ultrapassarem a esfera desportiva. Os Jogos conseguem tocar a esfera social, política e humana com uma facilidade incrível.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apesar da falta de tempo consegui assisitir à cerimoónia de abertura e à de encerramento. A de abertura deixou-me completamente louco! Momentos únicos e de beleza fantástica. Colocaria a cerimónia no topo dos momentos altos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Emocionei-me com o salto do Nélson, com a forma como conseguiu transformar em realidade o sonho. Precisamos disto. De força para compreender que os sonhos só fazem sentido quando concretizados. De discernimento para perceber que a corrida é longa e que as dificuldades não fazem mais que preparar-nos para o alcançar de novas metas, 'esticando' a nossa vida.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E agora, que os Jogos acabaram, que comecem outros, ainda mais fantásticos pela força que demonstra quem neles participa. Falo dos Paralímpicos. São uma demonstração de que as circunstâncias não determinam os meus limites. Quem coloca a fasquia sou 'eu'. E quanto mais alta a colocar, quanto menos me conformar com os padrões que o mundo oferece, quanto menos me deixar tentar pelo conforto, mais alta a fasquia ficará e mais alto será o salto em direcção ao futuro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porque construir o futuro é a nossa medalha de ouro do dia-a-dia....&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-6472487283522027232?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/6472487283522027232/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=6472487283522027232&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6472487283522027232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/6472487283522027232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/09/esprito-olmpico.html' title='Espírito Olímpico'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-8372642986708182531</id><published>2008-08-25T18:14:00.005+01:00</published><updated>2008-08-25T18:25:57.357+01:00</updated><title type='text'>Ah, férias...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Podem servir para muita coisa. Recarregar baterias, descansar, meditar nos desafios futuros, avaliar aquilo que ficou para trás. Também podem servir apenas para ir à praia, ou à piscina, ou seja lá onde for que se vá, mas sem o stress do dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;As minhas terminaram. Não souberam a pouco. De facto, para o fim já me estavam a entediar. Mas fizeram-se e venho revigorado. Não digo que o descanso tenha sido por aí além, mas o sair da rotina faz-me sempre bem. O ritual de me levantar da cama, comprar o jornal, ir ao pão, tomar o pequeno almoço enquanto leio notícias fresquinhas, analisar o tempo e ver se vale a pena ir à praia, tudo isto são coisas só possíveis nas férias. É por isso que sabe tão bem. Mas ao fim de uma semana já cansa...ufa! O pão deixa de ser assim tão bom, as notícias parecem sempre as mesmas e o vento teima sempre em estragar o dia de praia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Estas férias foram boas por isso. Não deu para chatear muito.  Passagens em Lisboa (neste caso continuação em...), Albufeira e Esmoriz. Cada uma com as suas especificidades, cada uma com o seu sabor. Sinto-me novo e com forças para os ciclos que aí vêm. Sinto-me como um comboio desembestado, que ninguém consegue parar (prometi a mim mesmo que usaria, pelo menos uma vez a palavra desembestado num discurso sério. Missão cumprida!). Agarra que vem aí Setembro e a coisa vai aquecer! Graças a Deus...mais um dia a comer pãozinho fresco ao pequeno almoço e acho que dava em doido...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-8372642986708182531?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/8372642986708182531/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=8372642986708182531&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8372642986708182531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/8372642986708182531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/08/ah-frias.html' title='Ah, férias...'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-7607804945101210511</id><published>2008-07-07T16:39:00.003+01:00</published><updated>2008-07-07T16:47:28.010+01:00</updated><title type='text'>Simplicidade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Algures no caminho da vida o Homem foi perdendo a capacidade de ser simples, de ser directo, de dizer sim quando quer dizê-lo, de dizer não quando é caso disso. Algures no tempo o Homem criou o conceito do correcto, do aceitável, e criou tanta coisa à volta disso, o politicamente correcto, o socialmente aceitável, o razoável, etc, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Algures no tempo perdeu-se a capacidade de ser dito aquilo que se pensa, só porque destoa ou porque não é assim 'tão correcto'. E depois vêm os equívocos. O casamento equivocado, as relações pais-filhos equivocadas, o equívoco próprio de não sabermos bem quem somos nem o que andamos aqui a fazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Algures no tempo perdeu-se a simplicidade. A capacidade de resolver aquilo que nos aparece sem grandes alaridos nem grandes ondas. A capacidade de dizer sim e não. A capacidade de trazer ao de cima aquilo que pensamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Algures no tempo perdeu-se a genuinidade. Que crime. Afinal aquilo que somos ainda é um dos nossos maiores tesouros.....ou será que não?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-7607804945101210511?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/7607804945101210511/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=7607804945101210511&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7607804945101210511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/7607804945101210511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/07/simplicidade.html' title='Simplicidade'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5932208251478548739</id><published>2008-06-05T15:16:00.005+01:00</published><updated>2008-06-05T15:34:25.856+01:00</updated><title type='text'>O efeito Obama</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Ao contrário da Europa, a democracia norte-americana lá vai dando sinais de pujança. À previsibilidade dos aliados europeus, os americanos vão respondendo com a força da surpresa, reforçada nos últimos meses com a ascensão política de Barack Obama.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Poucos se lembrarão a esta altura mas quando começou a corrida à presidência norte-americana ninguém ousava vaticinar um vitória de Obama no lado democrata. Se formos mais longe, percebemos também que ninguém vaticinava a vitória de McCain no outro lado da contenda. Mas foquemo-nos, por hoje, em Obama. Pelo seu discurso, por aquilo que representa, por ser o primeiro afro-americano a concorrer à presidência, Obama acaba por ser um valente sopro de novos ventos na lógica política. Não sei se estes 'ventos' chegarão à velha Europa, mas pelo menos trazem-nos um sinal de que nem sempre tudo corre como o previsto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Creio que o maior desastre da democracia é quando esta perde o seu teor de imprevisibilidade. Tal como um campeonato em que o primeiro leva 20 pontos de avanço do segundo perde emoção, também a política tem na força da imprevisibilidade dos resultados um dos seus grandes aliados. Isso mobiliza as pessoas, fá-las lutar porque acreditam neste ou naquele projecto, mobiliza a opinião pública, cada vez mais regida pela emoção do que pela razão. Creio que, entre outras coisa, esta falta desta lógica de imprevisibilidade que tem contribuído para a descredibilização do sistema político europeu, do qual as mais recentes crises sociais do Sul e Centro são apenas um resultado e reflexo óbvio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Confesso que encontro paralelo com a recente situação de Passos Coelho no PSD. O seu discurso representa uma espécie de experiência de uma corrente Obamista na Europa. Não venceu mas marcou pontos e terreno. Pela época em que apareceu será sempre colado a esta nova lógica política. A realidade é que a política e a sociedade precisam desesperadamente de mudança, pelo é normal que um discurso virado para essa mudança seja refrescante e uma lufada de ar fresco no já desgastado sistema social e político europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, resta-nos esperar.  Enquanto portugueses e enquanto europeus. Esperar que, mais do que o discurso, possamos ver acções de mudança. Porque, segundo me parece, de discursos anda o povo farto...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5932208251478548739?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5932208251478548739/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5932208251478548739&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5932208251478548739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5932208251478548739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/06/o-efeito-obama.html' title='O efeito Obama'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-2264870530523186071</id><published>2008-06-04T15:30:00.007+01:00</published><updated>2008-06-04T16:09:58.542+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Euro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='povo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cavaco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arames'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Santana'/><title type='text'>Um  País preso por arames</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Portugal é um país único. Talvez fosse boa ideia algum especialista estrangeiro estudar um pouco o nosso país e perceber o porquê de tanto fenómeno estranho que ocorre por estas bandas. Falo a nível social, político, económico e, mais importante que tudo isto, falo da mentalidade do português médio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Ponto prévio: sou portuguesíssimo, de nascença e criação. Gosto do meu país. Talvez por isso algumas destas coisas me entristeçam tanto. Vejamos se algumas destas coisas não são absolutamente caricatas (para ser simpático):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;&lt;li&gt;O governo prevê a inflação a 2,2% e dá aumentos dessa ordem. O povo, há largos anos a perder poder de compra não percebe porquê, mas também não diz nada. Mas vêm 100 mil professores para as ruas porque não querem ser avaliados. Faz sentido. É preferível ganhar pouco uma vida inteira do que ganhar mais mas arriscar ser despedido porque se é incompetente. Bom, a inflação já vai bem acima dos 2,2%, mas ninguém se preocupa. Mais um ano a perder poder de compra. Tudo vai bem, tudo vai óptimo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O povo. O povo queixa-se. Dia sim, dia sim. O que faz? Pouco. A produtividade é baixa, os salários condizentes. Reclamamos direitos mas não cumprimos os deveres. Afinal, o dinheiro é pouco para comprar aquele plasma que tanta falta faz para ver o Euro. Os chamados bens de primeira necessidade. E o povo continua a queixar-se. Mas também continua a ir de transporte próprio para o emprego, mesmo quando tem transporte público à porta de casa e do trabalho. Mas queixa-se que a gasolina está que não se pode. Mas o plasma, esse, não falha. Parece que a loja entrega até dia 7. E é bom que apareçam antes das 17h , porque o povo quer ver a abertura do Euro. Esse fantástico Suiça-Rep.Checa. Onde? Na SportTv, claro!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os políticos. Uns são bons, outros nem tanto. Uns são competentes, outros são o contrário. Tal como em qualquer outra actividade. Os políticos. Avessos à mudança. Afinal a mudança é desconfortável e o povo manifesta-se na rua sempre que há sinais dela. Porquê? Ninguém sabe. Mas todos sabem que isso custa votos. Os políticos. Como disse Cavaco quando Santana era primeiro, os competentes devem afastar os incompetentes. Será? Bom, enquanto o povo continuar a preferir a demagogia à verdade e o espectáculo à eficiência será difícil. Quando Santana, depois do que fez no país e no PSD, ainda obtém 30% dos votos de militantes do seu partido, parece-me que algo vai mal. Prefiro a crua verdade de Ferreira Leite (ao menos ninguém é enganado. Não podemos baixar impostos, ponto!) ou o discurso renovador e fresco de Passos Coelho (num estilo de Obama português...). Os políticos. Ao menos Manuel Alegre não engana ninguém, diz o que pensa, mesmo que seja em conjunto com os seus 'amigos' do BE. Trouxe o tema da igualdade social ao topo da actualidade, em vez da subida dos combustíveis. Está na hora. Novos ricos, há cada vez menos. Já novos pobres vão surgindo todos os dias....&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O ópio. Papel que encaixa perfeitamente ao futebol. O Porto excluído da Champions abre o Telejornal. A pobreza no país, o excessivo endividamento das famílias portuguesas, a desigualdade social que grassa por estas bandas, tudo isso é secundário. O facto do Porto perder a participação na Champions é que é grave. Ou isso ou as últimas do treino da selecção. Por falar nisso, já repararam que os treinos da selecção são transmitidos em directo pela televisão? Traço de terceiro mundo que nem ouso comentar... O ópio. Sabe bem ao início, faz-nos alhear da realidade e parecer que tudo está bem. Mas quando acaba o efeito causa valente dor de cabeça. Estou para ver a depressão em que o país estará por alturas do fim do Euro. E se formos campeões (Deus queira que sejamos, ao menos animava isto um bocadinho...), apenas adiamos a dor uns quantos dias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;O país preso por arames. Tipo marionetas. O que chateia? Esta inércia do povo...esta tremenda inércia do povo. Fiquemos por aqui...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-2264870530523186071?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/2264870530523186071/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=2264870530523186071&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2264870530523186071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/2264870530523186071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/06/um-pas-preso-por-arames.html' title='Um  País preso por arames'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2373977905484182613.post-5791161610206220596</id><published>2008-05-13T13:55:00.003Z</published><updated>2008-05-13T14:06:44.433Z</updated><title type='text'>A Jornada</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Afinal, caminhamos para onde????&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Muitas vezes pergunto a mim próprio para onde caminho, para onde estou direccionado nesta jornada de vida....muitas vezes consigo chegar a conclusões, outras nem por isso, mas a realidade é que este exercício é indispensável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Há alguns meses atrás ouvi uma frase muito interessante que muito me fez pensar. Dizia que 'aquilo que perseguimos define aquilo que somos'. Bom, isto fez-me pensar no que persigo, e porque o persigo. E se calhar fez-me pensar mais nesta segunda variante (o porquê) do que na primeira. Isto porque, honestamente, parece-me muito mais perigoso o 'porquê' do que o 'o quê'. Porque persigo isto, porque quero aquilo, porque desejo x ou y.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;A vida é uma jornada. Acertamos umas vezes, erramos outras, metemos água ali, safamo-nos acolá. É uma aprendizagem. É importante o que fazemos, sem dúvida. Mas não deixa de ser importante o porquê de o fazermos (para mim até mais importante...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 204);"&gt;Porquê? O que me motiva? Coloco-me perante esta questão quase todos os dias. Uma vezes fico tranquilo, outras fico assustado, mas este exercício lá me vai ajudando a manter a minha cabeça no sítio e o meu coração alinhado. Porque o porquê leva-me sempre de volta à casa de partida, ao meu momento de pequenez e percepção do carácter finito e limitado do ser humano. E nada como isso para percebermos, afinal de contas, porquê..........&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2373977905484182613-5791161610206220596?l=rubenbarradasblog.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/feeds/5791161610206220596/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2373977905484182613&amp;postID=5791161610206220596&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5791161610206220596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2373977905484182613/posts/default/5791161610206220596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rubenbarradasblog.blogspot.com/2008/05/jornada.html' title='A Jornada'/><author><name>Ruben Barradas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13871044994206859718</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_rZduuoyqrQc/SQtGIlTx5NI/AAAAAAAAADA/iTgLN-S9Uis/S220/DSC00380.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
